sábado, 27 de junho de 2015

Arte copta no Verão... e não só



A grande tela colocada na entrada do Museu Nacional de Arqueologia,
anunciando a exposição que lá está de Arte Copta e do Oriente Cristão,
chamará por certo a atenção de muitas das pessoas que habitualmente
passeiam pela aprazível e bela zona de Belém, incluindo os turistas.

São dois sugestivos telões divulgadores que convidam para a visita
às duas exposições temporárias que durante os meses deste Verão
estarão patentes: O Tempo Resgatado ao Mar, cujo comissário científico 
é o Professor Adolfo Silveira Martins, e a que se vê na imagem em baixo, 
dedicada ao cristianismo copta, etíope, arménio e moçárabe.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Egito Copta: Conferência




Após a abertura da exposição sobre Arte Copta e do Oriente Cristão
decorreu no bonito Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia
uma conferência feita pelo comissário científico da exposição,
dedicada ao tema «Reflexos da arte egípcia na iconografia copta».

A imagem de cima mostra o conferencista a ser apresentado pelo
Professor Adel Sidarus, da Universidade de Évora, e membro
da Comissão Organizadora das Jornadas Coptas e do Oriente Cristão
promovidas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica.

Na imagem de baixo pode ver-se parte da assistência que encheu
o Salão Nobre do Museu e que no final participou no Porto de Honra
oferecido pelo Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia,
apropriadamente acompanhado pelos tradicionais pastéis de Belém. 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Egito Copta: Exposição




Foi inaugurada no dia 19 de junho, no Museu Nacional de Arqueologia,
 a exposição sobre Arte Copta e do Oriente Cristão, com quarenta objetos
do cristianismo copta, etíope, arménio e moçárabe, os quais se exibem
num espaço concebido pelas arquitetas Manuela Fernandes e Mónica Cruz.

Na abertura da exposição falaram várias entidades, começando pelo
Dr. António Carvalho, diretor do Museu Nacional de Arqueologia,
que na imagem de cima está acompanhado pelo Professor João Lourenço,
diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa,
pelo embaixador do Egito, Dr. Ali Elashiry, pelo Dr. Vassallo e Silva,
diretor-geral do Património Cultural, pelo Dr. Jorge Rodrigues, do
Museu Calouste Gulbenkian, e pelo comissário científico.

A exposição sobre Arte Copta e do Oriente Cristão estará patente
até 7 de setembro, permanecendo assim à disposição do público
durante o Verão, aguardando-se também a visita de muitos turistas,
e por isso mesmo as legendas estão em português e em inglês.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Presença do Egito Copta


Inaugurou hoje, dia 19 de junho, no Museu Nacional de Arqueologia,
 a exposição sobre Arte Copta e do Oriente Cristão, que estará patente
ao público até ao dia 7 de setembro, acompanhada por um catálogo
que também foi lançado nesta ocasião e está à venda no Museu.

Os bonitos convites para o evento e para a conferência que se seguiu,
dedicada ao tema «Reflexos da arte egípcia na iconografia copta»,
circularam de mão em mão, tendo comparecido um número
significativo de pessoas, a testemunhar que o interesse pelo
Egito não se circunscreve apenas à longa fase faraónica.

Entretanto as Jornadas de Estudos Coptas e do Oriente Cristão,
abertas no dia 18 de junho na Universidade Católica Portuguesa,
culminarão no dia 20 de junho com uma eucaristia moçárabe
na Sé de Lisboa, pelas 18,30 horas (com entrada livre).

terça-feira, 16 de junho de 2015

Trinta anos depois...



No dia 10 de junho, aproveitando o feriado, reuniram-se as alunas e alunos
da antiga turma 11 N, do Liceu de Queluz, hoje Escola Secundária de Queluz
(ou Escola Secundária Padre Alberto Neto), para recordar o passado e falar
de coisas interessantes daqueles tempos, entre as quais o antigo Egito.

Foi no ano letivo de 1985-1986, e era de facto uma turma de grande nível, 
que na imagem de cima aparece à entrada do Palácio da Pena, em Sintra, 
numa visita de estudo lá realizada, e na foto de baixo posa em grande estilo 
antes do agradável almoço de convívio em Queluz, trinta anos depois.

Alguns alunos e alunas levaram os filhos, que podem agora ver as figuras
dos pais quando eram estudantes do ensino secundário, e poderão mesmo
comparar a imagem do professor que está na relíquia fotográfica em cima,
quando era um jovem recém-chegado do Egito, e na recente foto em baixo.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Temos mais novidades!



«Uma equipa de arqueólogos egípcios descobriu seis sepulturas, com múmias datadas de há mais de 2.500 anos, na localidade meridional de Assuão, informou hoje o ministro egípcio de Antiguidades, Mamdouh al Damati.

As sepulturas foram encontradas em escavações realizadas nos arredores do mausoléu de Agha Khan III - líder espiritual dos muçulmanos ismaelitas -, na ribeira oeste do rio Nilo, na cidade de Assuão, explicou o ministro num comunicado.
Os sepulcros datam da XXVI dinastia (654-525 a.C.), pertencente ao Período Tardio (724-343 a.C.).
As múmias encontravam-se dentro de sarcófagos de pedra e madeira, junto ao quais estavam as estátuas de barro, que representam os quatro filhos do deus Hórus, e um conjunto de amuletos e estatuetas de madeira dessa divindade, representada como um falcão.

Hórus, de acordo com as crenças egípcias antigas, protegia o defunto dos demónios e espíritos malignos.
Al Damati salientou a importância da descoberta porque, como observou, é a primeira vez que se encontram tumbas do Período Tardio nesta zona, que tem túmulos que datam dos Impérios Antigos, Médio e Novo.
O diretor-geral de Antiguidades da cidade egípcia, Nasr Salama, disse, numa nota, que a maioria desses túmulos começa com uma escadaria que conduz à entrada principal da sepultura, cujo interior está dividido em três ou quatro câmaras sem inscrições.
Indicou ainda que o tipo de escavação das sepulturas é diferente do que é usado nas outras descobertas na mesma área, que eram escavadas na rocha da montanha, já que estas seis foram encontradas no cume da meseta montanhosa.»
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=776571

O Egito copta


No próximo dia 19 de junho abrirá ao público uma exposição
inédita no nosso país com o tema «Arte Copta e do Oriente Cristão»
organizada pelo Museu Nacional de Arqueologia.

A iniciativa insere-se nas Jornadas Coptas e do Oriente Cristão,
um evento científico previsto para os dias 18, 19 e 20 de junho,
que tem vindo a ser preparado pela Faculdade de Teologia
da Universidade Católica Portuguesa.

As peças expostas evocam o cristianismo egípcio, etíope,
arménio e moçárabe, cedidas pelo Museu Calouste Gulbenkian,
Museu Nacional de Arte Antiga, Museu Nacional de Arqueologia
e Centro Cultural Copta Ortodoxo do Porto.

domingo, 7 de junho de 2015

O Antigo Egito no El Corte Inglés




Terminou no passado dia 4 o curso sobre o Antigo Egito organizado
pelo serviço de Âmbito Cultural de El Corte Inglés em seis sessões
e para o qual se inscreveram mais de oitocentas pessoas!

O problema foi a sala só permitir a presença de cerca de oitenta,
e por isso ficou desde já aprazado que em breve o curso seria repetido
a fim de possibilitar a sua frequência a algumas das outras pessoas.

Com as múltiplas tarefas de apoio bem preparadas e agilizadas 
pela Dra Kátia Duarte, sob a direção da Dra Susana Santos 
(que na imagem faz a apresentação do docente do curso),
tudo correu sem problemas para geral agrado dos presentes
que no final do curso receberam um diploma.

Usos e costumes no país das Duas Terras


Terminou no dia 3 mais um curso promovido pelo Centro de História
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, subordinado ao tema
«Usos e costumes», inserido no III Curso sobre A Vida no Antigo Egipto.

Os docentes do curso e os títulos das sessões foram os seguintes:
Telo Ferreira Canhão: A alimentação
José das Candeias Sales: O mobiliário
Luís Manuel de Araújo: A magia dos números
Rogério Sousa: Simbolismo e decoração dos ataúdes antropomórficos
José Varandas: Navios de guerra (evocado na imagem)

Convirá acrescentar que os temas apresentados no III curso sobre A Vida
no Antigo Egipto, sairão no próximo número da revista Hapi (n.º 3) 
com edição prevista para o próximo mês de outubro.


domingo, 24 de maio de 2015

Iremos mirar de novo o Farol de Alexandria?



«Autoridades egípcias aprovaram os planos para reconstruir uma das sete maravilhas do mundo antigo, o Farol de Alexandria. A edificação foi concluída por volta de 280 d.C. e tinha entre 110 metros e 130 metros de altura. O plano é reconstruí-la a poucos metros de onde ficava originalmente, na cidade litorânea de Alexandria. Atualmente, o local é ocupado pela Citadela de Quaitbay, informou o jornal egípcio The Cairo Post.

O comitê permanente do Egito para antiguidades aprovou a proposta que, agora, depende apenas apenas da aprovação do governo regional de Alexandria para sair do papel, afirmou Mostafa Amim, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, ao site de notícias Youm7.
“A construção original compreendia três andares: uma base quadrada com um núcleo central, uma seção mediana octogonal e um topo circular”, afirmou o professor de arqueologia Fathy Khourshid ao Cairo Post. O farol guiava navios usando um espelho durante o dia e uma chama durante a noite. A construção sofreu graves danos durante uma série de terremotos e acredita-se que tenha sido destruída por um tremor no início do século 14. Resquícios da estrutura foram usados para construir a Citadela de Qaitbay. Outros restos foram descobertos no porto de Alexandria, em 1990.»

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O Egito na Universidade do Porto



Realizou-se no passado sábado, dia 9 de maio, a visita de estudo anual
organizada pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras de Lisboa
à Reitoria da Universidade do Porto, para apreciar a coleção egípcia
que está exposta no Museu de História Natural da Universidade do Porto.

Pelo quinto ano sucessivo teve lugar esta viagem, partindo de Lisboa
o autocarro cheio com alunos de licenciatura, mestrado e doutoramento,
a que se juntaram algumas pessoas que frequentam o curso de Egiptologia
promovido pelo Centro de História da Faculdade de Letras de Lisboa.

Aos 50 «lisboetas» que demandaram a bela Cidade Invicta juntaram-se 
os interessados «portuenses» que quiseram conhecer o acervo exposto
e ouvir a conferência que decorreu no magnífico Salão Nobre da Reitoria
com o tema «A rainha Hatchepsut, um notável rei do antigo Egito», 
ficando o espaço bem composto com cerca de 120 assistentes.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Um tesouro (re)descoberto...aqui perto!


HABRÍA SIDO UN REGALO QUE SE ENVIÓ DESDE EL CAIRO A MADRID PARA FORTALECER LAS RELACIONES ENTRE AMBOS PAÍSES 
«La pasada semana se anunciaba el hallazgo en una de las dependencias de la Embajada de Egipto en Madrid de un ejemplar compuesto por 23 volúmenes de la obra titulada "Descripción de Egipto", encargada por Napoleón durante su estancia en el país de las pirámides. El ejemplar, probablemente un obsequio, había quedado en el olvido, aunque en los registros figura que su llegada se produjo en 1958.

Un insólito tesoro bibliográfico ha permanecido casi seis décadas olvidado en una de las sedes de la embajada de Egipto en Madrid. Hasta esta misma semana ningún bibliófilo, bibliotecario o egiptólogo español intuía siquiera su existencia pero el jueves, en una fugaz exposición dispuesta en los salones nobles del Museo Arqueológico Nacional (MAN), se puso fin a cincuenta y siete años de desmemoria.
"Según consta en nuestros libros de registro esta joya llegó a España en 1958", comenta el profesor Basem Saleh con una sonrisa de oreja a oreja. "Se trata, casi con certeza, de un regalo que se envió desde El Cairo a Madrid para fortalecer las relaciones entre ambos países y que, por alguna razón que se nos escapa, nunca se dio a conocer... hasta hoy". Saleh, consejero cultural de la embajada egipcia, se refiere así a una colección de veintitrés volúmenes impresos entre 1809 y 1826 en París por orden de Napoleón Bonaparte y a los que se conoce como la Descripción de Egipto.
Algunos de los tomos tienen más de un metro de envergadura y cuesta levantarlos. Son la partida de nacimiento de la moderna egiptología. "Pero lo que hemos encontrado no es una edición cualquiera", precisa el embajador de Egipto Ahmed Ismail. "Se trata de la Edición Imperial del informe que Bonaparte en persona ordenó redactar a un grupo de científicos sobre Egipto".
Esta es una de las obras colectivas más impresionantes jamás realizadas. 167 sabios -entre ellos 21 matemáticos, 17 ingenieros civiles, 13 naturalistas, 22 impresores, 10 escritores, 8 diseñadores, 4 arquitectos, 3 astrónomos...- participaron en su elaboración. Sus informes abordaron los más variados aspectos del país: desde su Historia antigua, a la cartografía, la descripción urbana de sus ciudades y pueblos, la zoología o la botánica.

Odisea tipográfica
Las otras ediciones de este trabajo que se conservan en España son todas más modernas. La Biblioteca Nacional, la Real, la del Museu Egipci de Barcelona o la del Instituto Bíblico Oriental de León sólo disponen de una versión posterior, la Panckoucke, impresa a partir de 1821 en volúmenes de menor formato y calidad. También son valiosos, pero menos. Y es que imprimir esta edición fue la mayor odisea tipográfica de su tiempo.
Para acometerla se utilizaron seis imprentas diferentes -una de ellas se fabricó expresamente para el proyecto-, a las que se ajustaron 837 planchas en cobre que reproducían ruinas de templos y pirámides, mezquitas y hasta insectos o plantas. Por primera vez 74 de ellas se grabaron a color y se retocaron a mano. Sus mapas eran de una precisión pasmosa y la obra pronto se convirtió en el orgullo del Siglo de las Luces. Nunca antes ningún colectivo había elaborado una radiografía semejante de ninguna región de la Tierra.
Cuando en 1809 se llevó a imprenta el primer volumen de la serie, Napoleón ordenó imprimir sólo mil copias, todas en papel de vitela, e incluso puso a trabajar a los mejores ebanistas de París para que elaboraran una serie limitada de muebles-escritorio que protegieran los tomos que iban saliendo de las prensas. De aquel millar de copias se vendieron muy pocas. Casi nadie podía permitirse un lujo como aquel, así que el Emperador -que había preparado aquella operación para celebrar sus primeros diez años en el trono- terminó regalándolos a instituciones, amigos y miembros de las principales casas reales europeas. "Por eso, que uno de esos ejemplares, completo, esté en España y nadie lo haya sabido hasta hoy es algo que debemos reparar de inmediato", declara el embajador.

Hallazgo histórico
Tras el hallazgo, y con la voluntad de darlo a conocer lo antes posible, se ha procedido a presentarlo la pasada semana, coincidiendo con la primera visita oficial del presidente de Egipto Abdelfatah Al Sisi a Madrid.
El embajador Ismail consideró que era interesante darlo a conocer cuanto antes en un claro gesto de aperturismo y apuesta de su Gobierno por la cultura. "Creemos que esta maravilla pudo haber llegado a Madrid gracias al sueño de nuestro ministro de Educación más querido, el escritor Taha Hussein", sugiere el profesor Basem. "Creó el primer gran programa de alfabetización del país y fundó el Instituto Egipcio en Madrid en 1950. Estaba convencido de que serviría de puente entre las dos orillas del Mediterráneo. Un regalo como este encaja a la perfección con ese ideario... Pero no estamos seguros", admite. "Como comprenderá, aún estamos deslumbrados por este hallazgo".»

Fonte:

http://arqueologia-paleoramaenred.blogspot.com.es/2015/05/descubierto-en-madrid-ejemplar-de-la.html

domingo, 3 de maio de 2015

No Egito: Abu Simbel


Continuando a evocar a nossa recente visita de estudo ao país do Nilo,
eis parte do grupo de viajantes em frente do templo funerário de Ramsés II
em Abu Simbel, o ponto mais a sul do Egito, na Núbia, onde estivemos.

Já houve anos em que íamos de Assuão para Abu Simbel de autocarro,
partindo às 4 da manhã, para estarmos nos templos rupestres na alvorada,
mas nas últimas visitas de estudo temos preferido o avião, é mais prático,
embora tenha acabado o «romantismo» da rota pelo deserto ocidental.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Mais uma vitória contra o contrabando...mas a guerra não acaba!



«Egipto recuperó el viernes casi 140 piezas arqueológicas que habían salido de contrabando Estados Unidos. Este sábado recibirá otras 239 procedentes de Francia, según informó en un comunicado el Ministerio egipcio de antigüedades.

El titular egipcio de este ministerio, Mamduh al Damati, explicó en una rueda de prensa celebrada en el aeropuerto de El Cairo que estas piezas se trasladarán a los almacenes del Museo egipcio de la plaza Tahrir -en El Cairo- y del futuro Gran museo de egipto -en la vecina localidad de Guiza-.

"El Ministerio de antigüedades se esforzará lo máximo para recuperar toda pieza arqueológica que haya salido de Egipto por vías ilegales", apuntó Al Damati.

El ministro añadió que Egipto ha recuperado recientemente quince piezas de Australia77 de Alemania y Dinamarca, además de una de Sudáfrica.

Por otra parte, Al Damati agradeció a los Ministerios de Exteriores, de Aviación civil y de Finanzas de Egipto por su cooperación en la recuperación de estas piezas.

El pasado 29 de enero, el Ministerio de antigüedades egipcio mostró su deseo de recuperar lo antes posible las 36 piezas arqueológicas de la época faraónica que fueron incautadas por la Guardia Civil española el pasado junio en el puerto de Valencia.

Las piezas, entre las que destaca una cabeza que representa a la diosa Sekhmet -de 3.800 años de antigüedad, y cuyo valor se calcula en300.000 euros-, fueron halladas en el interior de unos recipientes de barro de escaso valor.

En aquel momento, Al Damati advirtió de que en los últimos tiempos se han extendido en el país las excavaciones ilegales para la venta y el tráfico de este tipo de arte.»


Fonte:

http://www.diariodenavarra.es/noticias/mas_actualidad/sociedad/2015/04/25/egipto_recupera_piezas_sacadas_contrabando_204402_1035.html

domingo, 26 de abril de 2015

O novo Cairo islâmico



Um dos locais mais bonitos do Cairo moderno é o parque de Al-Azhar,
que resultou da transformação de uma antiga lixeira da capital egípcia,
e que hoje tem frondosos jardins com fontes e um agradável restaurante,
de cuja esplanada se pode admirar o Cairo em sugestiva panorâmica.

Foi no restaurante do parque de Al-Azhar que cumprimos uma tradição
das nossas viagens anuais: o jantar ao ar livre no primeiro dia do Cairo, 
numa noite de luar, vendo-se o grupo a deliciar-se com pratos «exóticos»
numa fotografia para «memória futura» tirada pela guia Teresa Neves.

O Cairo islâmico



Apesar de grande parte da nossa visita de estudo anual ao país do Nilo 
decorrer sob o signo dos monumentos e sítios do antigo Egito faraónico
também dedicamos alguns instantes ao Egito islâmico, que no Cairo
está bem representado por inúmeras mesquitas por onde passamos.

É habitual entrarmos em algumas delas, e este ano foram escolhidas
as mesquitas do sultão Hassan e de Al-Rifai (ou Ar-Rifai), situadas
na base da Cidadela do Cairo, onde se ergue a grande mesquita 
de Mohamed Ali, que nos anos anteriores mereceu a nossa visita.

A imagem de cima mostra a mesquita do sultão Hassan (à esquerda),
concluída em meados do século XIV durante a dinastia dos Mamelucos,
tendo à direita a mesquita de Al-Rifai, concluída em 1911, no reinado
de Abbas Hilmi, onde está o túmulo do último xá da Pérsia (ou Irão),
Mohamed Reza Pahlevi (1919-1980), que morreu exilado no Egito.

Na imagem de baixo, em excelente fotografia da guia Teresa Neves,
obtida no impressionante interior da mesquita do sultão Hassan,
podemos ver dois dos sítios fundamentais da organização espacial
de uma mesquita: o mirhab (nicho que indica a direção de Meca)
e o minbar (o púlpito de onde o imã fala aos crentes).


sábado, 25 de abril de 2015

Os guias da viagem ao Egito


Tal como em anos anteriores, nesta nossa 15.ª visita de estudo
ao país do Nilo mantivemos a condução do grupo com três guias:
um guia local (Mustafa), uma guia da agência Pinto Lopes Viagens
(Teresa Neves) e um guia do Instituto Oriental da Faculdade de Letras 
da Universidade de Lisboa (Luís Manuel de Araújo).

Está já em elaboração um programa para a viagem anual que terá lugar
na Páscoa de 2016, prevendo-se aliciantes diferenças em relação 
à visita de estudo deste ano, mas os três guias continuarão ao serviço,
procurando tornar o atrativo percurso cultural e os momentos lúdicos
inesquecíveis para os viajantes - como de resto até hoje tem sucedido.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

No Egito: Dendera


Tal como nos anos anteriores, também desta vez o programa gizado
para a visita de estudo ao Egito contemplou o belo templo de Dendera,
onde era cultuada a benevolente deusa Hathor, o seu esposo Hórus 
e o filho de ambos, o jovem músico Ihi, que lá aparece a tocar sistro.

A foto foi obtida à saída do templo de Hathor, já no final da visita,
junto do que resta do pilone romano e do mammisi de Augusto,
com a tradicional foto tirada junto de um grande relevo do deus Bés,
vendo-se parte dos membros do grupo a rodear a sua imagem.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

No Egito: Deir el-Bahari


O sétimo dia de viagem no Egito foi dedicado à margem ocidental.
com visitas ao Vale dos Reis, Vale das Rainhas e ao chamado
«Vale dos Nobres», onde estivemos nos interessantes túmulos 
do vizir Rekhmiré e do funcionário Sennefer (Império Novo).

Um momento alto do percurso por Lucsor Ocidental foi a visita
ao magnífico templo funerário da rainha-faraó Hatchepsut, 
em Deir el-Bahari, que a foto acima bem documenta.

sábado, 11 de abril de 2015

No Egito: Filae e Edfu



Depois de estar dois dias na zona do Cairo, para ver Sakara e Guiza,
visitando pirâmides e mastabas situadas nessas vastas necrópoles,
a que se juntou uma curta estada no que resta da antiga capital Mênfis,
e ainda a visita ao Museu Egípcio do Cairo, o grupo partiu para sul.

No Sul do Egito cumpriu-se o tradicional percurso que nos levou até
à bela ilha de Filae e ao templo da deusa Ísis (primeira imagem)
após o que se iniciou o cruzeiro no rio Nilo, chegando ao muito bem
conservado templo de Hórus em Edfu (segunda imagem).