quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Rumo ao Grande Museu Egípcio





Na nossa recente viagem ao Egito, de onde regressámos no dia
20 de fevereiro voltando a Portugal ajoujados de conhecimento
e de cultura, foi obrigatória uma passagem pelo Grande Museu 
Egípcio, em demorada visita pelos seus cinco grandes espaços,
dedicados à sociedade, à realeza e às crenças, mais dois para os
objetos achados no túmulo do jovem faraó Tutankhamon, visita
que se complementa bem com a entrada num edifício vizinho e
feito especificamente para mostrar a grande barca real de Khufu
(IV dinastia), com mais de 40 metros de comprimento, podendo
ainda ser apreciado um conjunto de cabos náuticos e apetrechos.

O Grande Museu Egípcio, situado na região cairota de Guiza ao 
lado das famosas pirâmides da IV dinastia que lá se erguem, foi
oficialmente inaugurado no dia 4 de novembro de 2025 (depois 
da abertura parcial do edifício principal em outubro de 2024), e
agora está apto para receber milhares de visitantes diariamente,
tornando-se naturalmente a grande atração das viagens ao Egito
que recrudesceram, mostrando não apenas a qualidade estética e
histórica dos artefactos que exibe, com apropriadas legendas em
inglês e em árabe, mas também uma grandiosa e impressionante
arquitetura faraónica (concebida pelo ateliê de Heneghan Peng).

As imagens mostram o grande pátio fronteiro ao acesso principal
do Grande Museu Egípcio onde se ergue um elegante obelisco de
Ramsés II, colocado sobre uma poderosa estrutura que o sublima,
seguindo-se algumas fotos que recordam a fase das obras internas
do imponente edifício e a decoração da entrada principal aquando
da colocação das placas sugerindo o lápis-lazúli com os nomes de
alguns dos mais conhecidos reis do antigo Egito, distinguindo-se,
da direita para a esquerda as formas onomásticas de Amen-hotep,
Akhenaton, Khufu, Menkauré, Tutmés, Tutankhamon, Ramsés,
Khafré, Amenemhat, Hatchepsut, Seneferu, Senuseret, e outros.

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