No seguimento das imagens já aqui publicadas evocativas da visita
de estudo ao Egito na Páscoa deste ano, aqui vai mais uma,
desta feita com o pequeno (mas bom) grupo de viajantes
junto do falcão de Gulbenkian... perdão, do falcão de Hórus,
no majestoso mas airoso templo de Edfu.
Foi a imponente e conspícua imagem do falcão hórico que serviu
de inspiração ao escultor Leopoldo de Almeida para fazer a bela
estátua de Calouste Gulbenkian sentado sob a proteção benfazeja
e inspiradora do deus Hórus, que bem se pode apreciar
por quem está na Praça de Espanha olhando para a Gulbenkian.
E tudo isto porque o notável colecionador e generoso mecenas
que foi Calouste Gulbenkian tirou uma fotografia junto
desta famosa estátua de Hórus, quando em 1934 visitou o Egipto
e esteve no grande e majestoso templo de Edfu,
ficando dessa sua jornada um interessante caderno de viagem.
Foi uma benção para o nosso país que um tão notável milionário e filantropo em simultâneo decidisse assentar arraiais no nosso oásis de paz numa Europa transtornada pela guerra. Ganhámos um homem esclarecido e iluminado que soube trazer para o nosso país um pouco mais de cultura de lá de fora, que era bem preciso neste país onde não se olhava muito para as artes e cultura.
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