terça-feira, 27 de março de 2018

De partida para o Egito




Começará em breve mais uma visita de estudo ao Egito, que será
a 18.ª viagem desde que este regular projeto se iniciou no ano 2000,
e que está bem documentado pelas muitas fotos tiradas pelos viajantes,
como as que aqui se apresentam como evocação de belos momentos. 

Mantendo a tradição, os participantes nesta 18.ª viagem reuniram
na Faculdade de Letras de Lisboa para um encontro de preparação
e para a entrega de documentação relacionada com esta jornada
de catorze dias ao país do Nilo (com breve escala em Madrid).

Boa viagem!

sexta-feira, 23 de março de 2018

Egito: faltam cinco dias



Faltam apenas cinco dias para a partida de mais um grupo de viajantes
rumo à terra dos faraós, em mais uma visita de estudo preparada pelo
Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
e levada a efeito pela agência «Novas Fronteiras», de Teresa Neves,
experiente profissional já habituada a este aliciante circuito.

Serão catorze dias de viagem, tempo suficiente para que seja visto
o essencial do muito que o Egito tem para mostrar, porque não se pode
estar em correrias desenfreadas e derreantes de sítio para sítio, nem ver
de forma apressada e afogueada os museus, os túmulos e os templos,
que devem ser apreciados e explicados com linguagem apropriada.

Um exemplo elucidativo, que desde há dezassete anos se vem repetindo,
é a visita ao templo de Karnak, um vastíssimo espaço religioso de Lucsor,
a antiga Tebas-Uaset, onde normalmente demoramos mais de duas horas
para sentir e perceber a importância desse grande domínio de Amon-Ré,
cuja florida alameda de acesso se vê parcialmente na primeira imagem,
seguida pela foto dos dois guias, a quem se junta o guia local Mustafa.

domingo, 18 de março de 2018

Tutmés III em Meguido




Teve início na passada semana mais um curso livre organizado pelo
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
o qual, a exemplo dos anteriores cursos, gerou significativo interesse,
com cerca de cinquenta pessoas inscritas para acompanharem o tema
«Grandes Cercos do Mundo Antigo», organizado em seis sessões.

A primeira sessão foi sobre o cerco de Meguido (c. 1458-1457 a. C.),
episódio que se seguiu à batalha de Meguido vencida pelos Egípcios
liderados pelo faraó Tutmés III, que antes tinha reinado em conjunto
com a rainha-faraó Hatchepsut, até que a morte desta o deixou sozinho
na eficaz governação das Duas Terras (c. 1479-1425 a. C.).

Ao cerco de Meguido, cuja conquista iria assegurar por muitos anos
o firme domínio da Síria-Palestina, seguem-se outros cercos famosos
do Mundo Antigo, como o de Troia (c. 1200 a. C.), Tiro (332 a. C.), 
Sagunto (219 a. C.), Alésia (52 a. C.) e Massada (73-74), que terão
lugar às quartas-feiras, das 18 às 20 horas, na sala 7.1.

terça-feira, 6 de março de 2018

Do Nilo ao Tejo: uma longa viagem


A secção de Arqueologia da Sociedade de Geografia de Lisboa,
gerida pelos arqueólogos Ana Cristina Martins e João Senna-Martinez,
tomou a iniciativa de organizar um ciclo de conferências dedicado
à interessante e ampla temática «Oriente Antigo no Ocidente». 

A primeira sessão do ciclo apresenta os principais objetos egípcios 
existentes em diversos acervos públicos e privados de Lisboa, com
alusão às circunstâncias da sua aquisição, e terá lugar quarta-feira,
 dia 7 de março, pelas 17,30 horas, no Auditório Adriano Moreira 
da Sociedade de Geografia de Lisboa, com entrada livre.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Egito: falta apenas um mês



Falta apenas um mês, ou melhor, faltam só 28 dias, para se iniciar mais
uma visita de estudo ao país do Nilo, concebida pelo Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, para ser organizada
pela agência Novas Fronteiras nos seus aspetos técnicos e logísticos,
valendo neste caso o exímio profissionalismo da guia Teresa Neves.

Esta viagem ao Egito, que será a 18.ª desde que o projeto começou
no ano 2000, incluirá logo no primeiro dia a visita ao Museu Egípcio
do Cairo, que acima se pode ver no seu exterior e no interior, quando
na verdade se aproxima a data de inauguração do Grande Museu Egípcio,
erigido na zona das pirâmides de Guiza, e para onde muitos dos objetos 
serão transferidos dos seus atuais espaços, demasiado cheios.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Voando nos céus do Egito




Realizou-se na semana passada um ciclo de conferências dedicado
ao tema «As aves na Arqueologia, nas Artes e na História», o qual
foi organizado pelo Centro Português de Geo-história e Pré-história
e contou com a dinamização dos Professores Silvério Figueiredo
e Fernando Coimbra, do Instituto Politécnico de Tomar, decorrendo
as sessões no Salão Nobre do Museu Nacional de Arqueologia.

A passarada do antigo Egito esvoaçou por lá
com relevo para as aves de grande porte como o abutre e o falcão!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O «Livro dos Mortos» de Wallis Budge



Cumpre-se neste ano de 2018 um significativo aniversário: há 120 anos
saiu a versão do «Livro dos Mortos» de Sir E. A. Wallis Budge, reunindo
190 capítulos (com as respetivas «fórmulas»), mais do que as anteriores
versões editadas pelo alemão Richard Lepsius no seu Todtenbuch (1842), 
pelo holandês Willem Pleyte, que lhe acrescentou nove capítulos (1881) 
e pelo suíço Édouard Naville (1886), o qual reuniu papiros existentes 
em vários museus da Europa e também no Museu Egípcio do Cairo.

Em 1898 o egiptólogo inglês E. A. Wallis Budge, na altura conservador 
do British Museum, publicou a sua versão mais completa, compilando
os textos de vários papiros funerários desde o início do Império Novo 
(XVIII dinastia) ao período ptolemaico, abarcando mais de mil anos,
 com o título The Book of the Dead. The Chapters of coming forth by Day
(em três volumes), aqui se percebendo o título que os letrados egípcios
davam ao texto: Capítulos para sair de dia (rau nu peret em heru).

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Visita de alunos de mestrado


De acordo com o programa, a atividade letiva do primeiro semestre 
terminou com uma visita de estudo à sala de antiguidades egípcias
do Museu Nacional de Arqueologia, no dia 16 de dezembro de 2017,
tendo estado presentes cerca de trinta alunos do 2.º ciclo (mestrado).

A novidade residiu no facto de esta visita reunir estudantes de vários
cursos de mestrado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
alunos de História, de História Militar, de Arte, Património e Restauro, 
e ainda de Didática da História, que compareceram com o seu docente,
o Professor Miguel Monteiro, a quem se agradece pela fotografia.

Aos alunos da Faculdade de Letras juntaram-se alunos da Faculdade
de Belas-Artes que no primeiro semestre frequentaram o seminário
de Comunicação Textual e Editorial, inserido no mestrado de Práticas
Tipográficas e Editoriais, dirigido pelo Professor Jorge Reis.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Ainda o gato egípcio




No início de um novo ano aqui se recorda a sessão dedicada ao gato
do antigo Egito, o qual está na base da difusão de algumas raças hoje
existentes na Europa, de onde seguiram para o continente americano.

O seminário teve lugar no Anfiteatro IV da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, como encerramento das atividades
culturais ligadas aos cursos livres do Centro de História,
tendo contado com uma grande assistência.

Novo workshop de Escrita Hieroglífica



No final do semestre letivo passado realizou-se, no dia 15 de dezembro,
na Universidade Autónoma de Lisboa (Santa Marta) um workshop 
sobre Escrita Hieroglífica, respondendo a um convite simpático
da Professora Aline Gallash-Hall de Beuvink, que aqui vemos
com o docente junto do quadro da sala onde decorreu o evento.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Feliz Natal


O blogue Faraó e Companhia, que neste ano de 2017 ultrapassou
os 300 000 visitantes, deseja a todos um Feliz Natal!

O gato egípcio no Natal


Realizou-se no dia 19 de dezembro, na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, a anunciada «sessão natalícia»
dedicada ao gato no antigo Egito, numa festiva organização
do Centro de História da Faculdade de Letras de Lisboa.

Com o Anfiteatro IV quase repleto com uma boa assistência,
foi evocado o gato egípcio desde a fase da sua domesticação,
cerca de 2000 a. C., até à sua sacralização e mesmo divinização 
na fase final da história do Egito, com a zoolatria então em voga.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Nova revista Hapi


Sairá em breve mais um número da revista Hapi, com a direção
do egiptólogo Telo Ferreira Canhão, e que conta com artigos
da temática variada subordinados todavia ao título genérico
de «Momentos e etapas», os quais correspondem às sessões
realizadas no âmbito do curso livre «A vida no antigo Egipto»,
levado a efeito pelo Centro de História da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa em 2017.

Neste número 5 de Hapi pode ler-se o artigo sobre «Concepção, 
nascimento e infância» (Telo Ferreira Canhão), seguindo-se
«Educação e aprendizagem» (Luís Manuel de Araújo),
«Doenças, medicina e magia» (José das Candeias Sales),
«Recrutamento militar« (Eduardo Ferreira e José Varandas),
«Antes de Serápis: o deus das origens» (Rogério Sousa).

A revista terá o seu lançamento no próximo dia 19 de dezembro,
no Anfiteatro IV da Faculdade de Letras de Lisboa, às 18 horas,
com entrada livre, podendo na ocasião ser obtida por 10 euros,
o que faz dela uma bela e acessível prendinha de Natal.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Boas Festas e Bom 2018


Com os simpáticos gatos do egiptólogo a posarem para a posteridade
aqui se deixam os votos de Boas Festas e um excelente ano de 2018,
cheio de coisas boas, a começar pela saúde e sucesso profissional.

Na verdade, o Ramsés (de pelo preto e branco) e o Seti (pelo tigrado)
já partiram para a eternidade, resta a gatinha Tut (de pelo cinzento)
para animar a casa de Queluz, viajando de vez em quando para a casa
da Praia das Maçãs em fins de semana mais longos.


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

De novo a primeira viagem


De novo se recorda a primeira visita de estudo ao Egito, na Páscoa
 de 2000, numa exitosa viagem organizada pelo Instituto Oriental 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, como início
de um projeto que teve regular continuidade e que em breve 
prosseguirá com a 18.ª viagem na Páscoa de 2018.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A primeira e a nova viagem ao Egito




Dezassete anos separam as duas primeiras imagens, que testemunham
as visitas de estudo ao Egito que desde o ano 2000 o Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa concebe e organiza
para depois serem levadas a efeito por diversas agências de viagem.

Na imagem de cima está o primeiro grupo que visitou o Egito na Páscoa
de 2000, fotografado junto da grande mesquita de Mohamed Ali, no alto 
da cidadela do Cairo, vendo-se à frente deitado o guia Gamal Khalifa,
e na segunda foto está o grupo do ano passado, com o guia Mustafa.

A próxima visita de estudo será na Páscoa de 2018, desta feita com
uma nova agência de viagens, a «Novas Fronteiras», da experiente
guia Teresa Neves, que se vê na terceira imagem, em pleno deserto,
com o egiptólogo do Instituto Oriental que acompanhará o grupo.

Viagens ao Egito há muitas, e os interessados têm por onde escolher,
levando em conta o percurso previsto, o tempo de duração, o preço
(jogando com o importante fator da qualidade/preço), e os guias
que irão acompanhar os viajantes ao longo de toda a viagem.

domingo, 26 de novembro de 2017

Workshop de Escrita Hieroglífica


Realizou-se, no passado dia 24 de novembro, um animado workshop
sobre Escrita Hieroglífica organizado pelo Centro de História
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, inserido
na Semana da Ciência e da Tecnologia, tendo os cerca de quarenta
participantes recebido materiais didáticos relacionados com o evento.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

O faraó Ramsés II




Realizou-se no passado dia 15 de novembro, no Anfiteatro IV
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, uma sessão
dedicada ao faraó Ramsés II, integrada no curso livre organizado
pelo Centro de História da Faculdade de Letras de Lisboa
sobre «Grandes Comandantes do Mundo Antigo».

A sessão complementou a apresentação dedicada a Tutmés III,
inserida no mesmo curso, que foi feita no dia 18 de outubro, 
podendo assim os assistentes comparar a ação político-militar
desses dois grandes monarcas do Império Novo e compreender 
a presença egípcia na Síria-Palestina entre os movimentos
de expansão de Tutmés III e os de contenção de Ramsés II.

Nova viagem ao Egito



Decorrem já as inscrições para a próxima visita de estudo ao Egito,
em mais uma viagem preparada pelo Instituto Oriental da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, que irá decorrer na Páscoa
de 2018, levada a efeito pela agência de viagens Novas Fronteiras,
com a duração de catorze dias, de 28 de março a 10 de abril.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O faraó Tutmés III




Realizou-se no passado dia 18 de outubro, na Faculdade de Letras
 de Lisboa (Anfiteatro IV), uma sessão dedicada ao faraó Tutmés III,
inserida no curso sobre «Grandes Comandantes do Mundo Antigo»,
levado a efeito pelo Centro de História da Universidade de Lisboa.

Depois do rei espartano Leónidas e do famoso Alexandre Magno, 
e antecedendo dois ilustres e grandes generais romanos, Caio Mário
e Júlio César, foi evocado o notável reinado do faraó Tutmés III 
(c. 1479-1425 a. C.), apreciado na sua consagrada e apelativa
vertente de comandante heroico e de administrador lúcido.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Um passado sempre presente



Decorreu em setembro e outubro um ciclo de conferências na Culturgest
subordinado ao tema «O antigo Egito: um passado sempre presente»,
com o auditório cheio de pessoas interessadas na aliciante temática,
a qual foi organizada em quatro sessões:

13 de setembro - A geografia e a história do antigo Egito
20 de setembro - Um mundo de afetos: erotismo no antigo Egito
27 de setembro - A arte egípcia: uma arte para a eternidade
4 de outubro - O Além egípcio: a invenção do paraíso 


sábado, 9 de setembro de 2017

Com as cortesias do Correio da Manhã...


Egito anuncia descoberta de túmulo com 3.500 anos em Luxor O túmulo situa-se na margem ocidental do rio Nilo num cemitério onde estão sepultados nobres e altos funcionários do Governo.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/20170909_1223_egito-anuncia-descoberta-de-tumulo-com-3500-anos-em-luxor?ref=HP_Outros
NOVO TÚMULO EM LUCSOR COM MAIS DE 3500 ANOS DE EXISTÊNCIA!



   Temos mais uma novidade do mundo da arqueologia egípcia! Na cidade de Lucsor, mais precisamente na afamada margem ocidental, onde se encontram os sepulcros de inúmeras personalidades do Antigo Egito - desde reis a trabalhadores - foi descoberto um novo túmulo, datado de 1500 a.C. aproximadamente, aparentemente de um ourives ou joalheiro régio que viveu algures durante a XVIII dinastia, no tempo do Império Novo.

   O túmulo, que contém as estátuas do proprietário e da sua esposa e uma máscara funerária, não se encontra nas melhores condições e está a ser escavado por arqueólogos egípcios. O governo está a apostar na divulgação deste e de outros achados recém-obtidos a fim de impulsionar o turismo que tem estado mais frágil em função da instável situação política, militar e social vivida no Egito desde a queda de Mubarak, seis anos antes.

   Quem deseja ler a notícia, é favor consultar o link que coloquei a seguir:
    
http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/20170909_1223_egito-anuncia-descoberta-de-tumulo-com-3500-anos-em-luxor?ref=HP_Outros

Egito anuncia descoberta de túmulo com 3.500 anos em Luxor O túmulo situa-se na margem ocidental do rio Nilo num cemitério onde estão sepultados nobres e altos funcionários do Governo.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/20170909_1223_egito-anuncia-descoberta-de-tumulo-com-3500-anos-em-luxor?ref=HP_Outros
Egito anuncia descoberta de túmulo com 3.500 anos em Luxor O túmulo situa-se na margem ocidental do rio Nilo num cemitério onde estão sepultados nobres e altos funcionários do Governo.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/20170909_1223_egito-anuncia-descoberta-de-tumulo-com-3500-anos-em-luxor?ref=HP_Outro
O Egito anunciou este sábado a descoberta na cidade de Luxor (sul) de um túmulo da época faraónica de um ourives da realeza que viveu há mais de 3.500 anos durante o reinado da 18.ª dinastia. O túmulo situa-se na margem ocidental do rio Nilo num cemitério onde estão sepultados nobres e altos funcionários do Governo. O ministro das Antiguidades, Khaled el-Anany, disse que o túmulo, com as estátuas do ourives e da sua mulher, bem como com uma máscara funerária, está deteriorado. Adiantou que um poço existente na tumba continha múmias de egípcios que viveram durante a 21.ª e a 22.ª dinastias. O túmulo foi descoberto por arqueólogos egípcios e o anúncio foi planeado para impulsionar a indústria do turismo no Egito em lenta recuperação.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/20170909_1223_egito-anuncia-descoberthttp://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/20170909_1223_egito-anuncia-descoberta-de-tumulo-com-3500-anos-em-luxor?ref=HP_Outros

sábado, 19 de agosto de 2017

O tópico de hoje é segurança

Um curto e interessante vídeo sobre a questão da segurança numa era em que o terrorismo está na ordem do dia e em que a problemática da proteção às populações civis é um tema recorrente. Quem deseja ver este vídeo, é favor copiar o link abaixo na barra de pesquisa. Boas férias!

http://antigoegito.org/policia-no-antigo-egito/

terça-feira, 1 de agosto de 2017

옛날 이집트의 거대한 미스테리


O título em cima será surpreendente, mas trata-se da versão coreana
do título do livro Os Grandes Mistérios do Antigo Egito, publicado
pela editora A Esfera dos Livros no mês passado, e cujo lançamento
decorreu no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, vendo-se
na imagem uma foto do livro numa mesa do Café Starbucks de Busan.

Dos exemplares que foram reservados pelo autor para várias ofertas,
três foram para o estrangeiro: um para a Suíça, para Maria João Freire
(uma apaixonada pelo Egito, onde esteve na visita de estudo de 2012),
um para a Embaixada de Portugal no Cairo, para a senhora embaixadora
Dra Madalena Fischer, e outro para mais longe, para a cidade de Busan, 
na Coreia do Sul, destinado a Kim Da-in, minha professora de coreano.

Então e não é que o exemplar do livro que foi para muito mais longe, 
para a distante Coreia do Sul, foi o que chegou primeiro?!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Mais uma egiptóloga doutorada



Tiveram lugar no passado dia 4 de julho, na Sala de Atos da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, as provas de doutoramento 
de Ana Catarina de Almeida, que apresentou a sua tese intitulada
«Falhar a transição ou do morto excluído. A conceptualização 
de isefet nos Textos dos Sarcófagos do Império Médio».

A exitosa tese, que foi orientada pelos professores José Augusto
Ramos, da Universidade de Lisboa, e José das Candeias Sales, 
da Universidade Aberta, teve como arguentes os professores
Joanna Popielska, da Universidade de Pultusk (Polónia),
e Rogério Sousa, da Universidade de Coimbra.

O trabalho fundamentou-se na análise de passos dos «Textos 
dos Sarcófagos» onde isefet (o oposto de maet) era mencionada,
tendo a nova doutorada (que na imagem de cima vemos em foto
tirada em Jerusalém, na visita de estudo do Instituto Oriental 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 2009-2010)
estudado vários sarcófagos e outro equipamento funerário 
do Império Médio como o que se vê na segunda imagem.

Estrasburgo 10, rue du Général Rapp - Arq. Franz Scheyder (1905)


Via The World Art Nouveau

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Egito «misterioso»



Teve lugar no passado dia 12 de julho, no vistoso Salão Nobre 
do Museu Nacional de Arqueologia, o lançamento de um novo livro
sobre Os Grandes Mistérios do Antigo Egito, da Esfera dos Livros,
mostrando-se em cima o convite que adrede foi divulgado.

Na mesa estiveram o apresentador da obra, Doutor Telo Canhão,
egiptólogo e investigador do Centro de História da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, a Dra Rita Veiga, em nome
da Esfera dos Livros, o Dr. António Carvalho, diretor do Museu
Nacional de Arqueologia, e o autor do livro «misterioso».