segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Faraó Pepi I em cobre


«‘The statue was taken up to the tomb in which we lived, and an attempt made to clean out the hollow trunk. It was then found that this contained a smaller complete statue of the same technique as the larger ...’ James Quibell.

In 1897 a magnificent copper statue of King Pepi I was discovered in Hierakonpolis (‘city of the falcon god’), south of Luxor. To the ancient Egyptians it was Nekhen, royal residence of the Kings of Upper Egypt at the very beginnings of Egypt’s history.

In the corner of the town was its temple, dedicated to their falcon god Nekheny, and buried within the sacred precinct a magnificent cache of objects, including the famous Narmer Palette and this statue.

Although badly corroded the statue is still striking with its strong, clear eyes.

The smaller statue inside is something of a mystery. Initially it was thought to represent Pepi I himself, either at a much earlier age or rejuvenated after the Heb-Sed. Most scholars today however believe the small statue depicts Pepi I’s son and future king, Merenre. Pepi I was the son of Teti, founder of Egypt’s 6th Dynasty (ca. 2,300 B.C.) Pepi’s pyramid complex, named ‘Men-nefer’, was built at Saqqara. In the New Kingdom ‘Men-nefer’ began to be applied to the ancient capital across the river, which eventually became ‘Memphis’ to the ancient Greeks.

Today Pepi’s statue is in the Egyptian Museum in Cairo (JE 33034).
Photo: Kenneth Garrett
» (In Nile Magazine)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Há 30 anos, o Projeto Nefertari...


  Em 1985, a Organização das Antiguidades Egípcias e o Instituto de Conservação Getty começaram a discutir um projeto colossal: a restauração pictórica da tumba da famosa rainha Nefertari, esposa de Ramsés II. O túmulo, conhecido por QV66, aberto desde 1904, continha apenas 1/5 das suas pinturas intatas nos inícios da década de 1980, mercê de vários factores como a pobre qualidade da superfície das paredes, o descuido das autoridades na sua preservação e o vandalismo de turistas incautos. 

  Iniciou-se então o Projeto Nefertari: um ambicioso esforço de estudo e recuperação dos mais ínfimos detalhes pictóricos do túmulo QV66. Foi feita uma análise detalhada de todas as pinturas e das condições ambientais dentro do túmulo, ao que se seguiu o tratamento e restauro de todas as partes degradadas graças a uma equipa de especialistas egípcios e europeus. Não se deve subestimar as condições difíceis de luz, respiração e espaço em que muitos deles trabalharam ao longo de quase seis anos.

 Em 1992, o trabalho alcançado permitiu salvar um dos mais belos monumentos do Egito faraónico. Hoje técnicas mais sofisticadas de preservação aprendidas durante este projeto ajudam a conservá-lo para que futuras gerações tenham a oportunidade de admirá-lo. Graças a este esforço conjunto dos arqueólogos da OAE e do Instituto Getty, o túmulo de Nefertari foi ressuscitado para a eternidade.  

 Quem desejar conhecer todos os aspetos relativos ao Projeto Nefertari, podem consultar o seguinte site:

     http://www.getty.edu/conservation/publications_resources/newsletters/7_3/nefertari.html

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Uma descoberta feita em 2012...




   "Duas estátuas de leões que datam de mais de 2.000 anos foram encontradas nos arredores de um templo no oásis de Fayoum, localizado a 150 quilómetros (93 milhas) a sudoeste do Cairo, disse o Ministério de Antiguidades Egípcias nessa segunda-feira. As estátuas que mostram leões sentados, foram descobertas a oeste do Templo de Soknupayus, na cidade de Dimeh Al-siba em Fayoum.


   As estátuas de calcário, que remontam ao período ptolemaico (332 a.C a 30 d.C), são de 1,6 metros de altura e quase um metro de largura, mas têm diferentes aparências físicas e detalhes sobre seus corpos. As estátuas foram usadas para decorar o templo, que foi construído no período greco-romano. Mohamed Ibrahim, Ministro de Antiguidades, descreve a descoberta como tão interessante ao confirmar que o templo foi construído de acordo com um plano arquitetónico usado nos principais templos das grandes cidades e capitais."
http://antigoegito.org/estatuas-de-leoes-sao-encontradas-no-egito/

E novamente a respeito de Hawass...



   "Sua volta já estava sendo ensaiada. Depois de ter ficado um bom tempo afastado das suas atividades, o Dr Zahi Hawass começa a escrever novos artigos e a movimentar seu reformulado site. Logo após a revolução de janeiro de 2011 no Egito, não faltaram acusações à sua pessoa. Se defendendo de algumas na justiça e com o passaporte apreendido, Hawass se viu obrigado a retirar-se dos holofotes que outrora o cercavam.

   Com as sucessivas reviravoltas políticas, o caminho ficou aberto para a volta do homem que mudou o cenário arqueológico dos últimos anos no Egito. Foi “Guia Turístico” em parceria com uma agência de viagens e começou novos projetos. Com os erros que estão acontecendo na administração das heranças faraónicas e com a falta de uma personalidade mundialmente conhecida, alguém duvida que ele possa ir mais além e retomar seu posto?"

Visite o site reformulado: www.drhawass.com

Fonte(s): http://antigoegito.org/dr-zahi-hawass-na-ativa-novamente/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Uma viagem de Lucas S. Ferreira!



    Esta simpática foto, datada de há dois anos, mostra o escritor brasileiro, Lucas S. Ferreira, numa viagenzinha que ele fez entre Dezembro de 2012 e Janeiro de 2013, analisando os hieróglifos de uma secção do templo de Seti I, em Abido. Autor da obra, "A Lei do Sofrimento"e de outros artigos e projetos sobre o Antigo Egito, é um entusiasta e um dos principais dinamizadores do site antigoegito.org.

    Coloco aqui esta foto para relembrar que a antiga civilização faraónica continua a ser um mistério, uma atração, um chamariz para pessoas de todo o Mundo e que está, em parte, ligada à nossa própria civilização ocidental, pelo que ao conhecê-la, conhecemos um pouco mais de nós próprios. Assim, e de acordo com o que este autor destaca:

"Se você quer realmente conhecer uma civilização, viva o que ela viveu..."

Zahi Hawass e Tutankhamon


O controverso egiptólogo Zahi Hawass, que se dedica agora a fazer 
conferências e a conduzir viagens ao Egito, contestou a forma ineficaz
como foi restaurada a divina barba de Tutankhamon pelos «especialistas»
do Museu Egípcio do Cairo após um acidente numa ação de limpeza.

Sendo-lhe reconhecido o mérito de popularizar a civilização e a história
do antigo Egito, e tendo mesmo publicado um álbum sobre Tutankhamon,
Zahi Hawass continua a ser alvo de acusações de favorecimentos
ilícitos de familiares e amigos e de estar comprometido com o anterior
regime corrupto de Hosni Mubarak, deposto na revolta popular de 2011.

Mais famoso por ações de marketing televisivo e jornalístico do que pelo
trabalho publicado no campo da egiptologia, o polémico Zahi Hawass
esteve para ser doutor honoris causa pela Universidade de Lisboa, 
mas acabou por ser recusado, até porque a grande impulsionadora
do projeto era uma agência de viagens (?!!) então ligada a um banco
aparentemente muito dinâmico mas que depois faliu em desgraça.

Zahi Hawass, cujos méritos científicos são muito inferiores a outros
egiptólogos respeitados de todo o mundo mas que não dispõem
de recursos de marketing, conseguiu depois obter o doutoramento
honoris causa por uma outra universidade portuguesa.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A 15.ª viagem ao Egito


Está já confirmada a 15.ª visita de estudo ao Egito, promovida pelo
Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
e organizada pela Pinto Lopes Viagens, que já divulgou o programa
desta viagem ao país do Nilo que no ano passado não se realizou. 

Agora que estão reunidas as necessárias condições de segurança,
lá vamos uma vez mais em nova e aliciante visita de estudo,
 com partida marcada para o dia 26 de março, muito cedo,
porque teremos de estar no Aeroporto às 5 horas da manhã.

E assim, quando a maior parte dos portugueses ainda dormem
em sossego (incluindo os membros do Governo), partimos rumo 
ao Cairo (com escala em Frankfurt), e no dia seguinte já estaremos
em Sakara para ver o complexo funerário de Djoser e algumas
mastabas (entre as quais a de Mereruka que vemos na imagem).

Boa viagem!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Tutankamón recupera a barba após acidente de limpeza


«As famosas barbas azuis e douradas do faraó Tutankamón foram coladas por técnicos do Museu Egípcio com um material inadequado. Resultado? A figura ficou danificada com uma linha amarela irreversível.» (In Expresso Online)

Ler mais em AQUI

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A respeito de papiros e Evangelhos...

"Um grupo de cientistas encontrou a cópia mais antiga do Evangelho num papel papiro reutilizado para construir a máscara de uma múmia egípcia, revelou Craig Evans, doutor em Estudos Bíblicos e um dos responsáveis pela descoberta.

Trata-se de um fragmento do Evangelho de São Marcos, localizado há três anos e que, agora, especialistas da Universidade Evangelista de Acadia, no Canadá, consideram como o primeiro manuscrito do Novo Testamento da Bíblia de que se tem conhecimento.
Os cientistas consideram que a origem do papiro remonta ao primeiro século da nossa era, entre o ano 80 e 90 d.C., o que representa uma grande novidade. Até então, as cópias mais antigas datavam do século II depois de Cristo.
Os especialistas acreditam que alguém escreveu o fragmento de texto no papiro e, depois, outras pessoas reciclaram o material, muito caro na época, para elaborar a máscara funerária.
As máscaras de papel eram utilizadas pelas pessoas pobres do Egipto, não tendo relação com as feitas em ouro e joias para cobrir os rostos dos grandes faraós, explicou Evans.
Acredita-se que São Marcos escreveu o seu evangelho em Roma, acompanhado de São Pedro. Mas como é que a cópia viajou da actual capital italiana para o Egipto? O caminho não é assim tão longo, garante o pesquisador.
«No Império Romano, o correio tinha a mesma velocidade de hoje em dia. Uma carta escrita em Roma pode ser lida no Egipto semanas depois. Marcos escreveu o seu evangelho no final dos anos 60 d.C, portanto, era possível encontrar uma cópia no Egipto 20 anos depois», defende.
Para determinar a data dos papiros, os cientistas usaram uma técnica que permite descolar o papel das máscaras sem danificar a tinta. Dessa forma, os textos podem ser lidos com a mesma clareza.
Esse evangelho é uma das centenas de documentos que estão a ser analisados pela equipa de Evans, composta por mais de 30 especialistas."
Fonte:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=756633

domingo, 11 de janeiro de 2015

O Antigo Egito no Porto




Na passada quinta-feira, dia 8 de janeiro, teve lugar na cidade do Porto,
na muito bem restaurada Casa do Infante (imagem ao centro), uma palestra
sobre o Egito faraónico, organizada com grande diligência e eficácia
por Teresa Neves e Freddy Castro, da Agência Pinto Lopes Viagens.

A sessão inseriu-se no projeto, que está em fase de preparação, da habitual
visita de estudo ao Egito prevista para a Páscoa (26 de março a 6 de abril),
retomando as tradicionais viagens anuais do Instituto Oriental da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, interrompidas no ano passado
devido ao clima de instabilidade que então se vivia no Egito.

Com a notória acalmia da situação político-social que agora se verifica
tudo leva a crer que a visita de estudo se possa concretizar, e assim,
no caso de estarem reunidas todas as essenciais condições de segurança,
poderemos realizar com sucesso a 15.ª viagem ao país do Nilo 
desde que este projeto cultural se iniciou na Páscoa do ano 2000.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

De novidades em novidades!




«O Ministro de Antiguidades anunciou hoje a descoberta de uma tumba do antigo Império em Abusir, pertencente a uma rainha que não era conhecida antes. Chamada de “Khentkaus III”, a descoberta foi feita durante a escavação da “Czech Institute of Egyptology”, dirigido pelo Dr. Miroslav Barta.

A missão revelou 23 potes de calcário e 4 ferramentas de cobre como parte do mobiliário funerário do proprietário da tumba. Em uma das paredes da tumba foram descobertas as seguintes inscrições “Esposa do Rei” e “Mãe do Rei”.»

Fonte (s): 
http://antigoegito.org/tumba-de-4-500-anos-de-uma-desconhecida-rainha-egipcia-e-descoberta/

http://luxortimesmagazine.blogspot.com.br/2015/01/4500-years-old-tomb-of-unknown-ancient.html

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Um excelente 2015


Apanhando boleia no trenó do Pai Natal partamos rumo a 2015,
desejando que seja mesmo um excelente ano para o nosso blogue
«Faraó e Companhia» e para todos os escribas e leitores.

Da Lapónia ao Egito: votos de um excelente 2015!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Mais votos de Boas Festas


Os votos de Boas Festas do Museu Nacional de Arqueologia estendem-se 
generosamente aos escribas e leitores do blogue Faraó e Companhia,
com o sincero desejo de um auspicioso e excelente ano de 2015.

Espera-se que no próximo ano possa continuar e desenvolver-se mais
a profícua colaboração entre o Museu Nacional de Arqueologia 
e o seu Grupo de Amigos, agora com cerca de seiscentos membros.

A festa do passado sábado, dia 20 de dezembro, que decorreu no Museu
com a inauguração do Presépio, a atuação do grupo coral «Viva Voz»
e o simpático lanche natalício, numa eficaz organização conjunta
do Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia (GAMNA)
e da Associação Cultural de Amizade Portugal-Egipto (ACAPE),
deixa antever a realização de futuros encontros lúdicos e culturais.

sábado, 20 de dezembro de 2014

O Antigo Egito em Canelas



Realizou-se no passado mês de novembro mais um capítulo anual
da Confraria Queirosiana no Solar Condes de Resende, em Canelas,
no município de Gaia, tendo sido insigniados mais quatro confrades.

Naquela festa foi lançado mais um número de Revista de Portugal,
e foi mais uma boa ocasião para revisitar a pequena coleção egípcia
com vinte objetos que está exposta no Solar Condes de Resende
dentro de um elegante mostrador com forma piramidal.

Um bom ano de 2015



A todos os escribas e leitores do nosso blogue Faraó e Companhia, 
graças aos quais já contamos com mais de cem mil visitantes,
desejo umas Boas e Felizes Festas e um excelente ano de 2015.


Feliz Ano Novo


Assinalando a chegada do novo representante diplomático do Egito 
em Portugal, aqui se reproduz o cartão que o Embaixador Ali Elashiry
enviou e que é extensivo aos escribas e leitores do nosso blogue.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Novo embaixador do Egito



Esteve hoje na Embaixada do Egito uma delegação da direção
da Associação Cultural de Amizade Portugal-Egipto
para apresentar os cumprimentos de boas vindas
ao novo embaixador do Egito em Portugal Ali Elashiry.

A delegação era composta pelo presidente da ACAPE,
embaixador Francisco Grainha do Vale, pelo secretário-geral
Luís Manuel de Araújo, e pelo vogal da direção Dr. Ahmed Zaky,
tendo ficado expresso o desejo da continuidade de uma eficaz
colaboração entre a Embaixada do Egito e a ACAPE.

domingo, 14 de dezembro de 2014

O Antigo Egito no Huambo (2)




Eis mais duas imagens que documentam a presença dos egiptólogos
José das Candeias Sales e Luís Manuel de Araújo em Angola,
a convite do Instituto Superior Politécnico do Huambo.

As fotos foram obtidas com a excelente máquina fotográfica (japonesa)
de José Sales e com a modesta máquina fotográfica (chinesa)
de Luís Araújo, mostrando diferentes qualidades tecnológicas.

Servem ambas contudo para testemunhar a presença benfazeja
do presidente angolano e a agradável companhia da Dra Inês Morais,
que foi o eficaz elo de ligação com a direção do Instituto.

O Antigo Egito no Huambo (1)




Aqui vão mais algumas imagens que recordam a presença dos egiptólogos
José das Candeias Sales e Luís Manuel de Araújo na cidade do Huambo
para ações de formação de professores de História e para participar 
num simpósio internacional sobre «O Egipto: uma civilização africana».

Na primeira imagem José das Candeias Sales tenta fazer caber na sua
máquina fotográfica o imenso território de Angola num antigo mapa
que remonta ao tempo colonial e que espantosamente ficou preservado
num painel mural de uma pequena gasolineira no Huambo.

Nas outras imagens os dois egiptólogos confraternizam sorridentes
com jovens alunas que são um dos pilares do futuro de Angola
a nível da educação e da cultura de que o país bem precisa.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Boletim da ACAPE


Eis o mais recente número (n.º 28) do Boletim quadrimestral
da Associação Cultural de Amizade Portugal-Egipto,
cuja saída regular se deve ao especial empenho e trabalho
do egiptólogo Telo Canhão e do gráfico Paulo Emiliano,
que aliás são membros da direção da ACAPE.

O Boletim tem sido o elo de ligação entre os elementos
da Associação Cultural de Amizade Portugal-Egipto,
e ultimamente tem sido enviado só para aqueles que têm 
as suas quotas em dia - vá lá, paguem as quotas!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Sarcófagos: um novo livro


Editado pelo egiptólogo Rogério Sousa, investigador do Centro 
de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra,
surgiu recentemente este novo livro dedicado à complexa iconografia  
presente nos sarcófagos do antigo Egito, subordinado ao aliciante título
Body, Cosmos and Eternity, publicado pela Archaeopress.

Contém artigos de três egiptólogos lusófonos (Rogério Sousa,
Luís Manuel de Araújo e Cássio de Araújo Duarte), e inclui ainda
os estudos de René van Walsem, Rune Nyord, Kathlyn M. Cooney,
Éva Liptay, Cynthia May Sheikholeslami, Jonathan Elias, Carter Lupton,
Alexandra Küffer, Alain Dautant, Anders Bettum e Elena Paganini.

A primeira parte apresenta «Studies on Coffin Symbolism» (pp. 1-133)
e a segunda parte é dedicada a «Studies on Museum's Collections 
and Archaeological Finds» (pp. 135-203), abrindo a obra com 
um prefácio de Alessia Amenta, dos Museus do Vaticano.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Akhenaton e Nefertiti



No próximo sábado, dia 6 de dezembro, pelas 17 horas, realiza-se 
na livraria «Pó dos Livros», na Avenida Marquês de Tomar, n.º 89, 
em Lisboa, uma sessão dedicada ao casal solar Akhenaton e Nefertiti.

Este evento cultural e literário é organizado pelo Clube de Leitura
«Permedjat», herdeiro do anterior Clube de Leitura do Núcleo de Cultura
e Estudos Orientais, dinamizado por Artemisa Silva, e que agora
está integrado na Associação Cultural de Amizade Portugal-Egipto.

A obra escolhida para ser apresentada, comentada e debatida no dia 6 
é Akhenaton e Nefertiti, o Casal Solar, do conhecido egiptólogo francês
Christian Jacq, que a redigiu nos anos 70 do século passado.

Festa natalícia


O GAMNA (Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia) 
e a ACAPE (Associação Cultural de Amizade Portugal-Egipto) 
organizam a sua festa de Natal no dia 20 de dezembro, pelas 17 horas, 
que irá terminar com o habitual lanche natalício de convívio.

A exemplo dos anos anteriores, esta festa conjunta do GAMNA e da ACAPE 
estará aberta não apenas aos membros das duas associações mas também 
a todas as pessoas que queiram participar, porque a entrada é livre.

Porém, antes da festa terá lugar uma sessão dedicada à «Peça do Mês», 
uma ação inserida na programação do Museu Nacional de Arqueologia, 
que desta vez será, bem a propósito, dedicada à apresentação do Presépio, 
também conhecido por «Maquineta Adoração dos Pastores».


Quiosques egípcios


Terminou ontem mais um curso livre de Egiptologia organizado pelo
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 
que foi o sétimo curso desde o início deste projeto universitário
de divulgação egiptológica inaugurado em 2008 com 150 alunos.

O orador foi o Professor José das Candeias Sales, docente e pró-reitor
da Universidade Aberta, em Lisboa, e investigador do Centro de História,
que rematou convenientemente o sétimo curso de Egiptologia com o tema 
«Estruturas arquitectónicas ao serviço do culto: os quiosques».

Estes interessantes e elegantes edifícios perípteros do antigo Egito 
proporcionaram aos alunos uma aliciante visita (ou revisita) de alguns
quiosques (por vezes também chamados pavilhões) onde se realizavam 
certos rituais inseridos em procissões de estátuas divinas.

A imagem mostra o mais conhecido desses quiosques, erigido em Filae
por Augusto e por Trajano, entre cerca de 20 a. C. e 120 d. C., e que aliás
nunca chegou a ser concluído, levantando ainda hoje algumas dúvidas 
acerca de como seria o seu revestimento superior.

Para o ano teremos o oitavo curso de Egiptologia!

domingo, 30 de novembro de 2014

O Antigo Egito em Angola



Na passada semana de 16 a 22 de novembro estiveram em Angola
os egiptólogos José das Candeias Sales, pró-reitor da Universidade Aberta,
e Luís Manuel de Araújo, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
respondendo a um convite do Instituto Superior Politécnico do Huambo.

A colaboração previa uma ação de formação de professores de História
e de outras disciplinas adjacentes lecionadas no referido Instituto
e a participação num simpósio internacional subordinado ao tema
«O Antigo Egipto, uma civilização africana».

domingo, 16 de novembro de 2014

O Antigo Egito em Coimbra (2)



No segundo dia do curso de temática egiptológica que decorreu no dia 15
no Anfiteatro II da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,
o tema foi «A civilização egípcia: religião, arte, literatura»,
complementando e completando a sessão do dia anterior.

No final teve lugar uma pequena sessão de escrita hieroglífica
para aqueles que desejaram ver os seus nomes escritos em hieróglifos,
ficando desde já aprazado um projeto para futuras colaborações
que permitam uma maior e melhor difusão do Antigo Egito.

O Antigo Egito em Coimbra (1)




Decorreu nos dias 14 e 15 de novembro um curso sobre o Antigo Egito
na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, numa iniciativa
levada a efeito pelo Centro de História da Sociedade e da Cultura, 
dirigido pela Professora Irene Vaquinhas.

O grande dinamizador do evento foi o Professor João Gouveia Monteiro,
investigador do referido Centro, mas que também leciona no mestrado
de História Militar que decorre na Faculdade de Letras de Lisboa.

O primeiro dia foi dedicado ao tema «O Egito dos Faraós: três mil anos
de História», apresentado no Anfiteatro II da Faculdade de Letras,
com uma assistência com cerca de 90 pessoas (alunos e professores),
um número bem significativo para os tempos que correm.

sábado, 15 de novembro de 2014

Uma novidade hieroglífica!!!



"Caros colegas
Dia 6 de Dezembro às 16h00 ocorre o lançamento da Gramática Fundamental de Egípcio Hieroglífico (608 pp. Chiado Editora). Obra revista e prefaciada pelo Prof. Dr. Pascal Vernus e com um posfácio assinado pela Profa. Dra. Maria Helena Trindade Lopes.
Estão todos convidados para o lançamento, no Museu Nacional de Arqueologia - Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa."

P.S. Esta notícia foi publicada no Facebook pelo prof. Ronaldo Gurgel Pereira, na página "Egiptologia em Portugal", para quem quiser saber.

domingo, 9 de novembro de 2014

O Antigo Egito em Tavira


Decorreu recentemente, de 2 a 8 de novembro, na bonita cidade de Tavira,
o 8.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios, numa realização
da Associação Internacional de Paremiologia, que reúne estudiosos 
de todo o mundo que se dedicam ao estudo dos provérbios.

No encontro internacional de Tavira, onde participaram paremiólogos 
vindos de todos os continentes trazendo os provérbios dos seus países
que lá foram apresentados e analisados, também os provérbios egípcios
marcaram presença com uma comunicação sobre «Sentenças proverbiais
de timbre político-militar no antigo Egito».

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Chegou a Hapi 2


Provando que esta nova revista de temática egiptológica chegou
para continuar no futuro, será lançado ao público, no próximo dia 5
de novembro, o número 2 de Hapi, com uma bela e sedutora capa,
reproduzindo uma máscara funerária egípcia de prata dourada
da excelente coleção do Museu Calouste Gulbenkian.

O tema segue o que já constava no número 1 de Hapi, dedicado à Vida
no Antigo Egipto, mas agora tratando de Materiais e Tipologias, 
embora com dois artigos iniciais que não são da área faraónica:
Ahmed Zaky, «Viagem numismática pela história islâmica do Egito»,
Alexandra Diez de Oliveira e Artemisa Silva, «Pequenos mundos
do grande Egipto literário» (sobre Naguib Mahfouz).

Continua com Telo Ferreira Canhão, «Da produção têxtil ao vestuário»,
Luís Manuel de Araújo, «As cores e a sua utilização»,
José das Candeias Sales, «As colunas egípcias»,
Rogério Sousa, «O horizonte eterno: identidade e sacralidade
nos túmulos privados do antigo Egipto»
e José Varandas, «O armamento egípcio».