sexta-feira, 10 de abril de 2015

No Egito: Sakara e Guiza



Realizou-se com sucesso mais uma visita de estudo ao Egito organizada
pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
e concretizada com a eficaz gestão da agência Pinto Lopes Viagens.

As primeiras fotos desta exitosa 15.ª viagem ao país do Nilo, levada
a efeito entre os dias 26 de março e 7 de abril, mostram os viajantes
no primeiro dia de visitas na zona das pirâmides em Sakara e Guiza.

Em cima pode verificar-se que as obras de restauro e de consolidação
da pirâmide escalonada feita para o Hórus Netjerikhet Djoser em Sakara
ainda prosseguem, com os andaimes agora deslocados para a face leste.

Em baixo está a tradicional foto de grupo obtida na grande esplanada 
situada a oeste das pirâmides do planalto de Guiza, que aqui surgem
um tanto esmaecidas pela neblina do final da tarde.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Uma notícia arqueológica com sotaque brasileiro!


«Cairo - Uma equipe de especialistas americanos, com a colaboração do Ministério de Antiguidades egípcio, descobriu um novo túmulo que data, provavelmente, da 18ª dinastia faraônica (1554-1304 a.C.) do Império Novo, na região de Al Qarna, ao oeste da cidade egípcia de Luxor.
Segundo um comunicado do Ministério de Antiguidades, a tumba, que tem o formato da letra "T", foi descoberta pelo Centro Americano de Pesquisa no Egito (ARCE) ao leste do TT110 (onde trabalha a entidade) e pertence a uma pessoa conhecida como "Sa-Mut".
No túmulo há imagens pintadas com cores brilhantes que representam atividades diárias, celebrações e outros aspectos da vida do proprietário da tumba e de sua mulher, "Ta Jait".
O sepulcro, que consiste em uma sala transversal e câmaras laterais não finalizadas, foi saqueado na antiguidade e vários textos e decorações foram danificados.
Há uma semana, as autoridades egípcias anunciaram que a mesma equipe de arqueólogos americanos descobriu o mausoléu do chamado "guardião da porta do deus Amón", também pertencente à dinastia XVIII.»
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/especialistas-descobrem-tumulo-da-18a-dinastia-egipcia

sábado, 4 de abril de 2015

Novidades do site de Zahi Hawass, "o homem do chapéu"!




«Dr. Mamdouh El Damaty, Minister of Antiquities, announced the discovery of two tombs in the site of Tabbet El Geish, in south Saqqara. The discovery was made by the French Institute of Oriental Archaeology (IFAO) in collaboration with the Ministry of Antiquities. The tombs still contained remains of the skeletons of their owners, priest “Ankhti” and priest “Sabi”, who both lived during the reign of Pepy II (2240- 2150 BC) of the 6th Dynasty.
Dr. El Damaty added that the tombs present several scenes depicting the typical 6th Dynasty ritual to make offerings to the gods. The colourful paintings are well preserved although approximately 4,200 years have passed since the construction of the tombs. These depictions provide archaeologists with new insight into the religious traditions of the 6th Dynasty and highlight the creative genius of the Ancient Egyptians.
When the archaeological team entered the burial rooms, the owners’ skeletons were found on the ground, suggesting that the tombs may have been tampered with in ancient times. Egyptologists think that they may have been exposed to looting and theft during the 7th and 8th Dynasties. Despite this likely possibility, a number of artefacts were found near the owners’ remains, including funerary objects, small alabaster jars, offering samples made of limestone, as well as pottery.
Dr. Vassil Dobrev, head of the IFAO archaeological mission in Tabbet El Geish, said that the upper part of the tombs was built with raw mud bricks, while the burial rooms were cut into the white limestone bedrock. The team was able to reveal the burial chamber of priest “Sabi” at a depth of 6 metres while the burial chamber of priest "Ankhti" at 12 metres.
The scenes painted in the burial chamber of “Ankhti” show several offerings, the most important of which are the large jars with the seven sacred oils, believed to be essential for the completion of the Opening of the Mouth Ritual. On the left wall appears a list of names and quantities of traditional offerings, a false door, and depictions of meat, birds, bread, vegetables, jars of milk, barley syrup and other liquids. The burial chamber of “Sabi” presents similar paintings.»

Fonte(s): http://www.drhawass.com/wp/two-tombs-discovered-in-saqqara-by-ifao/

quarta-feira, 25 de março de 2015

No país do Nilo, em 2015


Amanhã, dia 26 de março, é a partida para mais uma visita de estudo 
do Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
a 15.ª viagem ao Egito desde que o projeto se iniciou no ano 2000.

Desta vez seguem dezoito viajantes, menos de metade dos que nos anos
anteriores compunham os nossos grupos da viagem anual ao país do Nilo, 
para ver as frondosas margens que durante o cruzeiro, de Assuão a Lucsor,
se podem desfrutar, passando por Kom Ombo, Edfu e Esna.

Depois há as pirâmides (as de Sakara e as de Guiza), as mastabas,
os grandes templos divinos e os templos funerários, os vários túmulos 
do Vale dos Reis, do Vale das Rainhas e os do «Vale dos Nobres»,
os templos de Filae e de Kalabcha, e, mais a sul, os de Abu Simbel.

Ah, e os museus, e os bazares, e as lojas «típicas», e os hotéis de luxo,
e os restaurantes, e a passagem de autocarro pelo Egito rural e profundo
rumo aos templos de Abido e de Dendera... E depois o repouso merecido
nas águas cálidas e ondinhas do mar Vermelho, na estância de Hurgada.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Viva Cuenca!


Terminou com notável sucesso o V Congresso Ibérico de Egiptologia,
realizado na cidade de Cuenca pela Universidade de Castilla-La Mancha,
estando por isso de parabéns a Comissão Organizadora, presidida
por Antonio Pérez Largacha, e o secretariado composto por alunos 
de História Antiga, que aqui posam para a foto (de Anthropologies).

De 9 a 12 de março reuniram-se na bonita e histórica cidade de Cuenca
mais de 250 participantes que escutaram as cerca de 120 comunicações
e puderam colher informação sobre as várias atividades de egiptólogos
ibéricos e da América Latina, sobretudo ao nível da arqueologia.

Estarão certamente felizes os participantes no Congresso e sobretudo
a sua dinâmica Comissão Organizadora que, com uma notável eficácia,
puderam repetir o sucesso que ocorrera com o IV Congresso Ibérico 
de Egiptologia realizado em Lisboa em setembro de 2010.

sábado, 7 de março de 2015

Hasta Cuenca!


Vai em breve começar o V Congresso Ibérico de Egiptologia em Cuenca,
que decorre de 9 a 12 de março, reunindo egiptólogos de Espanha, Portugal
e América Latina, nomeadamente da Argentina e do Brasil, a que se juntam 
investigadores ibéricos que vivem noutros países da Europa.

Espera-se que este encontro científico de Cuenca possa ter o sucesso 
do IV Congresso Ibérico de Egiptologia que teve lugar em Lisboa em 2010, 
cujas comunicações foram publicadas em dois volumes numa edição 
do Instituto Oriental e do Centro de História da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa.

domingo, 1 de março de 2015

Ptah-Sokar-Osíris


No passado dia 21 de fevereiro, no Museu Nacional de Arqueologia,
realizou-se mais uma sessão sobre «A peça do mês», desta feita
dedicada a uma estatueta de madeira de Ptah-Sokar-Osíris, exposta na sala 
de antiguidades egípcias (na unidade de estatuetas votivas e de servos).

Foi evocado o contexto de produção da peça e o seu precípuo significado, 
sendo enfatizada a iconografia e a mensagem sincrética das três divindades 
presentes: Ptah (a criação), Sokar (a morte) e Osíris (a ressurreição).

As pessoas que estiveram presentes, em número expressivo, foram depois
convidadas a passar à sala seguinte onde puderam comparar a caligrafia
do texto presente na múmia de Horsukhet com a do texto da estatueta,
concluindo-se que ambas foram redigidas pelo mesmo escriba.

Esta conclusão constará na segunda edição do catálogo egípcio do Museu,
que está agora em preparação, e que incluirá os valiosos esclarecimentos
de pessoas que nos últimos anos contribuiram para uma melhor divulgação
do acervo: Álvaro Figueiredo, Telo Canhão e Carlos Prates, entre outros.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Faraó Pepi I em cobre


«‘The statue was taken up to the tomb in which we lived, and an attempt made to clean out the hollow trunk. It was then found that this contained a smaller complete statue of the same technique as the larger ...’ James Quibell.

In 1897 a magnificent copper statue of King Pepi I was discovered in Hierakonpolis (‘city of the falcon god’), south of Luxor. To the ancient Egyptians it was Nekhen, royal residence of the Kings of Upper Egypt at the very beginnings of Egypt’s history.

In the corner of the town was its temple, dedicated to their falcon god Nekheny, and buried within the sacred precinct a magnificent cache of objects, including the famous Narmer Palette and this statue.

Although badly corroded the statue is still striking with its strong, clear eyes.

The smaller statue inside is something of a mystery. Initially it was thought to represent Pepi I himself, either at a much earlier age or rejuvenated after the Heb-Sed. Most scholars today however believe the small statue depicts Pepi I’s son and future king, Merenre. Pepi I was the son of Teti, founder of Egypt’s 6th Dynasty (ca. 2,300 B.C.) Pepi’s pyramid complex, named ‘Men-nefer’, was built at Saqqara. In the New Kingdom ‘Men-nefer’ began to be applied to the ancient capital across the river, which eventually became ‘Memphis’ to the ancient Greeks.

Today Pepi’s statue is in the Egyptian Museum in Cairo (JE 33034).
Photo: Kenneth Garrett
» (In Nile Magazine)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Há 30 anos, o Projeto Nefertari...


  Em 1985, a Organização das Antiguidades Egípcias e o Instituto de Conservação Getty começaram a discutir um projeto colossal: a restauração pictórica da tumba da famosa rainha Nefertari, esposa de Ramsés II. O túmulo, conhecido por QV66, aberto desde 1904, continha apenas 1/5 das suas pinturas intatas nos inícios da década de 1980, mercê de vários factores como a pobre qualidade da superfície das paredes, o descuido das autoridades na sua preservação e o vandalismo de turistas incautos. 

  Iniciou-se então o Projeto Nefertari: um ambicioso esforço de estudo e recuperação dos mais ínfimos detalhes pictóricos do túmulo QV66. Foi feita uma análise detalhada de todas as pinturas e das condições ambientais dentro do túmulo, ao que se seguiu o tratamento e restauro de todas as partes degradadas graças a uma equipa de especialistas egípcios e europeus. Não se deve subestimar as condições difíceis de luz, respiração e espaço em que muitos deles trabalharam ao longo de quase seis anos.

 Em 1992, o trabalho alcançado permitiu salvar um dos mais belos monumentos do Egito faraónico. Hoje técnicas mais sofisticadas de preservação aprendidas durante este projeto ajudam a conservá-lo para que futuras gerações tenham a oportunidade de admirá-lo. Graças a este esforço conjunto dos arqueólogos da OAE e do Instituto Getty, o túmulo de Nefertari foi ressuscitado para a eternidade.  

 Quem desejar conhecer todos os aspetos relativos ao Projeto Nefertari, podem consultar o seguinte site:

     http://www.getty.edu/conservation/publications_resources/newsletters/7_3/nefertari.html

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Uma descoberta feita em 2012...




   "Duas estátuas de leões que datam de mais de 2.000 anos foram encontradas nos arredores de um templo no oásis de Fayoum, localizado a 150 quilómetros (93 milhas) a sudoeste do Cairo, disse o Ministério de Antiguidades Egípcias nessa segunda-feira. As estátuas que mostram leões sentados, foram descobertas a oeste do Templo de Soknupayus, na cidade de Dimeh Al-siba em Fayoum.


   As estátuas de calcário, que remontam ao período ptolemaico (332 a.C a 30 d.C), são de 1,6 metros de altura e quase um metro de largura, mas têm diferentes aparências físicas e detalhes sobre seus corpos. As estátuas foram usadas para decorar o templo, que foi construído no período greco-romano. Mohamed Ibrahim, Ministro de Antiguidades, descreve a descoberta como tão interessante ao confirmar que o templo foi construído de acordo com um plano arquitetónico usado nos principais templos das grandes cidades e capitais."
http://antigoegito.org/estatuas-de-leoes-sao-encontradas-no-egito/

E novamente a respeito de Hawass...



   "Sua volta já estava sendo ensaiada. Depois de ter ficado um bom tempo afastado das suas atividades, o Dr Zahi Hawass começa a escrever novos artigos e a movimentar seu reformulado site. Logo após a revolução de janeiro de 2011 no Egito, não faltaram acusações à sua pessoa. Se defendendo de algumas na justiça e com o passaporte apreendido, Hawass se viu obrigado a retirar-se dos holofotes que outrora o cercavam.

   Com as sucessivas reviravoltas políticas, o caminho ficou aberto para a volta do homem que mudou o cenário arqueológico dos últimos anos no Egito. Foi “Guia Turístico” em parceria com uma agência de viagens e começou novos projetos. Com os erros que estão acontecendo na administração das heranças faraónicas e com a falta de uma personalidade mundialmente conhecida, alguém duvida que ele possa ir mais além e retomar seu posto?"

Visite o site reformulado: www.drhawass.com

Fonte(s): http://antigoegito.org/dr-zahi-hawass-na-ativa-novamente/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Uma viagem de Lucas S. Ferreira!



    Esta simpática foto, datada de há dois anos, mostra o escritor brasileiro, Lucas S. Ferreira, numa viagenzinha que ele fez entre Dezembro de 2012 e Janeiro de 2013, analisando os hieróglifos de uma secção do templo de Seti I, em Abido. Autor da obra, "A Lei do Sofrimento"e de outros artigos e projetos sobre o Antigo Egito, é um entusiasta e um dos principais dinamizadores do site antigoegito.org.

    Coloco aqui esta foto para relembrar que a antiga civilização faraónica continua a ser um mistério, uma atração, um chamariz para pessoas de todo o Mundo e que está, em parte, ligada à nossa própria civilização ocidental, pelo que ao conhecê-la, conhecemos um pouco mais de nós próprios. Assim, e de acordo com o que este autor destaca:

"Se você quer realmente conhecer uma civilização, viva o que ela viveu..."

Zahi Hawass e Tutankhamon


O controverso egiptólogo Zahi Hawass, que se dedica agora a fazer 
conferências e a conduzir viagens ao Egito, contestou a forma ineficaz
como foi restaurada a divina barba de Tutankhamon pelos «especialistas»
do Museu Egípcio do Cairo após um acidente numa ação de limpeza.

Sendo-lhe reconhecido o mérito de popularizar a civilização e a história
do antigo Egito, e tendo mesmo publicado um álbum sobre Tutankhamon,
Zahi Hawass continua a ser alvo de acusações de favorecimentos
ilícitos de familiares e amigos e de estar comprometido com o anterior
regime corrupto de Hosni Mubarak, deposto na revolta popular de 2011.

Mais famoso por ações de marketing televisivo e jornalístico do que pelo
trabalho publicado no campo da egiptologia, o polémico Zahi Hawass
esteve para ser doutor honoris causa pela Universidade de Lisboa, 
mas acabou por ser recusado, até porque a grande impulsionadora
do projeto era uma agência de viagens (?!!) então ligada a um banco
aparentemente muito dinâmico mas que depois faliu em desgraça.

Zahi Hawass, cujos méritos científicos são muito inferiores a outros
egiptólogos respeitados de todo o mundo mas que não dispõem
de recursos de marketing, conseguiu depois obter o doutoramento
honoris causa por uma outra universidade portuguesa.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A 15.ª viagem ao Egito


Está já confirmada a 15.ª visita de estudo ao Egito, promovida pelo
Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
e organizada pela Pinto Lopes Viagens, que já divulgou o programa
desta viagem ao país do Nilo que no ano passado não se realizou. 

Agora que estão reunidas as necessárias condições de segurança,
lá vamos uma vez mais em nova e aliciante visita de estudo,
 com partida marcada para o dia 26 de março, muito cedo,
porque teremos de estar no Aeroporto às 5 horas da manhã.

E assim, quando a maior parte dos portugueses ainda dormem
em sossego (incluindo os membros do Governo), partimos rumo 
ao Cairo (com escala em Frankfurt), e no dia seguinte já estaremos
em Sakara para ver o complexo funerário de Djoser e algumas
mastabas (entre as quais a de Mereruka que vemos na imagem).

Boa viagem!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Tutankamón recupera a barba após acidente de limpeza


«As famosas barbas azuis e douradas do faraó Tutankamón foram coladas por técnicos do Museu Egípcio com um material inadequado. Resultado? A figura ficou danificada com uma linha amarela irreversível.» (In Expresso Online)

Ler mais em AQUI

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A respeito de papiros e Evangelhos...

"Um grupo de cientistas encontrou a cópia mais antiga do Evangelho num papel papiro reutilizado para construir a máscara de uma múmia egípcia, revelou Craig Evans, doutor em Estudos Bíblicos e um dos responsáveis pela descoberta.

Trata-se de um fragmento do Evangelho de São Marcos, localizado há três anos e que, agora, especialistas da Universidade Evangelista de Acadia, no Canadá, consideram como o primeiro manuscrito do Novo Testamento da Bíblia de que se tem conhecimento.
Os cientistas consideram que a origem do papiro remonta ao primeiro século da nossa era, entre o ano 80 e 90 d.C., o que representa uma grande novidade. Até então, as cópias mais antigas datavam do século II depois de Cristo.
Os especialistas acreditam que alguém escreveu o fragmento de texto no papiro e, depois, outras pessoas reciclaram o material, muito caro na época, para elaborar a máscara funerária.
As máscaras de papel eram utilizadas pelas pessoas pobres do Egipto, não tendo relação com as feitas em ouro e joias para cobrir os rostos dos grandes faraós, explicou Evans.
Acredita-se que São Marcos escreveu o seu evangelho em Roma, acompanhado de São Pedro. Mas como é que a cópia viajou da actual capital italiana para o Egipto? O caminho não é assim tão longo, garante o pesquisador.
«No Império Romano, o correio tinha a mesma velocidade de hoje em dia. Uma carta escrita em Roma pode ser lida no Egipto semanas depois. Marcos escreveu o seu evangelho no final dos anos 60 d.C, portanto, era possível encontrar uma cópia no Egipto 20 anos depois», defende.
Para determinar a data dos papiros, os cientistas usaram uma técnica que permite descolar o papel das máscaras sem danificar a tinta. Dessa forma, os textos podem ser lidos com a mesma clareza.
Esse evangelho é uma das centenas de documentos que estão a ser analisados pela equipa de Evans, composta por mais de 30 especialistas."
Fonte:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=756633

domingo, 11 de janeiro de 2015

O Antigo Egito no Porto




Na passada quinta-feira, dia 8 de janeiro, teve lugar na cidade do Porto,
na muito bem restaurada Casa do Infante (imagem ao centro), uma palestra
sobre o Egito faraónico, organizada com grande diligência e eficácia
por Teresa Neves e Freddy Castro, da Agência Pinto Lopes Viagens.

A sessão inseriu-se no projeto, que está em fase de preparação, da habitual
visita de estudo ao Egito prevista para a Páscoa (26 de março a 6 de abril),
retomando as tradicionais viagens anuais do Instituto Oriental da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, interrompidas no ano passado
devido ao clima de instabilidade que então se vivia no Egito.

Com a notória acalmia da situação político-social que agora se verifica
tudo leva a crer que a visita de estudo se possa concretizar, e assim,
no caso de estarem reunidas todas as essenciais condições de segurança,
poderemos realizar com sucesso a 15.ª viagem ao país do Nilo 
desde que este projeto cultural se iniciou na Páscoa do ano 2000.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

De novidades em novidades!




«O Ministro de Antiguidades anunciou hoje a descoberta de uma tumba do antigo Império em Abusir, pertencente a uma rainha que não era conhecida antes. Chamada de “Khentkaus III”, a descoberta foi feita durante a escavação da “Czech Institute of Egyptology”, dirigido pelo Dr. Miroslav Barta.

A missão revelou 23 potes de calcário e 4 ferramentas de cobre como parte do mobiliário funerário do proprietário da tumba. Em uma das paredes da tumba foram descobertas as seguintes inscrições “Esposa do Rei” e “Mãe do Rei”.»

Fonte (s): 
http://antigoegito.org/tumba-de-4-500-anos-de-uma-desconhecida-rainha-egipcia-e-descoberta/

http://luxortimesmagazine.blogspot.com.br/2015/01/4500-years-old-tomb-of-unknown-ancient.html