domingo, 10 de maio de 2026

Mais atividades rotárias

 




São múltiplas e variegadas as atividades que o Rotary Clube
de Lisboa leva a efeito, procurando cumprir o seu programa
mensal de tarefas, mostrando estas imagens aqui publicadas
algumas ações realizadas nos meses anteriores com a sessão
de emblemagem de uma nova companheira, a entrega ao ex-
presidente da República Professor Marcelo Rebelo de Sousa
da medalha e livro dos 100 anos do Rotary Clube de Lisboa,
uma sessão na sede do clube dedicada ao tema do Ambiente
e fotos referentes a encontros com outros clubes rotários.

Jantar rotário solidário




Cumprindo uma antiga e solidária tradição, alguns membros
do Rotary Clube de Lisboa participaram num opíparo jantar,
abundante e deveras saboroso, na Associação João 13, tendo
a refeição sido confecionada com a participação dedicada de
diversos companheiros do clube, e os que não puderam estar
por motivos de ordem pessoal, ou profissional, estiveram lá
em espírito, mas colaboraram na aquisição de produtos, e o
carrinho de compras que se vê em cima atesta bem a dádiva.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Três grupos em cruzeiro

 

No dia 8 de abril de 2026, navegando placidamente pelo Nilo
em ameno e repousante cruzeiro, uma agência de viagens que
está muito vocacionada para os percursos culturais no Egito e
outros destinos com uma rica história antiga conseguiu juntar
três grupos no navio Sonesta Nile Goddess, cada qual com os
seus guias, que nesta bela fotografia posam para recordação.

Sentados estão os guias egiptólogos Luís Araújo, Inês Torres,
e José Sales, muito bem acompanhados na segunda fila pelas 
experientes e eficazes guias Teresa Neves, Mariana Simões e 
Leonor Martins estando atrás delas os exímios guias egípcios 
Mustafa el-Ashabi, Ibrahim el-Ashabi e Ramy el-Habbal, os
quais têm contribuído para o sucesso das viagens ao Egito.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Do rio Nilo ao rio Douro

 



Teve lugar ontem a sessão prevista na Sociedade de Geografia
de Lisboa, no Auditório Adriano Moreira, sobre as coleções de
antiguidades egípcias existentes no Porto e em Gaia (Canelas) 
tendo uma parte dos interessados no tema assistido por zoom,
facultando-se aos presentes um texto de apoio sobre o tema, o
qual inseria a lista de todos os acervos existentes em Portugal,
e que são mais de 1200 peças em núcleos públicos e privados.

Esta conferência foi organizada pela secção de Arqueologia da
Sociedade de Geografia de Lisboa, proporcionando um melhor
conhecimento de várias coleções egípcias existentes no Museu 
de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e no
Museu Nacional de Soares dos Reis, e ainda em Gaia, Canelas,
no Solar Condes de Resende (antigo núcleo Marciano Azuaga)
e que é atualmente a sede ativa da Confraria Queirosiana.

Na anterior referência à sessão da Sociedade de Geografia de
Lisboa foi mostrada a imagem da estatueta funerária (uchebti)
de Djedhor (a mais bela estatueta funerária de faiança entre as
muitas que existem no nosso país), agora é aqui divulgado um
chauabti de madeira feito para Minemai, que tinha o cargo de
guardião da necrópole, exposto no Solar Condes de Resende,
e que é o melhor exemplar feito de madeira do nosso país.

É preciso atender à diferença que existe na classificação das
estatuetas funerárias produzidas no antigo Egito, que surgem
com as designações de chauabti ou de uchebti, reservando-se
o termo chauabti para as estatuetas feitas até meados da XXI
dinastia (c. 1000 a. C.), e o termo uchebti depois dessa data,
uma expressão que deriva do verbo ucheb (responder), dado
que se esperava que as estatuetas respondessem à chamada.

A inscrição hieroglífica gravada na estatueta está reproduzida,
em texto manuscrito, ao lado do chauabti: Que brilhe o Osíris
guarda da porta da necrópole de Mênfis, Minemai. Ele diz: Ó
chauabti, se fores chamado para fazer qualquer dos trabalhos
que se fazem na necrópole (no Além) e se te for imposta uma 
tarefa como a um homem nas suas funções tu farás o trabalho 
diário que consiste em plantar os campos, encher os canais de
água e transportar areia (ou estrume) de oriente para ocidente.
Tu dirás: Repara, aqui estou, eu o farei.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

O Egito, do Nilo ao Douro





Realiza-se hoje, dia 6 de maio, quarta-feira, na Sociedade de
Geografia de Lisboa, uma palestra que tem como temática os
interessantes acervos egípcios existentes no Porto (Museu de 
História Natural e Ciência da Universidade do Porto e Museu
Nacional de Soares dos Reis, antiga coleção John Allen, hoje
pertencente à Câmara Municipal do Porto), e Gaia, Canelas,
Solar Condes de Resende, antiga coleção Marciano Azuaga.