quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Mesquita de Mohamed Ali

 



Em viagens anteriores íamos, com regular frequência, visitar
a mesquita de Mohamed Ali, ali no alto da cidadela do Cairo,
mas ultimamente temos optado por visitar as mesquitas mais
antigas do Sultão Hassan (século XIV) e Rifai (séculos XIX-
-XX), vendo nesta última o túmulo do último xá da Pérsia.

A mesquita de Mohamed Ali data do século XIX, vendo-se o
elegante pátio com o inútil relógio francês do rei Luís Filipe,
que nunca chegou a funcionar, e em baixo a cúpula decorada
com os nomes dos quatro primeiros califas: Abu Bakr, Omar,
Othman e Ali, que regeram o mundo islâmico entre 632-661.

Rumo ao Grande Museu Egípcio





Na nossa recente viagem ao Egito, de onde regressámos no dia
20 de fevereiro voltando a Portugal ajoujados de conhecimento
e de cultura, foi obrigatória uma passagem pelo Grande Museu 
Egípcio, em demorada visita pelos seus cinco grandes espaços,
dedicados à sociedade, à realeza e às crenças, mais dois para os
objetos achados no túmulo do jovem faraó Tutankhamon, visita
que se complementa bem com a entrada num edifício vizinho e
feito especificamente para mostrar a grande barca real de Khufu
(IV dinastia), com mais de 40 metros de comprimento, podendo
ainda ser apreciado um conjunto de cabos náuticos e apetrechos.

O Grande Museu Egípcio, situado na região cairota de Guiza ao 
lado das famosas pirâmides da IV dinastia que lá se erguem, foi
oficialmente inaugurado no dia 4 de novembro de 2025 (depois 
da abertura parcial do edifício principal em outubro de 2024), e
agora está apto para receber milhares de visitantes diariamente,
tornando-se naturalmente a grande atração das viagens ao Egito
que recrudesceram, mostrando não apenas a qualidade estética e
histórica dos artefactos que exibe, com apropriadas legendas em
inglês e em árabe, mas também uma grandiosa e impressionante
arquitetura faraónica (concebida pelo ateliê de Heneghan Peng).

As imagens mostram o grande pátio fronteiro ao acesso principal
do Grande Museu Egípcio onde se ergue um elegante obelisco de
Ramsés II, colocado sobre uma poderosa estrutura que o sublima,
seguindo-se algumas fotos que recordam a fase das obras internas
do imponente edifício e a decoração da entrada principal aquando
da colocação das placas sugerindo o lápis-lazúli com os nomes de
alguns dos mais conhecidos reis do antigo Egito, distinguindo-se,
da direita para a esquerda as formas onomásticas de Amen-hotep,
Akhenaton, Khufu, Menkauré, Tutmés, Tutankhamon, Ramsés,
Khafré, Amenemhat, Hatchepsut, Seneferu, Senuseret, e outros.

O Cairo visto do Semiramis



Em algumas das viagens ao Egito ficamos no Hotel Semiramis,
de onde se pode observar a grande Praça Tahrir, o coração vivo
da imensa e buliçosa cidade do Cairo, hoje com o estrépito dos 
seus trinta milhões de habitantes, aqui ficando duas imagens de
um grande impacto contrastante: a Praça Tahrir de dia e à noite,
tendo ao centro um obelisco do faraó Ramsés II vindo de Tânis.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

A recente festa da galabeia



Regressados de mais uma exitosa viagem ao Egito, fruindo um 
tempo agradável com o ameno Inverno egípcio, aqui se deixam
algumas fotos que recordam a tradicional festa da galabeia, um
momento jubiloso e animado que decorreu a bordo do navio de 
cruzeiro no rio Nilo, vendo-se uma família que levou os filhos,
os quais foram uma ternurenta companhia no percurso, e ainda
o guia egiptólogo que conduziu cientificamente a viagem, com
o Prof. José Varandas (da Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa) e as amigas Inês e Fátima nos seus «trajes típicos».

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Nova viagem, os mesmos guias



Uma vez mais, estamos quase a partir para o Egito, o que irá
acontecer no próximo dia 10 de fevereiro com um animado
grupo de trinta pessoas, atraído pelos monumentos e a bonita
paisagem nilótica, e também pelo espetacular Grande Museu
Egípcio, que se tornou agora a principal e emotiva atração do 
país do Nilo, expondo os seus notáveis e milenares objetos.

Os guias para mais esta viagem, feita durante o tempo ameno
do Inverno egípcio, são os três habituais desde há alguns anos
a percorrer o Egito: um egiptólogo que é professor jubilado da
Faculdade de Letras de Lisboa, a guia Teresa Neves de Novas
Fronteiras, e o guia Mustafa, que aqui se podem ver na última
festa de passagem do ano em jubiloso cruzeiro pelo rio Nilo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

O egiptólogo Auguste Mariette


No próximo dia 11 de fevereiro realiza-se uma conferência na
Sociedade de Geografia de Lisboa (auditório Adriano Moreira)
com a temática «Auguste Mariette, um pioneiro da arqueologia
egiptológica» pelo egiptólogo José das Candeias Sales, docente
da Universidade Aberta, onde é professor catedrático e também
investigador do Centro de Estudos Globais integrado no Grupo
de Investigação de «História Global: Temas e Abordagens».

A conferência integra-se no ciclo «Arqueólogos e arqueologia:
efemérides e evocações», organizado pela Secção de Arqueolo-
gia da Sociedade de Geografia de Lisboa, em colaboração com
a Secção de Estudos do Património, permitindo evocar a figura
exemplar e notável de um pioneiro da arqueologia egiptológica 
na segunda metade do século XIX a quem se deve a criação do
Serviço de Antiguidades do Egito e o Museu Egípcio de Bulak.

11 de fevereiro, pelas 15 horas, com entrada livre

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Parabéns ao Rotary


Assinalando a passagem do centenário do Rotary Clube de
Lisboa, que foi comemorado com diversos eventos festivos
de notável significado, muitas felicitações foram recebidas,
parabenizando a grande efeméride, sendo de destacar a que
chegou do RAGFP (Iberia Chapter) a forma abreviada para 
Rotarian Action Group For Peace, uma organização rotária
empenhada na busca da paz e do convívio entre os povos.

Concerto do centenário




O último evento integrado no programa das comemorações do
centenário do Rotary Clube de Lisboa teve lugar no Museu de
Marinha, no amplo Pavilhão das Galeotas, local ideal para um
concerto levado a efeito pela prestigiada Banda da Armada, de
forma a rematar em inesquecível apoteose a festiva celebração
dos 100 anos de trabalho solidário do Rotary Clube de Lisboa.

A primeira foto mostra os elementos da Banda da Armada, que
na ocasião foi dirigida pelo capitão-tenente José Veloso, sendo
no final vivamente felicitada pela assistência, mostrando outra
foto o presidente do Rotary Clube de Lisboa a abrir a sessão, e
em baixo o presidente eleito de Rotary International, Olayinka
Babalola, entre os engenheiros Pedro Correia e Rui Matoso.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Um belo jantar de gala


 

No dia 23 de janeiro comemorou-se o centésimo aniversário
do Rotary Clube de Lisboa com um magnífico jantar de gala
no Innovation Center do Instituto Superior Técnico, que aqui
se recorda com as fotos de alguns dos duzentos participantes,
e com o precípuo momento da exibição do grande e apetitoso
bolo festivo que está em baixo, estando o presidente eleito do
Rotary International, Olayinka Babalola, da Nigéria, ladeado
pelo companheiro Pedro Correia presidente do Rotary Clube
de Lisboa e pelo companheiro Vítor Pires, decano do Clube.

Na ocasião foi distribuído aos presentes um sugestivo poema
do companheiro José de Campos, do Rotary Clube de Viseu, 
em homenagem ao Rotary Clube de Lisboa e ao seu ínclito e
digno centenário, agora comemorado com grande sucesso.

Quando em vinte e seis se reuniram
Uns quantos paladinos sonhadores,
Que indiferentes, quiçá, a dissabores
Em ato fraternal as mãos uniram.

Não se sabe ao certo o que sentiram
Nesse papel de tímidos atores,
Ao pisarem um terreno de valores
Que antes, em Lisboa, não se viram.

Foi, porém, essa gente devotada,
De mente aberta, a novas causas dada,
Que legou aos vindouros, sem vaidade,

Um tal desejo de empunhar a espada
Para fazer do bem uma cruzada,
Que há de levar o Clube à eternidade.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Ainda o centenário rotário




Mais imagens que recordam a sessão no Âmbito Cultural de
El Corte Inglés apresentando a temática «Ação rotária antes 
de haver Rotary: Solidariedade básica no antigo Egito», que
procurou sublinhar a importância da entreajuda, altruísmo e
serviço a pessoas carenciadas e mostrar que os sentimentos
ligados à prática do bem e solidariedade são muito antigos.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Mais imagens do centenário






Aqui se mostram mais algumas imagens que recordam a sessão
realizada no dia 20 de janeiro, no auditório do Âmbito Cultural
de El Corte Inglés, em Lisboa, na apresentação de uma palestra
com o tema «Ação rotária antes de haver Rotary: Solidariedade
básica no antigo Egito» estabelecendo uma interpelante relação 
entre o cumprimento justo da maet e as atividades rotárias hoje.

Na primeira foto a Dra Ana Rita Silva fala em nome do Âmbito
Cultural. e nas outras imagens estão a Dra Susana Santos, que é
a diretora do Âmbito Cultural com o Prof. Guilherme d'Oliveira
Martins e Eng. Rui Matoso, depois o Eng. Pedro Correia abre a 
sessão, seguindo-se o Prof. Luís Manuel de Araújo com o Prof.
Guilherme d'Oliveira Martins, e ainda um aspeto da assistência.
 

sábado, 24 de janeiro de 2026

Centenário rotário




Com mais estas fotos recebidas agora recordamos a sessão do
dia 17 de janeiro, no Âmbito Cultural de El Corte Inglés, para
lançamento do livro do centenário do Rotary Clube de Lisboa,
da autoria da Dra Alda Barata Salgueiro, que está na segunda
imagem lendo o seu texto, e de uma medalha de bronze, obra
gizada pelo Arquiteto Jorge Mealha, e que está em baixo com
o dinâmico governador do distrito 1960, Jorge Lucas Coelho.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Lançamento de livro e medalha

 



No dia 17 de janeiro decorreu no Âmbito Cultural de El Corte
Inglés o lançamento do livro  Servir com Propósito, Agir com
Impacto,  contendo a história do Rotary Clube de Lisboa, que 
está agora a comemorar o seu centenário, pois foi fundado no 
dia 23 de janeiro de 1926, seguindo-se a apresentação de uma
medalha de bronze evocativa desta notável efeméride rotária.

O livro é da autoria da Dra Alda Barata Salgueiro, pertencente
ao Rotary Clube de Lisboa, e professora reformada do Ensino
Secundário, enquanto a medalha comemorativa foi produzida
pelo Arquiteto Jorge Mealha, da Faculdade de Arquitetura da
Universidade de Lisboa, que é também o autor de um  marco
histórico que será descerrado no dia 23 de janeiro em Lisboa.

Solidariedade maética e rotária




Integrada nas dignas comemorações dos 100 anos do Rotary 
Clube de Lisboa, e ao mesmo tempo do movimento rotário em 
Portugal, realizou-se no passado dia 20 de janeiro uma sessão
no Âmbito Cultural de El Corte Inglés em Lisboa, com o tema
«Ação rotária antes de haver Rotary:  Solidariedade básica no
antigo Egito», estando o auditório do Âmbito Cultural cheio.

As imagens mostram alguns dos participantes no evento, tendo
na terceira foto o presidente do Rotary Clube de Lisboa, o qual
abriu a sessão (o engenheiro Pedro Correia), vendo-se depois o
presidente da comissão organizadora da comemoração dos 100
anos (o engenheiro Rui Matoso), seguindo-se o palestrante e o
professor Guilherme d'Oliveira Martins, que foi o moderador.

domingo, 18 de janeiro de 2026

Solidariedade rotária e egípcia




No dia 23 de janeiro de 1926 foi fundado o Rotary Clube de
Lisboa, um digno evento assinalado agora com um conjunto 
de realizações para jubilosamente sublinhar a comemoração
 deste centenário do mais antigo clube rotário de Portugal.

Teve lugar no passado dia 17 de janeiro a primeira realização
evocativa da efeméride, com uma sessão no Âmbito Cultural
de El Corte Inglés em Lisboa, com o lançamento de um livro
intitulado Servir com Propósito Agir com Impacto da autoria
da Dra Alda Barata Salgueiro, contendo a história do Rotary 
Clube de Lisboa, e de uma medalha do centenário concebida 
pelo Arq.Jorge Mealha (Faculdade de Arquitetura de Lisboa).

Continuando o programa das comemorações, segue-se no dia
20 de janeiro, terça-feira, pelas 18h30, no Âmbito Cultural de
El Corte Inglés, uma palestra que associa a prática rotária do
bem e da solidariedade às normas maéticas do antigo Egito.

Entrada livre com inscrições feitas para 
www.elcorteingles.pt/ambito cultural

domingo, 11 de janeiro de 2026

Uchebtis na Embaixada do Egito

 

Para assinalar a abertura oficial do Grande Museu Egípcio, no
passado dia 1 de novembro de 2025, a embaixada do Egito em
Lisboa organizou uma sessão para alguns convidados poderem
assistir no seu auditório à transmissão em direto do espetacular 
evento ocorrido na zona cairota de Guiza, perto das pirâmides,
que são a única das sete maravilhas da Antiguidade que resta.

Naquela ocasião a embaixada exibiu um conjunto de estatuetas 
funerárias conhecidas pela designação de uchebtis (antes eram
designadas chauabtis, até à XXI dinastia, após o Império Novo
que terminou em 1070 a.C.), num total de seis estatuetas feitas
de faiança, e que foram selecionadas de um lote diversificado,
vendo-se na imagem o conjunto de uchebtis sobre uma mesa.

O referido lote de peças consideradas «egípcias» era composto 
por dezasseis artefactos que uma empresa leiloeira pôs à venda
há cerca de três anos e que a Polícia Judiciária confiscou por se
suspeitar da sua origem, tendo a embaixada do Egito adquirido
as referidas estatuetas funerárias que, de facto, são verdadeiras,
pelo que a iniciativa da embaixada egípcia é correta e louvável.

Das dezasseis peças ditas «egípcias» confiscadas à leiloeira um
pequeno grupo é composto por desajeitadas falsificações, sendo
algumas delas bastante frustes, como o signatário avisou, com a
posterior concordância do experiente egiptólogo Zahi Hauass, o
que choca com o parecer de um docente da Universidade Nova,
o qual classificou todos os artefactos como sendo «autênticos»!

sábado, 10 de janeiro de 2026

O Grande Museu Egípcio





Durante a sessão realizada no dia 9 de janeiro no Hotel Roma
para uma apresentação sucinta do novo e espetacular Grande
Museu Egípcio, situado na zona de Guiza, junto das grandes
pirâmides da IV dinastia, foram sublinhados diversos aspetos
relacionados com atuais critérios museológicos expositivos e
didáticos que tornam as visitas sumamente agradáveis, dando
os necessários esclarecimentos graças às legendas (em inglês 
e em árabe) que identificam todas as peças expostas, com um 
sistema de iluminação natural e artificial muito bem obtido.

GEM - Grande Museu Egípcio





Decorreu ontem, dia 9 de janeiro, uma sessão no Hotel Roma,
em Lisboa, dedicada ao GEM - Grande Museu Egípcio, o
qual se situa na zona cairota de Guiza, junto do planalto onde
foram erigidas as famosas pirâmides que lá se encontram para
os poderosos reis da IV dinastia:  Khufu, Khafré e Menkauré,
que se podem ver ao lado, desde uma ampla janela do GEM.

O evento cultural, que foi antecedido por um muito agradável
almoço, justificou uma sucinta apresentação sobre os diversos
espaços do Grande Museu Egípcio, e a organização funcional
das suas áreas dedicadas à sociedade, à realeza e às crenças, a
que se junta um novo espaço para o espólio de Tutankhamon,
e ainda um novo edifício para a grande barca solar de Khufu.