Na última estadia no Egito, enquanto um grupo de viajantes
partia e outro chegava, houve a rara oportunidade de passar
um dia inteiro no Grande Museu Egípcio, na zona de Guiza,
e outro dia no velho Museu Egípcio do Cairo, em Tahrir, ali
bem no centro tradicional da grande cidade, duas visitas que
se complementaram e enriqueceram deveras o egiptólogo.
Percorrendo com vagar as várias salas e corredores do velho
museu cairota dedicado à civilização do antigo Egito, e com
o caderno de apontamentos à mão, recordaram-se as peças e
artefactos mais conhecidos (como a perturbadora estatuária
de Akhenaton na sala dos vestígios amarnianos), as estátuas
oriundas de Tânis (da XXI dinastia) e o rei Amen-hotep III.
De Tânis é oriunda uma peanha inscrita, em granito escuro,
tendo em cima o babuíno sagrado do deus Tot (que se vê na
imagem de cima), com um longo texto em linhas verticais e
horizontais onde consta o nome do rei Pasebakhaenniut que
em grego é Psusennes, chamando ainda a atenção a estátua
de Amen-hotep III, idoso e pançudo, anunciando Amarna.




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