sábado, 15 de novembro de 2014

Uma novidade hieroglífica!!!



"Caros colegas
Dia 6 de Dezembro às 16h00 ocorre o lançamento da Gramática Fundamental de Egípcio Hieroglífico (608 pp. Chiado Editora). Obra revista e prefaciada pelo Prof. Dr. Pascal Vernus e com um posfácio assinado pela Profa. Dra. Maria Helena Trindade Lopes.
Estão todos convidados para o lançamento, no Museu Nacional de Arqueologia - Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa."

P.S. Esta notícia foi publicada no Facebook pelo prof. Ronaldo Gurgel Pereira, na página "Egiptologia em Portugal", para quem quiser saber.

domingo, 9 de novembro de 2014

O Antigo Egito em Tavira


Decorreu recentemente, de 2 a 8 de novembro, na bonita cidade de Tavira,
o 8.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios, numa realização
da Associação Internacional de Paremiologia, que reúne estudiosos 
de todo o mundo que se dedicam ao estudo dos provérbios.

No encontro internacional de Tavira, onde participaram paremiólogos 
vindos de todos os continentes trazendo os provérbios dos seus países
que lá foram apresentados e analisados, também os provérbios egípcios
marcaram presença com uma comunicação sobre «Sentenças proverbiais
de timbre político-militar no antigo Egito».

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Chegou a Hapi 2


Provando que esta nova revista de temática egiptológica chegou
para continuar no futuro, será lançado ao público, no próximo dia 5
de novembro, o número 2 de Hapi, com uma bela e sedutora capa,
reproduzindo uma máscara funerária egípcia de prata dourada
da excelente coleção do Museu Calouste Gulbenkian.

O tema segue o que já constava no número 1 de Hapi, dedicado à Vida
no Antigo Egipto, mas agora tratando de Materiais e Tipologias, 
embora com dois artigos iniciais que não são da área faraónica:
Ahmed Zaky, «Viagem numismática pela história islâmica do Egito»,
Alexandra Diez de Oliveira e Artemisa Silva, «Pequenos mundos
do grande Egipto literário» (sobre Naguib Mahfouz).

Continua com Telo Ferreira Canhão, «Da produção têxtil ao vestuário»,
Luís Manuel de Araújo, «As cores e a sua utilização»,
José das Candeias Sales, «As colunas egípcias»,
Rogério Sousa, «O horizonte eterno: identidade e sacralidade
nos túmulos privados do antigo Egipto»
e José Varandas, «O armamento egípcio».


domingo, 2 de novembro de 2014

O Antigo Egito nas Belas-Artes


Na sequência de uma sessão sobre as virtualidades estético-gráficas 
da escrita hieroglífica egípcia, que na semana passada teve lugar 
na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa,
ficou o caminho aberto para uma futura e mais fecunda colaboração
entre várias faculdades da maior Universidade portuguesa.

A sessão, dedicada aos alunos de Comunicação Textual, no âmbito
de estudos relacionados com a escrita, comunicação textual e iconografia,
deixa antever que a parceria existente entre a Faculdade de Belas-Artes
e a Faculdade de Arquitectura se possa alargar, neste específico âmbito 
da escrita e da arte, à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Visita de estudo (2)


A turma de História da Antiguidade Pré-clássica, do 1º ano dos cursos 
de História, de Arqueologia e de História da Arte, da Faculdade 
de Letras da Universidade de Lisboa, fez uma visita de estudo
ao Museu Calouste Gulbenkian no passado dia 18 de outubro.

A aula prática, que decorreu na sala que expõe a excelente coleção 
de antiguidades egípcias, estava prevista no programa da cadeira, 
mantendo-se assim uma tradição de muitos anos de visitas a museus
portugueses com acervos evocativos do antigo Egito.

Apesar da medíocre qualidade da fotografia, fica o registo histórico
de mais uma visita de estudo, que com regular frequência as turmas
do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa 
fazem a museus portugueses - e o Museu Calouste Gulbenkian
é certamente de visita obrigatória e deveras compensadora.

Visita de estudo (1)


O primeiro grupo de alunos de História da Antiguidade Pré-clássica, 
do 1º ano dos cursos de História, de Arqueologia e de História da Arte,
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez uma visita de estudo
ao Museu Nacional de Arqueologia no passado dia 11 de outubro.

Cumprindo o estabelecido no programa da cadeira, a aula prática teve 
lugar na sala de antiguidades egípcias do Museu Nacional de Arqueologia,
prevendo-se a ida de um segundo grupo da turma no dia 25 de outubro,
acompanhando os alunos do mestrado de História Militar.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A marinha egípcia


O tema da próxima sessão do curso de Egiptologia, que continua a decorrer
no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
será a marinha egípcia (quarta-feira, dia 22 de outubro, pelas 18 horas).

Depois das anteriores sessões dedicadas aos componentes fundamentais 
dos seres humanos e divinos (o ka, o ba e o akh), à V dinastia e à coeva
preponderância do culto solar e aos elegantes obeliscos do antigo Egito,
segue-se a evocação da marinha egípcia a cargo do Professor José Varandas.

sábado, 4 de outubro de 2014

Estatuetas funerárias (uchebtis)


Na imagem estão as três estatuetas funerárias egípcias que pertencem
à Casa-Museu Medeiros e Almeida, integrada na Fundação Medeiros 
e Almeida, situada na Rua Rosa Araújo, em Lisboa.

Trata-se de três uchebtis, designação que se dá às estatuetas funerárias
egípcias, de faiança esverdeada ou azulada, que foram produzidas a partir 
do século X a. C., depois da XXI dinastia, com capital em Tânis (no Delta),
porque até essa altura elas eram designadas por chauabtis.

A forma uchebti deriva do verbo ucheb, julgando-se que as estatuetas,
munidas de instrumentos agrícolas, deveriam responder à chamada
quando o seu proprietário fosse convocado para trabalhar no Além.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O faraó Augusto


Na quarta-feira, dia 24 de setembro, começa na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa um colóquio internacional que comemora
os dois mil anos da morte do imperador Augusto, ocorrida em 14 d. C.

Uma das comunicações que será apresentada na sessão da manhã, 
na sala 5.2 da Faculdade de Letras de Lisboa, tratará o tema 
«O faraó Augusto, Hórus e filho de Ré, rei do Alto e do Baixo Egito».

De facto, depois da conquista do Egito em 30 a. C., Otávio (nome que
nunca aparece nas inscrições hieroglíficas), passou a ser venerado no
país do Nilo como um deus vivo, como Hórus reinando sobre a terra,
seguindo assim uma tradição faraónica que já tinha três mil anos. 

Na imagem acima, que reproduz um relevo do templo de Opet, em Lucsor,
vê-se Augusto venerando deuses egípcios: à esquerda perante Osíris,
e depois homenageando Amon, estando os rostos das personagens
bastante danificados por ação iconoclástica dos monges coptas.

As inscrições hieroglíficas apresentam Otávio Augusto com os títulos de
rei do Alto e do Baixo Egito e filho de Ré, com os seus nomes dentro
das tradicionais cartelas faraónicas: Autokrator (forma grega para o 
latim Imperator) e Kaisaros (forma grega de César).



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Pirâmide Cestia ou de Caio Cestio


«La Piramide Cestia è l’unico monumento superstite di una serie presente a Roma nel I sec. a.C., quando l’edilizia funeraria fu interessata dalla moda sorta a Roma dopo la conquista dell’Egitto nel 31 a.C.

Caio Cestio, uomo politico romano, membro del collegio sacerdotale degli epuloni, dispose nel testamento che la costruzione del proprio sepolcro, in forma di piramide, avvenisse in 330 giorni. La tomba fu innalzata lungo la Via Ostiense, nel periodo tra il 18 e il 12 a.C., cioè tra l’anno di promulgazione della legge contro l’ostentazione del lusso che impedì di porre all’interno della cella alcuni pregiati arazzi, e quello della morte di Agrippa, genero di Augusto, menzionato tra i beneficiari del testamento.

La piramide fu successivamente inglobata nella cinta muraria costruita tra il 272 e il 279 su iniziativa dell’imperatore Aureliano.

La struttura, alta 36,40 metri con una base quadrata di 29,50 m di lato, è composta da un nucleo di opera cementizia con cortina di mattoni; il rivestimento esterno è costituito da lastre in marmo lunense.

La camera sepolcrale, di circa 23 mq, con volta a botte, fu murata al momento della sepoltura, secondo l’usanza egiziana. Al medioevo risale probabilmente la prima violazione della tomba, attraverso un cunicolo scavato sul lato settentrionale, che ha determinato la perdita dell’urna cineraria e di porzioni notevoli della decorazione.

Le pareti sono decorate a fresco secondo uno schema decorativo a pannelli, all’interno dei quali si distinguono, su fondo chiaro, figure di ninfe alternate a vasi lustrali. In alto, agli angoli della volta, quattro Vittorie alate recano nelle mani una corona e un nastro; al centro in origine doveva essere una scena di apoteosi raffigurante il titolare del sepolcro.» in Wikipedia

Foto: iterArte Roma

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Novo curso de Egiptologia


Começará em breve na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
mais um curso livre de Egiptologia, que será o sétimo desde que
o Centro de História iniciou estes cursos em 2008.

Os docentes são investigadores do Centro de História,
realizando-se as sessões às quartas-feiras, das 18 às 20 horas,
no Anfiteatro III da Faculdade de Letras de Lisboa,
de 1 de outubro a 3 de dezembro de 2014.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

«Mummy-Making Began Long Before Pharaohs», realy?


Por ROSSELLA LORENZI, in News Discovery:

«The ancient Egyptians began mummifying bodies as far back as 6,000 years ago, analysis of Late Neolithic and Chalcolithic funerary wrappings has revealed.

The finding predates the origins of mummification in ancient Egypt by 1,500 years, indicating that resin-soaked textiles used in the prehistoric period (c. 4500 – 3350 B.C.) are the true antecedents of Egyptian mummification.

Experts have long assumed that in the 5th and 4th millennia B.C. preservation of soft tissues was due to natural processes, since buried bodies were naturally desiccated in the hot, dry desert sand. [...]»

O Egito em Tondela (3)


Num comentário à anterior postagem o nosso diligente e ativo escriba
Fernando Azul fez referência ao escaravelho sagrado alado que decora
a camisola do veraneante (que, note-se, é de fofinho algodão egípcio),
numa foto tirada durante repousantes férias em Tondela.

Pois o escaravelho, com as bonitas cores azuladas do lápis-lazúli, está lá
para compor um dos nomes do famoso rei Tutankhamon (o quarto nome),
que era Nebkheperuré - ou seja, o conjunto artístico é uma frase, ou,
se se preferir, uma locução onomástica faraónica.

Devido a um típico fenómeno de anteposição honorífica, que neste caso
também implica critérios estético-gráficos, o nome começa a ler-se
de baixo para cima: Neb (o pequeno cesto verde), o escaravelho (kheper)
que aqui tem os três tracinhos do plural em baixo para se ler kheperu,
e em cima o disco solar do deus Ré.

O elemento central da composição é pois o escaravelho (kheper, aqui
com o significado de «transformação» ou «forma»), obtendo-se, com 
os tracinhos do plural, kheperu («transformações» ou «formas»), 
pelo que podemos apreender que «Ré é senhor de transformações».

Na verdade, o deus Ré, ou o seu disco solar, vai tomando várias formas
ao longo do dia, desde o seu nascimento na alvorada (como Khepri),
até ao incandescente sol do meio-dia, caminhando depois, numa grande
bola avermelhada, para o seu ocaso (como Atum).

Enfim, tanta coisa para um expressivo nome real...

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O Egito em Tondela (2)


Aqui vai mais uma imagem do painel de azulejos que decora
a «Óptica Mateus», em Tondela, com o veraneante enquadrado
pelo disco solar de Hórus de Behedet com serpentes sagradas.

A envolvência profilática é dada pelos frisos alternados 
com o udjat (o olho mágico do deus Hórus) e o círculo chen,
que se vê em estelas evocando a proteção e as libações.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Egito em Tondela (1)


A exemplo de anos anteriores as férias estivais de 2014 foram passadas
na região do Caramulo, Dão e Tondela, uma simpática, atraente e limpa
cidade provincial com bons ares que se respiram muito bem.

Pois em Tondela existe a «Óptica Mateus», oculista que data dos anos 70
do século passado, e que tem como decoração principal junto do balcão
um bonito painel de azulejos de temática egipcizante.

Nele se veem duas deusas de corpo azul envergando um típico vestido
vermelho ponteado de amarelo, identificadas com o hieróglifo de Ísis
sobre a cabeça, que ladeiam um signo que encerra uns óculos.

O atencioso funcionário de serviço informou que a autora do painel
foi «uma senhora de Lisboa»... cujo nome figura de facto na base
da obra de arte, mas é ilegível (parece estar escrito em «demótico»).

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Algumas curiosidades sobre amuletos...

NÓ DE ÍSIS (TET)
O nó de Ísis é muito parecido com o símbolo Ankh. O amuleto está ligado diretamente com o sangue de Ísis e por isso geralmente tem a cor avermelhada. Ele simbolizava a proteção da deusa e de seu filho Hórus. O amuleto permitia que o morto viajasse no submundo com segurança. Chamado pelos egípcios de Tet, o nó de Ísis era colocado amarrado no pescoço do morto. Ele foi muitas vezes representado junto com o pilar de Osíris (Djed) em diversos amuletos.


DJED
É conhecido como o Pilar de Osíris, de onde Ísis teria retirado a caixa com o corpo do deus que tinha caído em uma armadilha feita por Seth. Esse amuleto significa “estabilidade” e representa a coluna vertebral de Osíris. Aparece muitas vezes em sarcófagos e tinha o intuito de dar estabilidade ao morto. O pilar Djed tornou-se um símbolo de Osíris, que tinha entre outros atributos a fertilidade e a regeneração. Ele era um amuleto popular também na vida quotidiana dos egípcios.




Fonte: http://antigoegito.org/simbolos-egipcios/

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O Egito na História Militar



Depois de um lauto almoço neste calmo período de pré-férias estivais,
seguiu-se a habitual bica na tranquila esplanada do «Café Pascal», 
em Queluz, Monte Abraão, ali mesmo perto de casa.

A novidade está no facto de ontem ter estreado a bela T-shirt de fofinho 
algodão egípcio que os alunos do mestrado em História Militar 
generosamente ofereceram aos docentes do curso de 2013-2014.

E assim se fez a insólita «divulgação», beneficiando dos amplos (?!) 
costados do docente, de mais um curso de mestrado que terá início 
no próximo mês de setembro na Faculdade de Letras de Lisboa.

E de novo o aspeto bélico do Egito faraónico será tema do seminário
opcional de Armas e Sociedades: Mundo Pré-clássico, no próximo
curso de mestrado em História Militar em 2014-2015.
Até lá, boas férias!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Já podem vir!


Vá, já podem vir! - parece ser este o convite deste ternurento dromedário,
de impecável dentadura branca (mas sem o brilho da do Paulo Portas)
convidando a que retomemos as visitas de estudo ao país do Nilo.

Na verdade, nos últimos tempos não têm chegado notícias de perturbações
que desmotivem a viagem de turistas ao Egito, e, pelo contrário, as últimas 
notícias confirmam que pouco a pouco os visitantes estrangeiros estão
a retomar o gosto de escolher como destino um dos países do mundo
que mais monumentos e sítios históricos tem para oferecer.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Numa viagem ao Egito há 10 anos atrás...




Há 10 anos, pela Páscoa de 2004, tive a fortuna de viajar ao Egito em excelente companhia, a começar pela do professor Luís Manuel de Araújo. Apreciei cada minuto, cada momento com muita satisfação e com maior satisfação registei alguns desses momentos, como aquele junto à enorme Mesquita de Muhammad Ali Pasha, na Cidadela do Cairo, ou aquele junto às grandes Pirâmides de Giza e ainda este almoço «islâmico», bem condimentado, num restaurante local. Recordar é viver!!!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Mestrado em História Militar


No final da parte escolar do mestrado em História Militar, que pela
primeira vez abriu na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
professores e alunos reuniram-se num jantar de confraternização para
assinalar festivamente a ocasião, após um ano letivo assaz cansativo
e trabalhoso (como todos os outros aliás).

O Antigo Egito também esteve presente, na sua vertente bélica, neste novo 
mestrado em História Militar, coordenado pelo Professor José Varandas,
com um seminário opcional de Armas e Sociedades: Mundo Pré-clássico.

O mestrado resulta de um protocolo existente entre quatro Universidades
(de Lisboa, de Coimbra, dos Açores e da Madeira) e três escolas superiores
militares (Academias do Exército, da Marinha e da Força Aérea),
e reabrirá no ano letivo de 2014-2015, decorrendo agora as inscrições.

Recordação da última viagem


No regresso das nossas visitas de estudo ao país do Nilo temos o hábito
de recordar a viagem com um almoço de confraternização para lembrar
os belos momentos passados durante as cerca de duas semanas no Egito.

A imagem recorda o almoço feito no restaurante «Caravela de Ouro»,
em Algés, na sequência da nossa última visita de estudo ao Egito,
ocorrida na Páscoa de 2013, e aqui estão alguns dos participantes. 

Será que para o ano o Instituto Oriental da Faculdade de Letras de Lisboa
voltará a organizar a viagem, e, depois dela, o tradicional almoço?

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Regresso à «normalidade»?


Com a recente eleição do marechal Al-Sissi para presidente do Egito,
com uma vitória «expressiva» (mas relativa) nas eleições nacionais,
será que o país do Nilo pode agora voltar à «normalidade»?

Esta da «normalidade» tem muito que se lhe diga, num país onde a noção
e a vivência da democracia não correspondem exatamente aos nossos
tradicionais padrões sociopolíticos e ideológicos ocidentais.

Mas pode ser que uma certa normalização da vida quotidiana possa,
num futuro próximo, permitir que os turistas regressem ao Egito,
a começar pelas visitas de estudo organizadas pelo Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

sábado, 14 de junho de 2014

Falando de Tutankhamon, eis algumas "estórias" pouco conhecidas!

A revista VEJA de 16 de março de 1988 trouxe ao Brasil um novo capítulo sobre os tesouros de Tutankhamun, descobertos em 1922 por Howard Carter. Apesar de não ser um tema desconhecido dos estudiosos, a grande maioria dos interessados no antigo Egito desconhecem essa parte da história.
Segue abaixo a íntegra da matéria publicada na Veja.
Clique nas imagens para ampliá-las.







Fonte: http://antigoegito.org/tesouros-desconhecidos-de-tutankhamun-uma-historia-quase-oculta/

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Terminou mais um curso


Terminou mais um curso de temática egiptológica, organizado pelo 
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
que tratou de temas diversos como os têxteis e o vestuário no antigo Egito,
 as cores e sua utilização (imagem acima, com foto de Maria Luísa Pinto), 
as colunas e suas funções, os túmulos e o armamento.

O próximo curso de idêntica temática será em outubro, depois das férias,
e será o VII curso de Egiptologia, cuja estrutura, em doze sessões,
em breve se anunciará, contando-se para o efeito com cinco docentes 
pertencentes ao Centro de História.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

E mais uma notícia arqueológica!!!


   O Ministro de Antiguidades anunciou uma nova descoberta de uma câmara funerária intacta. A câmara continha 9 sarcófagos com múmias do Período Tardio (650-525 a.C) em Qubbet el Hawa, Sul de Aswan. O Ministro disse ainda que a descoberta feita pela missão espanhola dirigida pelo Dr. Alejandro Jimenez, professor de História Antiga da Universidade de Jaén, em cooperação com o Ministério de Antiguidades, faz parte de uma série de descobertas que foram anunciadas em temporadas anteriores.

   A nova descoberta prova que o local de enterro foi reutilizado no período tardio. Os sepultamentos encontrados anteriormente pertenciam a duas famílias da XII dinastia (Reino Médio – o reinado de Amenemhat III). O Dr. Alejandro Jimenez disse: “Nessa temporada a missão fez a documentação completa sobre a múmia encontrada anteriormente de Haqaib III, que foi um dos governadores de Elefantina, um homem de cerca de 26 anos, enterrado em dois caixões, sendo o interior de um, originalmente feito para uma mulher.






Fonte(s):

Palácio egiptómano


Algures na Bélgica, conhecido como Chateau Amon Re, local exacto desconhecido, propositadamente, porque abandonado à sua sorte ...

Fotos: Urbexosaurus (oblivionstate) e Sébastien Ernest.

domingo, 1 de junho de 2014

O armamento egípcio


Na próxima quinta-feira, dia 5 de maio, terá lugar a última sessão
do curso «A Vida no Antigo Egipto: Materiais e Tipologias», 
que decorre na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 
 em mais uma iniciativa do Centro de História.

 Como habitualmente, a sessão será no Anfiteatro III, às 18 horas,
apresentando o tema «O armamento egípcio», e estará a cargo 
de José Varandas, especialista em História Militar da Antiguidade.

domingo, 25 de maio de 2014

Túmulos egípcios


Na próxima quinta-feira, dia 29 de maio, entre as 18 e as 20 horas,
decorrerá mais uma sessão do curso «A Vida no Antigo Egipto», com
o tema «Materiais e tipologias», promovido pelo Centro de História 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (no Anfiteatro III).

O orador será o Professor Rogério Sousa, neste momento em trabalhos
de pós-doutoramento estudando os sarcófagos da XXI dinastia
que se encontram no Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa,
e o tema são os túmulos egípcios e a sua variada tipologia, e por isso
 a imagem acima mostra um túmulo rupestre do Império Médio.

Esta sessão do curso vem no seguimento de outras três já realizadas,
dedicadas aos têxteis e vestuário (Professor Telo Ferreira Canhão),
 às cores e sua utilização (Professor Luís Manuel de Araújo)
e às colunas egípcias (Professor José das Candeias Sales).

terça-feira, 6 de maio de 2014

Construções: Segredo dos egípcios seria um pouco de água


In Diário de Notícias, por E.S.

«Investigadores da Universidade de Amesterdão acreditam terem descoberto o truque que permitiu os egípcios construir as pirâmides e arrastar estátuas enormes pela areia.

Continua a ser um dos mistérios: como conseguiram os egípcios construir as enormes pirâmides, numa época sem tecnologia. Existem algumas teorias - incluindo a que defende que os extraterrestres deram uma ajuda -, mas, afinal, a solução seria algo bem terrestre: um pouco de água.

Segundo os investigadores da universidade holandesa publicaram na revista 'Physical Review Letters', molhando com uma pequena quantidade de água a areia diminuiria a fricção, permitindo assim arrastar com a ajuda de uma espécie de trenó as enormes pedras ou as estátuas.

Não poderia ser em grande quantidade, senão a fricção seria mais complicada de lidar, assim como na areia seca (neste caso seria necessário estar constantemente a desviar a areia que impediria o trenó de se mover). Com este simples truque, os investigadores acreditam que era possível reduzir para metade o número de homens necessários para puxar as pedras.

No túmulo de Djehutihotep foi encontrado um desenho que parece mostrar uma pessoa com água a abrir caminho para a deslocação de um trenó, ainda que seja uma interpretação que não é consensual.

Daniel Bonn, um dos oito investigadores envolvidos na descoberta, explicou ao 'The Washington Post' que alguns estudiosos de Egiptologia "têm vindo a interpretar a água como parte de um ritual de purificação e nunca procuraram uma explicação científica". Bonn defende que "os egípcios estavam provavelmente cientes deste truque útil".»

sábado, 3 de maio de 2014

Adivinha


O «Almanaque Bertrand» costumava desafiar os seus leitores a decifrarem vários enigmas, intitulados "hieróglifos". Este que aqui se vê é de 1914. O hieróglifo, que tem 6 palavras, faz sentido a seguir à palavra "estar", formando com ela uma frase-feita. Quem a adivinha? - pergunta feita por Carlos Medina Ribeiro no facebook.

domingo, 27 de abril de 2014

A vida no antigo Egipto


Começará em breve na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
outro curso de temática egiptológica, organizado, uma vez mais,
 pelo Centro de História (anfiteatro III, às quintas-feiras, das 18 às 20 h.).

Estão previstas as seguintes sessões:

Dia 8 de maio - Da produção têxtil ao vestuário (Telo Ferreira Canhão)
Dia 15 de maio - As cores e a sua utilização (Luís Manuel de Araújo)
Dia 22 de maio - As colunas egípcias (José das Candeias Sales)
Dia 29 de maio - Os túmulos e suas tipologias (Rogério Sousa)
Dia 5 de junho - O armamento egípcio (José Varandas)