quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O Egito em Tondela (2)


Aqui vai mais uma imagem do painel de azulejos que decora
a «Óptica Mateus», em Tondela, com o veraneante enquadrado
pelo disco solar de Hórus de Behedet com serpentes sagradas.

A envolvência profilática é dada pelos frisos alternados 
com o udjat (o olho mágico do deus Hórus) e o círculo chen,
que se vê em estelas evocando a proteção e as libações.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Egito em Tondela (1)


A exemplo de anos anteriores as férias estivais de 2014 foram passadas
na região do Caramulo, Dão e Tondela, uma simpática, atraente e limpa
cidade provincial com bons ares que se respiram muito bem.

Pois em Tondela existe a «Óptica Mateus», oculista que data dos anos 70
do século passado, e que tem como decoração principal junto do balcão
um bonito painel de azulejos de temática egipcizante.

Nele se veem duas deusas de corpo azul envergando um típico vestido
vermelho ponteado de amarelo, identificadas com o hieróglifo de Ísis
sobre a cabeça, que ladeiam um signo que encerra uns óculos.

O atencioso funcionário de serviço informou que a autora do painel
foi «uma senhora de Lisboa»... cujo nome figura de facto na base
da obra de arte, mas é ilegível (parece estar escrito em «demótico»).

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Algumas curiosidades sobre amuletos...

NÓ DE ÍSIS (TET)
O nó de Ísis é muito parecido com o símbolo Ankh. O amuleto está ligado diretamente com o sangue de Ísis e por isso geralmente tem a cor avermelhada. Ele simbolizava a proteção da deusa e de seu filho Hórus. O amuleto permitia que o morto viajasse no submundo com segurança. Chamado pelos egípcios de Tet, o nó de Ísis era colocado amarrado no pescoço do morto. Ele foi muitas vezes representado junto com o pilar de Osíris (Djed) em diversos amuletos.


DJED
É conhecido como o Pilar de Osíris, de onde Ísis teria retirado a caixa com o corpo do deus que tinha caído em uma armadilha feita por Seth. Esse amuleto significa “estabilidade” e representa a coluna vertebral de Osíris. Aparece muitas vezes em sarcófagos e tinha o intuito de dar estabilidade ao morto. O pilar Djed tornou-se um símbolo de Osíris, que tinha entre outros atributos a fertilidade e a regeneração. Ele era um amuleto popular também na vida quotidiana dos egípcios.




Fonte: http://antigoegito.org/simbolos-egipcios/

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O Egito na História Militar



Depois de um lauto almoço neste calmo período de pré-férias estivais,
seguiu-se a habitual bica na tranquila esplanada do «Café Pascal», 
em Queluz, Monte Abraão, ali mesmo perto de casa.

A novidade está no facto de ontem ter estreado a bela T-shirt de fofinho 
algodão egípcio que os alunos do mestrado em História Militar 
generosamente ofereceram aos docentes do curso de 2013-2014.

E assim se fez a insólita «divulgação», beneficiando dos amplos (?!) 
costados do docente, de mais um curso de mestrado que terá início 
no próximo mês de setembro na Faculdade de Letras de Lisboa.

E de novo o aspeto bélico do Egito faraónico será tema do seminário
opcional de Armas e Sociedades: Mundo Pré-clássico, no próximo
curso de mestrado em História Militar em 2014-2015.
Até lá, boas férias!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Já podem vir!


Vá, já podem vir! - parece ser este o convite deste ternurento dromedário,
de impecável dentadura branca (mas sem o brilho da do Paulo Portas)
convidando a que retomemos as visitas de estudo ao país do Nilo.

Na verdade, nos últimos tempos não têm chegado notícias de perturbações
que desmotivem a viagem de turistas ao Egito, e, pelo contrário, as últimas 
notícias confirmam que pouco a pouco os visitantes estrangeiros estão
a retomar o gosto de escolher como destino um dos países do mundo
que mais monumentos e sítios históricos tem para oferecer.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Numa viagem ao Egito há 10 anos atrás...




Há 10 anos, pela Páscoa de 2004, tive a fortuna de viajar ao Egito em excelente companhia, a começar pela do professor Luís Manuel de Araújo. Apreciei cada minuto, cada momento com muita satisfação e com maior satisfação registei alguns desses momentos, como aquele junto à enorme Mesquita de Muhammad Ali Pasha, na Cidadela do Cairo, ou aquele junto às grandes Pirâmides de Giza e ainda este almoço «islâmico», bem condimentado, num restaurante local. Recordar é viver!!!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Mestrado em História Militar


No final da parte escolar do mestrado em História Militar, que pela
primeira vez abriu na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
professores e alunos reuniram-se num jantar de confraternização para
assinalar festivamente a ocasião, após um ano letivo assaz cansativo
e trabalhoso (como todos os outros aliás).

O Antigo Egito também esteve presente, na sua vertente bélica, neste novo 
mestrado em História Militar, coordenado pelo Professor José Varandas,
com um seminário opcional de Armas e Sociedades: Mundo Pré-clássico.

O mestrado resulta de um protocolo existente entre quatro Universidades
(de Lisboa, de Coimbra, dos Açores e da Madeira) e três escolas superiores
militares (Academias do Exército, da Marinha e da Força Aérea),
e reabrirá no ano letivo de 2014-2015, decorrendo agora as inscrições.

Recordação da última viagem


No regresso das nossas visitas de estudo ao país do Nilo temos o hábito
de recordar a viagem com um almoço de confraternização para lembrar
os belos momentos passados durante as cerca de duas semanas no Egito.

A imagem recorda o almoço feito no restaurante «Caravela de Ouro»,
em Algés, na sequência da nossa última visita de estudo ao Egito,
ocorrida na Páscoa de 2013, e aqui estão alguns dos participantes. 

Será que para o ano o Instituto Oriental da Faculdade de Letras de Lisboa
voltará a organizar a viagem, e, depois dela, o tradicional almoço?

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Regresso à «normalidade»?


Com a recente eleição do marechal Al-Sissi para presidente do Egito,
com uma vitória «expressiva» (mas relativa) nas eleições nacionais,
será que o país do Nilo pode agora voltar à «normalidade»?

Esta da «normalidade» tem muito que se lhe diga, num país onde a noção
e a vivência da democracia não correspondem exatamente aos nossos
tradicionais padrões sociopolíticos e ideológicos ocidentais.

Mas pode ser que uma certa normalização da vida quotidiana possa,
num futuro próximo, permitir que os turistas regressem ao Egito,
a começar pelas visitas de estudo organizadas pelo Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

sábado, 14 de junho de 2014

Falando de Tutankhamon, eis algumas "estórias" pouco conhecidas!

A revista VEJA de 16 de março de 1988 trouxe ao Brasil um novo capítulo sobre os tesouros de Tutankhamun, descobertos em 1922 por Howard Carter. Apesar de não ser um tema desconhecido dos estudiosos, a grande maioria dos interessados no antigo Egito desconhecem essa parte da história.
Segue abaixo a íntegra da matéria publicada na Veja.
Clique nas imagens para ampliá-las.







Fonte: http://antigoegito.org/tesouros-desconhecidos-de-tutankhamun-uma-historia-quase-oculta/

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Terminou mais um curso


Terminou mais um curso de temática egiptológica, organizado pelo 
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
que tratou de temas diversos como os têxteis e o vestuário no antigo Egito,
 as cores e sua utilização (imagem acima, com foto de Maria Luísa Pinto), 
as colunas e suas funções, os túmulos e o armamento.

O próximo curso de idêntica temática será em outubro, depois das férias,
e será o VII curso de Egiptologia, cuja estrutura, em doze sessões,
em breve se anunciará, contando-se para o efeito com cinco docentes 
pertencentes ao Centro de História.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

E mais uma notícia arqueológica!!!


   O Ministro de Antiguidades anunciou uma nova descoberta de uma câmara funerária intacta. A câmara continha 9 sarcófagos com múmias do Período Tardio (650-525 a.C) em Qubbet el Hawa, Sul de Aswan. O Ministro disse ainda que a descoberta feita pela missão espanhola dirigida pelo Dr. Alejandro Jimenez, professor de História Antiga da Universidade de Jaén, em cooperação com o Ministério de Antiguidades, faz parte de uma série de descobertas que foram anunciadas em temporadas anteriores.

   A nova descoberta prova que o local de enterro foi reutilizado no período tardio. Os sepultamentos encontrados anteriormente pertenciam a duas famílias da XII dinastia (Reino Médio – o reinado de Amenemhat III). O Dr. Alejandro Jimenez disse: “Nessa temporada a missão fez a documentação completa sobre a múmia encontrada anteriormente de Haqaib III, que foi um dos governadores de Elefantina, um homem de cerca de 26 anos, enterrado em dois caixões, sendo o interior de um, originalmente feito para uma mulher.






Fonte(s):

Palácio egiptómano


Algures na Bélgica, conhecido como Chateau Amon Re, local exacto desconhecido, propositadamente, porque abandonado à sua sorte ...

Fotos: Urbexosaurus (oblivionstate) e Sébastien Ernest.

domingo, 1 de junho de 2014

O armamento egípcio


Na próxima quinta-feira, dia 5 de maio, terá lugar a última sessão
do curso «A Vida no Antigo Egipto: Materiais e Tipologias», 
que decorre na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 
 em mais uma iniciativa do Centro de História.

 Como habitualmente, a sessão será no Anfiteatro III, às 18 horas,
apresentando o tema «O armamento egípcio», e estará a cargo 
de José Varandas, especialista em História Militar da Antiguidade.

domingo, 25 de maio de 2014

Túmulos egípcios


Na próxima quinta-feira, dia 29 de maio, entre as 18 e as 20 horas,
decorrerá mais uma sessão do curso «A Vida no Antigo Egipto», com
o tema «Materiais e tipologias», promovido pelo Centro de História 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (no Anfiteatro III).

O orador será o Professor Rogério Sousa, neste momento em trabalhos
de pós-doutoramento estudando os sarcófagos da XXI dinastia
que se encontram no Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa,
e o tema são os túmulos egípcios e a sua variada tipologia, e por isso
 a imagem acima mostra um túmulo rupestre do Império Médio.

Esta sessão do curso vem no seguimento de outras três já realizadas,
dedicadas aos têxteis e vestuário (Professor Telo Ferreira Canhão),
 às cores e sua utilização (Professor Luís Manuel de Araújo)
e às colunas egípcias (Professor José das Candeias Sales).

terça-feira, 6 de maio de 2014

Construções: Segredo dos egípcios seria um pouco de água


In Diário de Notícias, por E.S.

«Investigadores da Universidade de Amesterdão acreditam terem descoberto o truque que permitiu os egípcios construir as pirâmides e arrastar estátuas enormes pela areia.

Continua a ser um dos mistérios: como conseguiram os egípcios construir as enormes pirâmides, numa época sem tecnologia. Existem algumas teorias - incluindo a que defende que os extraterrestres deram uma ajuda -, mas, afinal, a solução seria algo bem terrestre: um pouco de água.

Segundo os investigadores da universidade holandesa publicaram na revista 'Physical Review Letters', molhando com uma pequena quantidade de água a areia diminuiria a fricção, permitindo assim arrastar com a ajuda de uma espécie de trenó as enormes pedras ou as estátuas.

Não poderia ser em grande quantidade, senão a fricção seria mais complicada de lidar, assim como na areia seca (neste caso seria necessário estar constantemente a desviar a areia que impediria o trenó de se mover). Com este simples truque, os investigadores acreditam que era possível reduzir para metade o número de homens necessários para puxar as pedras.

No túmulo de Djehutihotep foi encontrado um desenho que parece mostrar uma pessoa com água a abrir caminho para a deslocação de um trenó, ainda que seja uma interpretação que não é consensual.

Daniel Bonn, um dos oito investigadores envolvidos na descoberta, explicou ao 'The Washington Post' que alguns estudiosos de Egiptologia "têm vindo a interpretar a água como parte de um ritual de purificação e nunca procuraram uma explicação científica". Bonn defende que "os egípcios estavam provavelmente cientes deste truque útil".»

sábado, 3 de maio de 2014

Adivinha


O «Almanaque Bertrand» costumava desafiar os seus leitores a decifrarem vários enigmas, intitulados "hieróglifos". Este que aqui se vê é de 1914. O hieróglifo, que tem 6 palavras, faz sentido a seguir à palavra "estar", formando com ela uma frase-feita. Quem a adivinha? - pergunta feita por Carlos Medina Ribeiro no facebook.

domingo, 27 de abril de 2014

A vida no antigo Egipto


Começará em breve na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
outro curso de temática egiptológica, organizado, uma vez mais,
 pelo Centro de História (anfiteatro III, às quintas-feiras, das 18 às 20 h.).

Estão previstas as seguintes sessões:

Dia 8 de maio - Da produção têxtil ao vestuário (Telo Ferreira Canhão)
Dia 15 de maio - As cores e a sua utilização (Luís Manuel de Araújo)
Dia 22 de maio - As colunas egípcias (José das Candeias Sales)
Dia 29 de maio - Os túmulos e suas tipologias (Rogério Sousa)
Dia 5 de junho - O armamento egípcio (José Varandas) 

terça-feira, 15 de abril de 2014

V Congresso Ibérico de Egiptologia


Está já em marcha a preparação do V Congresso Ibérico de Egiptologia
que se realizará de 9 a 12 de março de 2015, na cidade de Cuenca, 
em Espanha, sob os auspícios da Universidade de Castilha la Mancha.

Estão já constituídas a comissão de honra, a comissão científica
e a comissão organizadora, presidida pelo Prof. Antonio Pérez Largacha,
esperando-se que possa ser reeditado o sucesso do IV Congresso
Ibérico de Egiptologia realizado em Lisboa em setembro de 2010.

Esperemos que a presença de egiptólogos portugueses e estudantes
da área possa ser significativa em Cuenca, cuja imponente catedral
aqui se mostra, sendo um dos muitos monumentos de uma cidade 
que a Unesco classificou como Património Cultural da Humanidade.


domingo, 30 de março de 2014

Sim, talvez para o ano...


Talvez no próximo ano, se voltarmos a organizar uma visita de estudo
ao Egito, possamos ver de novo um magnífico pôr do Sol em Lucsor,
na esplanada do requintado Hotel St. George, junto do rio Nilo.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Escrita hieroglífica


Aproveitando o balanço do interessante curso de História da Escrita, 
que continua a decorrer na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
todas as quartas-feiras, das 18 às 20 horas, no Anfiteatro III,
aqui se lança um pequeno desafio para os escribas de serviço.

Qual o nome do faraó que se encontra na inscrição hieroglífica?
E, já agora, o que diz o fragmentado texto em redor do nome real?


terça-feira, 25 de março de 2014

Talvez para o ano...


Com a instabilidade política e social que o Egito agora atravessa
e com a «crise» que nos aflige foram desmarcadas as visitas de estudo
ao Egito (cujo percurso seria o do ano passado) e às cidades da Europa
com coleções egípcias, inseridas no projeto «O Egito na Europa».

Agora resta a esperança que a situação no Egito melhore e acalme
para que no próximo ano possamos retomar as viagens ao país do Nilo
que o Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
inaugurou há catorze anos e que esta «crise» interrompeu.

Se na Páscoa de 2015 voltarmos a organizar uma visita de estudo
a um Egito mais tranquilo e estável, então poderemos tirar fotografias
como a que aqui se publica, tirada no interior do autocarro que nos levou
de Lucsor até Abido, pela longa estrada do deserto ocidental.


sexta-feira, 21 de março de 2014

História da Escrita


Continua a decorrer, com uma significativa assistência de interessados,
o primeiro curso de História da Escrita promovido pelo Centro de História 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Na passada quarta-feira, dia 19, o tema foi a escrita hieroglífica egípcia,
depois de nas semanas anteriores terem sido recordadas outras escritas,
a escrita cuneiforme (dia 5 de março) e as escritas da América Central,
desde os Maias aos Astecas (dia 12 de março).

Na próxima quarta-feira, dia 26 de março, será a vez das escritas
da Síria-Palestina, desde a inovadora escrita linear fenícia, às escritas
hebraica e aramaica, e ainda a escrita alfabética cuneiforme de Ugarit.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Já não há O Egito na Europa


A visita de estudo, prevista para a Páscoa, que estava a ser organizada 
pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
sob o tema «O Egito na Europa», já não se realiza.

É mais um sintoma da crise que nos aflige, e que se patenteou no número
de pessoas inscritas para a viagem, menos de 20, que era o número mínimo
para que esta inédita visita de estudo se pudesse concretizar.

Assim, deixaremos de visitar Berlim, Leiden, Paris e Londres (cuja fachada 
neoclássica do British Museum se vê na imagem acima), e as excelentes
coleções de antiguidades egípcias que naquelas cidades poderíamos ver.

Resta-nos esperar que a situação político-social no Egito se esclareça,
para que no próximo ano possamos retomar as nossas visitas de estudo
ao país do Nilo, prosseguindo uma tradição iniciada há catorze anos,

quarta-feira, 12 de março de 2014

História da Escrita


Está a decorrer na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
com um significativo número de participantes inscritos, um curso livre
de História da Escrita, às quartas-feiras, das 18 às 20 horas,
organizado pelo Centro de História da Faculdade.

Já ocorreram as sessões dedicadas à Escrita Cuneiforme (dia 5 de março)
e às Escritas da Mesoamérica (dia 12 de março), seguindo-se uma sessão
dedicada à Escrita Hieroglífica Egípcia no dia 19 de março.

A imagem mostra uma pequena inscrição feita com belos hieróglifos
gravada numa das paredes do templo funerário de Ramsés III,
em Medinet Habu, Lucsor Ocidental.

O signo da esquerda é um bolo estilizado e é, nesta circunstância,
 o verbo «dar»  -  mas dá o quê?

domingo, 9 de março de 2014

Este ano, são descobertas atrás de descobertas!



   Arqueólogos egípcios e europeus descobriram a estátua de uma das filhas do faraó Amenhotep III, com quase 3.500 anos, na cidade monumental de Lucsor.

   Uma equipa que trabalhava em Lucsor descobriu a estátua da princesa Iset, com 170 centímetros de altura e 52 centímetros de diâmetro, durante a renovação do mausoléu de Amenhotep III, na margem ocidental da cidade, referiu o ministro das Antiguidades, Mohamed Ibrahim, num comunicado.

 «A estátua faz parte de uma escultura de alabastro com 14 metros de altura que estava na entrada do santuário do templo», afirmou o chefe da equipa, Hourig Sourouzian, referindo que Iset surge colocada junto ao seu pai, uma disposição inédita, já que a princesa só tinha sido descoberta representada em conjunto com os pais e os irmãos.
   A figura de Iset está afetada pela erosão, «especialmente a face», e não tem pés, segundo o ministério. Na estátua estão inscritos o nome de Iset, os seus títulos e a mensagem «o amor de seu pai».

Fonte:


terça-feira, 4 de março de 2014

Faltam cinco semanas


Eis o obelisco egípcio reerguido no século XIX na Place de la Concorde,
e que visitaremos durante a nossa estada em Paris no dia 20 de abril,
no decurso da nossa viagem com o tema «O Egito na Europa».

Faltam cerca de cinco semanas para a partida e as inscrições decorrem
ainda junto da Agência Pinto Lopes Viagens, podendo o Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa prestar todas
as informações de âmbito histórico e científico sobre o percurso.

Quem quer vir?

Tesouros recuperados




Um cidadão francês ofereceu um pedaço de um antigo sarcófago decorado que ele herdou de seu avô. O Ministro do Estado para Antiguidades, Mohamed Ibrahim, anunciou que a peça tem 19 centímetros de comprimento e que o Ministério de Antiguidades está trabalhando com a embaixada egípcia em Paris para trazer a peça de volta ainda essa semana.

O ministro acrescentou que o Egito também recuperou uma estátua de mármore de um leão que estava na Alemanha e uma coleção de vasos de vidro do período Ptolemaico que estava na França. De acordo com Ibrahim, esses objetos foram roubados de galerias na cidade de Qantarah Al-Sharqiyya, sendo resultado da falta de segurança que invadiu o país após a revolução de janeiro de 2011.


Fontes:

http://antigoegito.org/uma-antiga-peca-de-sarcofago-retorna-para-egito/

http://english.ahram.org.eg/NewsContent/9/40/94586/Heritage/Ancient-Egypt/An-ancient-Egyptian-piece-of-a-sarcophagus-return-.aspx

domingo, 23 de fevereiro de 2014

O Egito em Leiden


Eis a bela fachada do Museu de Antiguidades de Leiden (Rijksmuseum
van Oudheden), onde estaremos na manhã do dia 17 de abril, durante
a nossa visita a vários museus da Europa que exibem coleções egípcias.

Embora o Egito seja o principal motivo da viagem do Instituto Oriental,
grande parte do percurso será dedicado a visitar os mais significativos
locais das várias cidades por onde passaremos.

As inscrições estão a decorrer, podendo ser contactada para o efeito
a Agência Pinto Lopes Viagens, Rua Viriato, 1 A (Picoas), Lisboa.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

E mais um novo achado!




   Um sarcófago contendo uma múmia que data de 1600 a.C foi encontrado na antiga cidade egípcia de Lucsor. Arqueólogos espanhóis descobriram a múmia dentro de um sarcófago de madeira adornado com raras pinturas. Com dois metros de comprimento e cinquenta centímetros de largura, o sarcófago está em ótimas condições e suas cores ainda estão brilhando, disse nessa quinta-feira o Ministro de Antiguidades do Egito.

    O sarcófago foi descoberto em um local de enterro na margem ocidental de Lucsor, perto de uma tumba pertencente ao administrador do armazém da rainha Hatchepsut. De acordo com exames preliminares nas suas inscrições, seu proprietário era um estadista importante.

Fontes:

http://www.sbs.com.au/news/article/2014/02/14/mummy-found-egypt-sarcophagus

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O Egito na Europa


Como já foi anunciado, a visita de estudo ao Egito prevista para a Páscoa
foi desmarcada e substituída por uma viagem pelas grandes capitais
europeias que têm museus com excelentes coleções egípcias.

Assim, depois de catorze anos de viagens ao Egito durante as férias
da Páscoa, organizadas pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, optámos agora por um «Plano B» que nos levará
a Berlim, Leiden, Paris e Londres, numa viagem de onze dias.

Em breve será divulgado o plano detalhado desta bela viagem,
estando os aspetos científicos e culturais a cargo do Instituto Oriental
e de vários docentes da Faculdade de Letras de Lisboa,
e as questões logísticas a cargo da Agência Pinto Lopes Viagens.