Faraó e Companhia

Somos um grupo de amigos entusiastas do Antigo Egipto

sábado, 14 de junho de 2014

Falando de Tutankhamon, eis algumas "estórias" pouco conhecidas!

A revista VEJA de 16 de março de 1988 trouxe ao Brasil um novo capítulo sobre os tesouros de Tutankhamun, descobertos em 1922 por Howard Carter. Apesar de não ser um tema desconhecido dos estudiosos, a grande maioria dos interessados no antigo Egito desconhecem essa parte da história.
Segue abaixo a íntegra da matéria publicada na Veja.
Clique nas imagens para ampliá-las.







Fonte: http://antigoegito.org/tesouros-desconhecidos-de-tutankhamun-uma-historia-quase-oculta/
Publicada por Fernando Azul à(s) 11:57 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Terminou mais um curso


Terminou mais um curso de temática egiptológica, organizado pelo 
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
que tratou de temas diversos como os têxteis e o vestuário no antigo Egito,
 as cores e sua utilização (imagem acima, com foto de Maria Luísa Pinto), 
as colunas e suas funções, os túmulos e o armamento.

O próximo curso de idêntica temática será em outubro, depois das férias,
e será o VII curso de Egiptologia, cuja estrutura, em doze sessões,
em breve se anunciará, contando-se para o efeito com cinco docentes 
pertencentes ao Centro de História.
Publicada por Luis Araújo à(s) 10:49 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

E mais uma notícia arqueológica!!!


   O Ministro de Antiguidades anunciou uma nova descoberta de uma câmara funerária intacta. A câmara continha 9 sarcófagos com múmias do Período Tardio (650-525 a.C) em Qubbet el Hawa, Sul de Aswan. O Ministro disse ainda que a descoberta feita pela missão espanhola dirigida pelo Dr. Alejandro Jimenez, professor de História Antiga da Universidade de Jaén, em cooperação com o Ministério de Antiguidades, faz parte de uma série de descobertas que foram anunciadas em temporadas anteriores.

   A nova descoberta prova que o local de enterro foi reutilizado no período tardio. Os sepultamentos encontrados anteriormente pertenciam a duas famílias da XII dinastia (Reino Médio – o reinado de Amenemhat III). O Dr. Alejandro Jimenez disse: “Nessa temporada a missão fez a documentação completa sobre a múmia encontrada anteriormente de Haqaib III, que foi um dos governadores de Elefantina, um homem de cerca de 26 anos, enterrado em dois caixões, sendo o interior de um, originalmente feito para uma mulher.






Fonte(s):
http://luxortimesmagazine.blogspot.com.br/
http://www.laprensasa.com/309_america-in-english/2565550_spanish-archaeologists-find-9-mummies-in-egypt.html
Publicada por Fernando Azul à(s) 22:41 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Palácio egiptómano


Algures na Bélgica, conhecido como Chateau Amon Re, local exacto desconhecido, propositadamente, porque abandonado à sua sorte ...

Fotos: Urbexosaurus (oblivionstate) e Sébastien Ernest.
Publicada por Paulo Ferrero à(s) 19:18 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Etiquetas: egiptomania

domingo, 1 de junho de 2014

O armamento egípcio


Na próxima quinta-feira, dia 5 de maio, terá lugar a última sessão
do curso «A Vida no Antigo Egipto: Materiais e Tipologias», 
que decorre na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 
 em mais uma iniciativa do Centro de História.

 Como habitualmente, a sessão será no Anfiteatro III, às 18 horas,
apresentando o tema «O armamento egípcio», e estará a cargo 
de José Varandas, especialista em História Militar da Antiguidade.
Publicada por Luis Araújo à(s) 22:12 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 25 de maio de 2014

Túmulos egípcios


Na próxima quinta-feira, dia 29 de maio, entre as 18 e as 20 horas,
decorrerá mais uma sessão do curso «A Vida no Antigo Egipto», com
o tema «Materiais e tipologias», promovido pelo Centro de História 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (no Anfiteatro III).

O orador será o Professor Rogério Sousa, neste momento em trabalhos
de pós-doutoramento estudando os sarcófagos da XXI dinastia
que se encontram no Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa,
e o tema são os túmulos egípcios e a sua variada tipologia, e por isso
 a imagem acima mostra um túmulo rupestre do Império Médio.

Esta sessão do curso vem no seguimento de outras três já realizadas,
dedicadas aos têxteis e vestuário (Professor Telo Ferreira Canhão),
 às cores e sua utilização (Professor Luís Manuel de Araújo)
e às colunas egípcias (Professor José das Candeias Sales).

Publicada por Luis Araújo à(s) 16:49 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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terça-feira, 6 de maio de 2014

Construções: Segredo dos egípcios seria um pouco de água


In Diário de Notícias, por E.S.

«Investigadores da Universidade de Amesterdão acreditam terem descoberto o truque que permitiu os egípcios construir as pirâmides e arrastar estátuas enormes pela areia.

Continua a ser um dos mistérios: como conseguiram os egípcios construir as enormes pirâmides, numa época sem tecnologia. Existem algumas teorias - incluindo a que defende que os extraterrestres deram uma ajuda -, mas, afinal, a solução seria algo bem terrestre: um pouco de água.

Segundo os investigadores da universidade holandesa publicaram na revista 'Physical Review Letters', molhando com uma pequena quantidade de água a areia diminuiria a fricção, permitindo assim arrastar com a ajuda de uma espécie de trenó as enormes pedras ou as estátuas.

Não poderia ser em grande quantidade, senão a fricção seria mais complicada de lidar, assim como na areia seca (neste caso seria necessário estar constantemente a desviar a areia que impediria o trenó de se mover). Com este simples truque, os investigadores acreditam que era possível reduzir para metade o número de homens necessários para puxar as pedras.

No túmulo de Djehutihotep foi encontrado um desenho que parece mostrar uma pessoa com água a abrir caminho para a deslocação de um trenó, ainda que seja uma interpretação que não é consensual.

Daniel Bonn, um dos oito investigadores envolvidos na descoberta, explicou ao 'The Washington Post' que alguns estudiosos de Egiptologia "têm vindo a interpretar a água como parte de um ritual de purificação e nunca procuraram uma explicação científica". Bonn defende que "os egípcios estavam provavelmente cientes deste truque útil".»

Publicada por Paulo Ferrero à(s) 19:24 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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sábado, 3 de maio de 2014

Adivinha


O «Almanaque Bertrand» costumava desafiar os seus leitores a decifrarem vários enigmas, intitulados "hieróglifos". Este que aqui se vê é de 1914. O hieróglifo, que tem 6 palavras, faz sentido a seguir à palavra "estar", formando com ela uma frase-feita. Quem a adivinha? - pergunta feita por Carlos Medina Ribeiro no facebook.

Publicada por Paulo Ferrero à(s) 12:00 6 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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terça-feira, 29 de abril de 2014

«Découverte de 50 momies de plus de 3.000 ans en Egypte»


«Une "immense" nécropole contenant près de 50 momies, notamment de princesses et princes de la XVIIIe dynastie des pharaons (1550-1292 av. J-C.), a été mise au jour en Egypte dans la Vallée des Rois, a annoncé lundi le ministère des Antiquités [...]»

Publicada por Paulo Ferrero à(s) 19:31 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 27 de abril de 2014

A vida no antigo Egipto


Começará em breve na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
outro curso de temática egiptológica, organizado, uma vez mais,
 pelo Centro de História (anfiteatro III, às quintas-feiras, das 18 às 20 h.).

Estão previstas as seguintes sessões:

Dia 8 de maio - Da produção têxtil ao vestuário (Telo Ferreira Canhão)
Dia 15 de maio - As cores e a sua utilização (Luís Manuel de Araújo)
Dia 22 de maio - As colunas egípcias (José das Candeias Sales)
Dia 29 de maio - Os túmulos e suas tipologias (Rogério Sousa)
Dia 5 de junho - O armamento egípcio (José Varandas) 

Publicada por Luis Araújo à(s) 20:37 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Boa-nova desde o Metropolitan Museum:


«Smashed into many fragments at the order of Hatshepsut's nephew and successor Thutmose III and dumped in a quarry close by, this colossal sphinx was recovered by the Museum's Egyptian Expedition and reassembled.

Featured Artwork of the Day: Sphinx of Hatshepsut | ca. 1473–1458 B.C. | Egypt»

Publicada por Paulo Ferrero à(s) 19:14 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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terça-feira, 15 de abril de 2014

V Congresso Ibérico de Egiptologia


Está já em marcha a preparação do V Congresso Ibérico de Egiptologia
que se realizará de 9 a 12 de março de 2015, na cidade de Cuenca, 
em Espanha, sob os auspícios da Universidade de Castilha la Mancha.

Estão já constituídas a comissão de honra, a comissão científica
e a comissão organizadora, presidida pelo Prof. Antonio Pérez Largacha,
esperando-se que possa ser reeditado o sucesso do IV Congresso
Ibérico de Egiptologia realizado em Lisboa em setembro de 2010.

Esperemos que a presença de egiptólogos portugueses e estudantes
da área possa ser significativa em Cuenca, cuja imponente catedral
aqui se mostra, sendo um dos muitos monumentos de uma cidade 
que a Unesco classificou como Património Cultural da Humanidade.


Publicada por Luis Araújo à(s) 09:19 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 30 de março de 2014

Sim, talvez para o ano...


Talvez no próximo ano, se voltarmos a organizar uma visita de estudo
ao Egito, possamos ver de novo um magnífico pôr do Sol em Lucsor,
na esplanada do requintado Hotel St. George, junto do rio Nilo.
Publicada por Luis Araújo à(s) 18:18 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, 28 de março de 2014

Escrita hieroglífica


Aproveitando o balanço do interessante curso de História da Escrita, 
que continua a decorrer na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
todas as quartas-feiras, das 18 às 20 horas, no Anfiteatro III,
aqui se lança um pequeno desafio para os escribas de serviço.

Qual o nome do faraó que se encontra na inscrição hieroglífica?
E, já agora, o que diz o fragmentado texto em redor do nome real?


Publicada por Luis Araújo à(s) 11:13 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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terça-feira, 25 de março de 2014

Talvez para o ano...


Com a instabilidade política e social que o Egito agora atravessa
e com a «crise» que nos aflige foram desmarcadas as visitas de estudo
ao Egito (cujo percurso seria o do ano passado) e às cidades da Europa
com coleções egípcias, inseridas no projeto «O Egito na Europa».

Agora resta a esperança que a situação no Egito melhore e acalme
para que no próximo ano possamos retomar as viagens ao país do Nilo
que o Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
inaugurou há catorze anos e que esta «crise» interrompeu.

Se na Páscoa de 2015 voltarmos a organizar uma visita de estudo
a um Egito mais tranquilo e estável, então poderemos tirar fotografias
como a que aqui se publica, tirada no interior do autocarro que nos levou
de Lucsor até Abido, pela longa estrada do deserto ocidental.


Publicada por Luis Araújo à(s) 08:53 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, 21 de março de 2014

História da Escrita


Continua a decorrer, com uma significativa assistência de interessados,
o primeiro curso de História da Escrita promovido pelo Centro de História 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Na passada quarta-feira, dia 19, o tema foi a escrita hieroglífica egípcia,
depois de nas semanas anteriores terem sido recordadas outras escritas,
a escrita cuneiforme (dia 5 de março) e as escritas da América Central,
desde os Maias aos Astecas (dia 12 de março).

Na próxima quarta-feira, dia 26 de março, será a vez das escritas
da Síria-Palestina, desde a inovadora escrita linear fenícia, às escritas
hebraica e aramaica, e ainda a escrita alfabética cuneiforme de Ugarit.

Publicada por Luis Araújo à(s) 18:16 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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segunda-feira, 17 de março de 2014

Já não há O Egito na Europa


A visita de estudo, prevista para a Páscoa, que estava a ser organizada 
pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
sob o tema «O Egito na Europa», já não se realiza.

É mais um sintoma da crise que nos aflige, e que se patenteou no número
de pessoas inscritas para a viagem, menos de 20, que era o número mínimo
para que esta inédita visita de estudo se pudesse concretizar.

Assim, deixaremos de visitar Berlim, Leiden, Paris e Londres (cuja fachada 
neoclássica do British Museum se vê na imagem acima), e as excelentes
coleções de antiguidades egípcias que naquelas cidades poderíamos ver.

Resta-nos esperar que a situação político-social no Egito se esclareça,
para que no próximo ano possamos retomar as nossas visitas de estudo
ao país do Nilo, prosseguindo uma tradição iniciada há catorze anos,

Publicada por Luis Araújo à(s) 19:40 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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quarta-feira, 12 de março de 2014

História da Escrita


Está a decorrer na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
com um significativo número de participantes inscritos, um curso livre
de História da Escrita, às quartas-feiras, das 18 às 20 horas,
organizado pelo Centro de História da Faculdade.

Já ocorreram as sessões dedicadas à Escrita Cuneiforme (dia 5 de março)
e às Escritas da Mesoamérica (dia 12 de março), seguindo-se uma sessão
dedicada à Escrita Hieroglífica Egípcia no dia 19 de março.

A imagem mostra uma pequena inscrição feita com belos hieróglifos
gravada numa das paredes do templo funerário de Ramsés III,
em Medinet Habu, Lucsor Ocidental.

O signo da esquerda é um bolo estilizado e é, nesta circunstância,
 o verbo «dar»  -  mas dá o quê?
Publicada por Luis Araújo à(s) 21:25 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 9 de março de 2014

Este ano, são descobertas atrás de descobertas!



   Arqueólogos egípcios e europeus descobriram a estátua de uma das filhas do faraó Amenhotep III, com quase 3.500 anos, na cidade monumental de Lucsor.

   Uma equipa que trabalhava em Lucsor descobriu a estátua da princesa Iset, com 170 centímetros de altura e 52 centímetros de diâmetro, durante a renovação do mausoléu de Amenhotep III, na margem ocidental da cidade, referiu o ministro das Antiguidades, Mohamed Ibrahim, num comunicado.

 «A estátua faz parte de uma escultura de alabastro com 14 metros de altura que estava na entrada do santuário do templo», afirmou o chefe da equipa, Hourig Sourouzian, referindo que Iset surge colocada junto ao seu pai, uma disposição inédita, já que a princesa só tinha sido descoberta representada em conjunto com os pais e os irmãos.
   A figura de Iset está afetada pela erosão, «especialmente a face», e não tem pés, segundo o ministério. Na estátua estão inscritos o nome de Iset, os seus títulos e a mensagem «o amor de seu pai».

Fonte:

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3725653&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Publicada por Fernando Azul à(s) 17:51 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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terça-feira, 4 de março de 2014

Faltam cinco semanas


Eis o obelisco egípcio reerguido no século XIX na Place de la Concorde,
e que visitaremos durante a nossa estada em Paris no dia 20 de abril,
no decurso da nossa viagem com o tema «O Egito na Europa».

Faltam cerca de cinco semanas para a partida e as inscrições decorrem
ainda junto da Agência Pinto Lopes Viagens, podendo o Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa prestar todas
as informações de âmbito histórico e científico sobre o percurso.

Quem quer vir?

Publicada por Luis Araújo à(s) 14:32 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
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Tesouros recuperados




Um cidadão francês ofereceu um pedaço de um antigo sarcófago decorado que ele herdou de seu avô. O Ministro do Estado para Antiguidades, Mohamed Ibrahim, anunciou que a peça tem 19 centímetros de comprimento e que o Ministério de Antiguidades está trabalhando com a embaixada egípcia em Paris para trazer a peça de volta ainda essa semana.

O ministro acrescentou que o Egito também recuperou uma estátua de mármore de um leão que estava na Alemanha e uma coleção de vasos de vidro do período Ptolemaico que estava na França. De acordo com Ibrahim, esses objetos foram roubados de galerias na cidade de Qantarah Al-Sharqiyya, sendo resultado da falta de segurança que invadiu o país após a revolução de janeiro de 2011.


Fontes:

http://antigoegito.org/uma-antiga-peca-de-sarcofago-retorna-para-egito/

http://english.ahram.org.eg/NewsContent/9/40/94586/Heritage/Ancient-Egypt/An-ancient-Egyptian-piece-of-a-sarcophagus-return-.aspx
Publicada por Fernando Azul à(s) 14:18 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

O Egito em Leiden


Eis a bela fachada do Museu de Antiguidades de Leiden (Rijksmuseum
van Oudheden), onde estaremos na manhã do dia 17 de abril, durante
a nossa visita a vários museus da Europa que exibem coleções egípcias.

Embora o Egito seja o principal motivo da viagem do Instituto Oriental,
grande parte do percurso será dedicado a visitar os mais significativos
locais das várias cidades por onde passaremos.

As inscrições estão a decorrer, podendo ser contactada para o efeito
a Agência Pinto Lopes Viagens, Rua Viriato, 1 A (Picoas), Lisboa.
Publicada por Luis Araújo à(s) 20:29 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

E mais um novo achado!




   Um sarcófago contendo uma múmia que data de 1600 a.C foi encontrado na antiga cidade egípcia de Lucsor. Arqueólogos espanhóis descobriram a múmia dentro de um sarcófago de madeira adornado com raras pinturas. Com dois metros de comprimento e cinquenta centímetros de largura, o sarcófago está em ótimas condições e suas cores ainda estão brilhando, disse nessa quinta-feira o Ministro de Antiguidades do Egito.

    O sarcófago foi descoberto em um local de enterro na margem ocidental de Lucsor, perto de uma tumba pertencente ao administrador do armazém da rainha Hatchepsut. De acordo com exames preliminares nas suas inscrições, seu proprietário era um estadista importante.

Fontes:

http://antigoegito.org/mumia-de-3-600-anos-e-encontrada-em-sarcofago-no-egito/

http://www.globalpost.com/dispatch/news/afp/140213/egypt-mummy-found-well-preserved-sarcophagus

http://www.sbs.com.au/news/article/2014/02/14/mummy-found-egypt-sarcophagus
Publicada por Fernando Azul à(s) 11:42 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O Egito na Europa


Como já foi anunciado, a visita de estudo ao Egito prevista para a Páscoa
foi desmarcada e substituída por uma viagem pelas grandes capitais
europeias que têm museus com excelentes coleções egípcias.

Assim, depois de catorze anos de viagens ao Egito durante as férias
da Páscoa, organizadas pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, optámos agora por um «Plano B» que nos levará
a Berlim, Leiden, Paris e Londres, numa viagem de onze dias.

Em breve será divulgado o plano detalhado desta bela viagem,
estando os aspetos científicos e culturais a cargo do Instituto Oriental
e de vários docentes da Faculdade de Letras de Lisboa,
e as questões logísticas a cargo da Agência Pinto Lopes Viagens.
Publicada por Luis Araújo à(s) 21:42 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

LE VOYAGE DE L’OBÉLISQUE : LOUXOR / PARIS (1829-1836)


De 12 de Fevereiro a 6 de Julho. Mais detalhes: http://www.musee-marine.fr/le-voyage-de-lobelisque-louxor-paris-1829-1836.
Publicada por Teresa Marques dos Santos à(s) 11:59 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Adeus Hurghada!


Na postagem anterior faltou dizer que a imagem era da estância balnear
de Hurghada, tal como esta bela vista que aqui podemos apreciar,
e onde este ano infelizmente não poderemos ir.

Hurghada é uma forma ocidentalizada do verdadeiro nome do local,
que é Ghardaka, na costa amena e soalheira do mar Vermelho,
onde nos últimos três anos temos descansado depois das visitas
aos locais históricos, em banhos de cultura que também cansam.

Por isso nada melhor que os banhos restauradores em Hurghada,
antes do regresso a Lisboa - mas tão cedo parece que não se poderá
concretizar a fruição desse paraíso junto ao mar.

Adeus Hurghada!

Publicada por Luis Araújo à(s) 10:33 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Já não vamos ao Egito


Foi tomada a decisão de não se realizar na Páscoa deste ano a tradicional
visita de estudo ao Egito, dado que ainda se mantém o clima de incerteza
e de grande insegurança no pesado ambiente político-social.

Assim sendo, é melhor adiar esta viagem para uma melhor oportunidade,
estando agora a ser equacionada outra hipótese para substituir a ida
ao país do Nilo - e esta seria a 15.ª visita de estudo! Paciência...

Em breve será dada notícia acerca de um Plano B que está a ser pensado.
Sim, também nós temos direito a um Plano B!

Publicada por Luis Araújo à(s) 19:51 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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sábado, 18 de janeiro de 2014

Mais uma descoberta arqueológica em 2014!!!



   Arqueólogos egípcios e norte-americanos descobriram a tumba de um faraó até então desconhecido pelos historiadores, revelou nesta quarta-feira o Ministério de Antiguidades do Egito.
  A tumba faraónica data de aproximadamente 1650 antes de Cristo e foi descoberta perto da cidade de Sohag, no sul do país, disse Mohamed Ibrahim, o ministro de Antiguidades.
Historiadores egípcios e arqueólogos da Universidade da Pensilvânia decifraram os hieróglifos encontrados no local e identificaram o rei como Seneb Kay, pertencente à 16ª dinastia.
  Durante o segundo período intermediário do Egito Antigo, no qual os estudiosos situaram a tumba e o faraó, o país estava dividido entre diversos governantes. Também se trata de um período sobre o qual as informações ainda são escassas.
  "A descoberta se soma a nossa história faraónica e lança luz em uma era sobre a qual conhecemos pouco até agora", observou Ali al-Asfar, diretor de Antiguidades da região de Assuão. 


Fonte:

http://www.ecofinancas.com/noticias/tumba-farao-desconhecido-descoberta-no-egito
Publicada por Fernando Azul à(s) 12:55 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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sábado, 11 de janeiro de 2014

Novidades em 2014!



The tomb of the Egyptian pharaoh King Sobekhotep I, believed to be first king of the 13th Dynasty (1781BC-1650BC), has been discovered by a team from the University of Pennsylvania at Abydos in Middle Egypt, 500km south of Cairo.


Read more: http://voiceofrussia.com/news/2014_01_07/Archaeologists-discover-tomb-of-Pharoah-Sobekhotep-I-in-Egypt-5971/
http://voiceofrussia.com/news/2014_01_07/Archaeologists-discover-tomb-of-Pharoah-Sobekhotep-I-in-Egypt-5971/
Publicada por Fernando Azul à(s) 20:56 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O filão Tut é de facto inesgotável


In NBC News (3.1.2014)

«King Tut's mummified erect penis may point to ancient religious struggle

Egypt's King Tutankhamun was embalmed in an unusual way, including having his penis mummified at a 90-degree angle, in an effort to combat a religious revolution unleashed by his father, a new study suggests.

The pharaoh was buried in Egypt's Valley of the Kings without a heart (or a replacement artifact known as a heart scarab); his penis was mummified erect; and his mummy and coffins were covered in a thick layer of black liquid that appear to have resulted in the boy-king catching fire.»

Publicada por Paulo Ferrero à(s) 15:35 3 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Etiquetas: tut

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Natal copta


No dia 7 de janeiro foi celebrado o Natal copta, reunindo
os cristãos egípcios na festa do nascimento de Jesus Cristo.

Os coptas seguem o calendário juliano, que está desfasado
em relação ao nosso calendário gregoriano, embora ambos
tenham a mesma origem: o antigo calendário do Egito faraónico.

Entretanto as forças armadas egípcias, que no ano passado
tomaram o poder, destituindo o presidente Mohamed Morsi
e proibindo as atividades da Irmandade Muçulmana,
publicaram este festivo cartão natalício, procurando 
a aliança entre o exército e os coptas.

Agradecemos ao Prof. Adel Sidarus, da Universidade de Évora,
o envio da imagem, retendo a sua ideia de que esta mensagem
pode estar relacionada com as próximas eleições presidenciais.



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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sob o signo da cerveja


A cerveja, mais uma vez!... 
E tudo isto porque foi descoberto há pouco tempo em Lucsor Ocidental
um túmulo de um produtor egípcio de cerveja, datado da XIX dinastia,
certamente do reinado de Ramsés II (século XIII a. C.).

A nossa cerveja de hoje é melhor que a egípcia dos tempos faraónicos,
 pelo menos é mais fresquinha, e este feliz momento, captado nas
últimas férias de Verão, na Praia das Maçãs, pretende demonstrar
o prazer de uma boa cerveja - mas bebida com moderação.

Resta saber qual o nome em escrita hieroglífica que está gravado
na camisa do sorridente bebedor...

Publicada por Luis Araújo à(s) 21:32 5 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 5 de janeiro de 2014

Túmulo de produtor de cerveja descoberto em Luxor


«Uma parede do túmulo mostra o chefe cervejeiro, também chefe das reservas reais, a fazer oferendas aos deuses»(France Presse, via Público de 4.1.2014, notícia aqui)

Publicada por Teresa Marques dos Santos à(s) 11:31 4 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 29 de dezembro de 2013

Egipto tenta impedir que peças traficadas cheguem aos leilões



In Público Online 29/12/2013
Por Alexandra Prado Coelho

«O Governo egípcio tem feito um enorme esforço para travar o contrabando do seu património e recuperar muitas das peças históricas que perdeu no meio da instabilidade política dos últimos anos.

A iniciativa mais recente, este mês, visou as leiloeiras Sotheby’s e Gorny & Mosch, ameaçadas de processos judiciais se não conseguissem provar a proveniência legal de peças levadas a leilão [...]»

Publicada por Paulo Ferrero à(s) 12:23 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Etiquetas: leilões

domingo, 15 de dezembro de 2013

Boas Festas!


Com este artístico postal natalício de temática piramidal
desejo aos escribas e aos muitos leitores deste faraónico blogue 
Boas Festas e um Bom Ano Novo, que em antigo egípcio seria:
HEBU NEFERU UEPET RENPET NEFERT

Resta dizer que o autor desta festiva e artística montagem gráfica,
feita a partir do texto hieroglífico elaborado pelo escriba que assina 
esta postagem, foi o egiptólogo Telo Ferreira Canhão.



Publicada por Luis Araújo à(s) 20:27 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Festa de Natal


Para os escribas e leitores deste faraónico blogue lembrei-me
de uma apropriada sugestão para a quadra natalícia, muito propícia
para lautas comezainas e excessos pantagruélicos.

Aqui se mostram as apetitosas vitualhas encontradas num túmulo
do Império Novo, que agora se encontram no Museu Egípcio de Turim,
fazendo certamente crescer água na boca aos visitantes.

Não faltam suculentos nacos de carne, costeletas magníficas,
pães e bolinhos, frutos secos (claro!) e outras iguarias...
Falta apenas o vinho licoroso adocicado com mel
e a quentinha e espessa cerveja egípcia... mas não se pode ter tudo!

Boa ceia de Natal!!!

Publicada por Luis Araújo à(s) 12:39 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Um Amenemhat pouco conhecido...


   Quem for ao Museu Britânico, em Londres, poderá encontrar esta esfinge de um peculiar tipo de rocha denominada "gneiss" (em inglês). Representa um rei pouco notável da XII dinastia: Amenemhat IV, penúltimo da sua linhagem, que terá reinado por volta de 1780-1770 a.C.

   Maekheruré Amenemhat - para tratá-lo pelo prenome e nome - não se destaca no compêndio da XII dinastia. As suas ligações familiares ainda são motivo de debate: em tempos achou-se que seria um príncipe menor, casado com a princesa Neferusobek, talvez herdeira de Amenemhat III, assumindo o trono através dela. Hoje tem-se mais ideia de que seria filho de Amenemhat III, sucedendo-lhe como único varão sobrevivente, após uma curta regência conjunta, atestada por inscrições em rochas na Núbia. A brevidade do seu reinado talvez se deva à idade avançada do próprio monarca aquando da morte do pai. O Papiro Real de Turim confere-lhe 9 anos, 3 meses e 27 dias de reinado.

   No essencial é uma época tranquila e isenta de ameaças externas: o rei limita-se a finalizar as obras iniciadas pelo pai nos templos em Medinet Maadi e possivelmente a ele se deve a construção de um templo em Kasr-el Sagha, no nordeste do Faium. Conhecem-se referências de quatro expedições ao Sinai em busca de turquesas e uma ao Uadi el-Hudi, na procura de ametistas.

   Contudo o poder real começa seriamente a declinar nesta época. Registos contemporâneos dão conta de secas sucessivas que terão levado ao fracasso das colheitas, fragilizando a base de uma economia agrícola e com ela os rendimentos da monarquia faraónica. É possível que, no fim do Império Médio, os recursos tenham sido explorados ao ponto do esgotamento, tornando-se insuficientes para uma população crescente, ainda mais com o início de um fluxo de imigrantes de origem asiática.

   Acrescentem-se problemas de ordem dinástica: possivelmente o longo reinado de Amenemhat III privou a monarquia de herdeiros capazes, razão que dita a ascensão de uma mulher ao trono, Neferusobek, talvez meia-irmã e esposa de Amenemhat IV e sua imediata sucessora, derradeira representante de uma dinastia moribunda e em processo de extinção.

   Desconhece-se com exatidão o local de enterro de Amenemhat IV: uma pequena pirâmide em Mazghuna, a sul de Dahchur terá sido feita para ele, supostamente como morada final para a eternidade. 
Publicada por Fernando Azul à(s) 12:56 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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sábado, 30 de novembro de 2013

Horemheb e Hapi


Realiza-se no próximo dia 4 de dezembro, quarta-feira, pelas 18 horas,
mais uma sessão do VI curso livre de Egiptologia, no Anfiteatro III 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A sessão é dedicada a um faraó pouco conhecido chamado Horemheb,
que reinou em finais da XVIII dinastia do Império Novo (c. 1320-1292 a. C.)
e que preparou o caminho para a XIX dinastia de Seti e de Ramsés II.

Na imagem surge Horemheb, quando ainda não era faraó, exibindo os seus
importantes títulos de «membro da elite (iri-pat), governador (hatiá), 
escriba real verdadeiro (sech-nesu maé), seu amado (meri-ef; amado
do rei, que era Akhenaton ou Tutankhamon ou Kheperkheperuré Ai), 
grande comandante do exército (imirá-mechá uer)». 

Mas antes da entrada em cena de Horemheb será feito o lançamento
da nova revista Hapi, com uma intervenção do seu diretor, o egiptólogo
Telo Ferreira Canhão, vice-presidente da Associação Cultural
de Amizade Portugal-Egipto.

Publicada por Luis Araújo à(s) 11:28 2 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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domingo, 24 de novembro de 2013

Quem é este feioso?!


   Esta estátua representa uma divindade egípcia muito em voga no Império Novo. A sua popularidade é atestada até mesmo fora do Antigo Egito, já que a estátua que aqui admiramos foi descoberta nas ruínas da antiga cidade real de Amatus, na ilha de Chipre, em pleno Mar Mediterrâneo. Presentemente encontra-se no Museu Arqueológico de Istambul, na República da Turquia.

  Protetor dos lares, tinha diversas funções, como afastar espíritos malignos, destruir todas as manifestações negativas que ameaçavam mulheres e crianças, auxiliar nos partos, portanto, atuando à semelhança dos espanta-espíritos que ainda hoje em muitos lares ocidentais, são colocados à entrada das casas, para reter todas as influências maléficas e proteger a família.

  E assim sendo, eu lanço a pergunta: quem é este feioso?!
Publicada por Fernando Azul à(s) 11:34 5 comentários: Hiperligações para esta mensagem
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Links fidedignos

  • Antiguidades Egípcias - Museu Nacional de Arqueologia
  • Arte Egípcia - Museu Calouste Gulbenkian
  • Biblioteca de Alexandria
  • Bibliotheca Alexandrina Antiquities Museum
  • Digital Egypt for Universities
  • Egyptian Antiquities - Louvre Museum
  • Egyptology Resources Cambridge
  • Instituto Oriental da Faculdade de Letras (UL)
  • International Association of Egyptologists
  • Metropolitan museum (secção egípcia)
  • Museu de Brooklyn (secção egípcia)
  • Museu Egípcio de Turim
  • Museu Egípcio do Cairo
  • The British Museum - Ancient Egypt
  • The Egyptian Museum and Papyrus collection of Berlin
  • The Griffith Institute
  • The Petrie Museum of Egyptian Archaeology

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