sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Faltam poucas horas para a partida


Faltam poucas horas para ter início mais uma viagem ao Egito, será
a primeira deste ano, à qual, em princípio, mais cinco se seguirão
em 2020, testemunhando assim um claro aumento de interesse pelo
país do Nilo - que já no ano passado se vira, com as seis viagens
que a agência Novas Fronteiras organizou, beneficiando do apoio
cultural e científico que o Instituto Oriental da Faculdade de Letras 
da Universidade continua a proporcionar a este tipo de viagens.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

A Arménia na Terra Santa


O cristianismo arménio marca presença na Terra Santa com várias
igrejas e conventos, um dos quais na cidade portuária de Jaffa (que
os antigos egípcios conheciam como Ipu), junto de Telavive, atual
capital de Israel, onde estivemos hospedados no último dia, com
a foto a mostrar a entrada do convento arménio de São Nicolau, 
situado no porto de Jaffa, a qual está assinalada com uma lápide
de pedra branca redigida em arménio, hebraico, árabe e inglês.

A edição desta recordação da visita a Jaffa, durante a recente
viagem comemorativa dos 150 anos da visita de Eça de Queirós
e do seu amigo conde de Resende àquela região (finais de 1869)
 permite também lembrar a aliciante viagem à Arménia e Geórgia
que o Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa e a agência Novas Fronteiras estão já a programar 
para o Outono deste ano (14 a 27 de setembro de 2020).

No palácio de Hicham



No nono dia de viagem, depois de ter visitado os principais sítios
histórico-culturais de Jerusalém e de Belém, o grupo partiu para 
Jericó, onde nas suas imediações foi possível percorrer as ruínas
do palácio de Hicham, nome de um califa omíada de Damasco,
que no local mandou erigir um palácio para lá passar o Inverno.

A primeira imagem mostra um grande medalhão lítico esculpido 
para decorar o enorme salão palatino do complexo de Hicham,
e na segunda está o guia com Mara Sevinatti, aluna de mestrado
em História (área de História Antiga), e com Teresa Cadete,
professora jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa.

Em Israel, com a «coroa de espinhos»


Depois de seis dias no Egito, seguindo os passos de Eça de Queirós
e o conde de Resende, desde Alexandria até ao Cairo (de comboio),
o grupo partiu para Israel (de avião), prosseguindo a bela viagem 
evocativa do percurso do nosso escritor e do seu companheiro
ao Egito e Terra Santa em 1869 (inauguração do canal de Suez).

Na foto vê-se uma das muitas curiosidades turísticas que os pios
viajantes podem adquirir em Israel, uma «coroa de espinhos»,
para recordar o dramático episódio do martírio de Jesus Cristo
descrito na Bíblia (Novo Testamento), ou então para lembrar 
a «relíquia» que o ímpio Teodorico Raposo levou para a Titi.

Com Eça, rumo à Terra Santa



Antecedendo a partida para o Egito e Israel, que ocorreu no final do ano
 de 2019, realizou-se no Solar Condes de Resende, Canelas (Vila Nova
de Gaia), sede da Confraria Queirosiana, a assinatura de um protocolo
 de colaboração entre a agência de viagens Novas Fronteiras e a referida
Confraria, prevendo a realização de eventos conjuntos em locais onde
Eça de Queirós esteve, quer em Portugal ou no estrangeiro, neste caso
com destaque para as viagens ao Egito e à Terra Santa (em 1869).

As imagens documentam o momento da assinatura do protocolo pela
diretora comercial da agência Novas Fronteiras, a guia Teresa Neves,
e pelo Professor Luís Manuel de Araújo, vice-presidente dos Amigos
do Solar Condes de Resende e diretor da Revista de Portugal, editada
anualmente pelos ASCR - Confraria Queirosiana, tendo saído o n.º 16,
o qual está a ser anunciado na segunda foto perante os novos confrades
que então foram insigniados e a assistência que enchia o salão nobre.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Na Cidadela do Cairo


Eis a tradicional fotografia de grupo tirada na Cidadela do Cairo, 
a caminho da grande Mesquita de Mohamed Ali, também conhecida
por Mesquita de Alabastro, a qual foi visitada no quinto dia da nossa 
viagem, depois de termos estado em Alexandria, seguindo o percurso
 feito por Eça de Queirós e o conde de Resende em 1869 (inauguração
do canal de Suez, onde também estivemos no dia 28 de dezembro). 

Nas pirâmides, com um frio glacial


Regressados de mais uma bela viagem ao Egito (que desta vez incluiu
Israel, com a passagem do ano em Jerusalém), aqui se recorda a visita
ao planalto de Guiza, para admirar as famosas pirâmides da IV dinastia
que lá se encontram e para tirar a habitual foto de grupo com a bandeira
portuguesa - só que a manhã estava muito fria, como se comprova pelo 
aconchegante vestuário de Inverno que os viajantes tiveram de usar.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Passagem do ano em Jerusalém






Esta pequena seleção de imagens recorda alguns alegres momentos 
da festa de passagem do ano de 2009 para 2010, que decorreram
no Hotel American Colony, em Jerusalém, o sítio onde, dez anos
depois, iremos comemorar a passagem de ano de 2019 para 2020,
que marcará um momento alto da viagem ao Egito e à Terra Santa,
por onde andaram Eça de Queirós e o conde de Resende em 1869.

É hoje, rumo ao Egito e Israel




Faltam poucas horas para a partida de mais um grupo de viajantes
para o Egito e Israel, beneficiando do sólido e deveras experiente 
apoio da agência Novas Fronteiras, e contando com o habitual
acompanhamento científico e pedagógico do Instituto Oriental
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A ideia fulcral é seguir os passos de Eça de Queirós e do conde
 de Resende, os quais em finais de 1869 jornadearam até ao Egito
e Terra Santa, na altura da festiva inauguração do canal de Suez,
para que agora, 150 anos depois, possa ser lembrada e vivida
essa inolvidável viagem, desde Alexandria, Cairo e Jerusalém,
entre outros locais históricos cheios de monumentos.

A Confraria Queirosiana em festa



Realizou-se no passado dia 23 de novembro, em Canelas (Gaia),
 mais um capitulo da Confraria Queirosiana, levado a efeito pelos
Amigos do Solar Condes de Resende, evocando Eça de Queirós,
sendo dado especial destaque aos 150 anos da sua visita ao Egito
para a inauguração do canal de Suez (17 de novembro de 1869).

O famoso escritor, então um jovem com 24 anos de idade, esteve
em Alexandria, no Cairo e Suez em companhia do seu amigo Luís
de Castro Pamplona, conde de Resende, representando Portugal 
nas esplendorosas festas que assinalaram a abertura do canal, 
tendo aproveitado depois para visitar o Sinai e a Terra Santa.

Na sessão, que decorreu no Solar Condes de Resende, foi ainda
apresentado o n.º 16 da Revista de Portugal, a publicação anual 
da Confraria Queirosiana, e anunciada a viagem ao Egito e Israel
para assinalar os 150 anos da estada de Eça de Queirós e do conde
de Resende nesse périplo, numa organização do Instituto Oriental
da Faculdade de Letras de Lisboa e da Confraria Queirosiana.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Ainda a biodiversidade




Aqui estão mais algumas imagens relativas à sessão que decorreu
no Colégio de Nossa Senhora da Bonança, sobre «Biodiversidade
no antigo Egito», que contou com grande assistência de um público 
jovem e deveras interessado numa temática de grande atualidade.

Biodiversidade no antigo Egito




Rematando a semana dedicada ao tema da biodiversidade, levada
a efeito no Colégio de Nossa Senhora da Bonança, situado em Gaia, 
teve lugar uma palestra no passado dia 22 de novembro intitulada
«Biodiversidade no Antigo Egito», cuja organização beneficiou 
do grande empenhamento da Professora Eva Baptista, que se vê
na segunda imagem em companhia do docente convidado.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Solidariedade maética




Na sede do Rotary Clube de Lisboa, o clube rotário mais antigo
de Portugal, decorreu uma palestra sobre um tema muito querido
e significativo para os rotários: a maet, noção de base do antigo
Egito, como expressão de solidariedade, afeto e entreajuda.

À sessão, que contou com a presença de membros do clube que 
em boa hora organizou o evento, assistiram também membros
convidados de outros clubes rotários, terminando o encontro
com um aprazível e lauto jantar num hotel das imediações.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

A marinha egípcia na Escola Naval








Por simpático convite dos Professores Francisco Contente Domingues
 e José Varandas, beneficiando do indispensável apoio dos comandantes 
Jorge Semedo de Matos (última foto) e António Costa Canas, o docente 
jubilado da Faculdade de Letras de Lisboa foi à Escola Naval no sábado 
dia 16 de novembro, para fazer uma palestra sobre a marinha do antigo
Egito, num longo percurso histórico e evolutivo desde as embarcações
do Império Antigo (contemporâneas da construção das pirâmides dessa
época), para navegação fluvial e marítima, aos navios da Época Baixa
e período ptolemaico, passando pelos do Império Novo (em especial
 os do reinado conjunto de Hatchepsut e Tutmés III, século XV a. C.).

O canal de Suez, ontem e hoje






Teve lugar na passada sexta-feira, dia 15 de novembro, na Sociedade
de Geografia de Lisboa, o congresso sobre «Eça de Queirós nos 150
anos do canal de Suez», evocando-se a situação económica, política, 
cultural e social do Egito na altura da visita do nosso famoso escritor,
que lá esteve para participar na inauguração do canal de Suez, evento
de projeção internacional que ocorreu em 17 de novembro de 1869.

Nessa festiva ocasião o Egito era governado por Ismail Pacha, neto
de Mohamed Ali, fundador de uma dinastia teoricamente subordinada
à Turquia mas na prática vivendo num regime de quase independência
com o apoio da França (a quem coube a construção do canal de Suez,
 sob a direção de Ferdinand de Lesseps) e da Inglaterra (que montou
a linha de caminho de ferro Alexandria-Cairo, depois estendida para
leste, rumo ao canal de Suez, e para sul até Assuão, ainda hoje usadas 
após as prementes e necessárias grandes obras de beneficiação).

terça-feira, 19 de novembro de 2019

A «última lição»




Respondendo ao simpático convite do Departamento de História
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o signatário,
docente jubilado desde o passado ano letivo, deu a sua «última
lição» no Anfiteatro III, tendo escolhido como tema «Coleções
egípcias em Portugal», perante uma audiência que incluía vários
professores, alunos e companheiros de viagem ao Egito e Irão.

O Egito e os impérios mesopotâmicos





Realizou-se no passado dia 13 de novembro na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa uma palestra sobre «O Egito e os Impérios
Mesopotâmicos» evocando o dramático choque entre o país do Nilo
 e os seus inimigos vindos das regiões mesopotâmicas e sua periferia.

Perante a força dos poderosos Assírios, o Egito não resistiu ao ataque
e foi conquistado, chegando o exército assírio à distante Tebas-Uaset
que saqueou, depois de ter tomado Mênfis (segunda imagem) e toda
a região do Delta, até à sua expulsão na XXVI dinastia, em 664 a. C.

Tendo conseguido resistir à pressão dos Neobabilónios (que tinham
tomado e arrasado Jerusalém em 587 a. C.), o Egito foi conquistado
pelo Império Persa e transformado numa província em 525 a.C. e só
foi libertado do domínio persa por Alexandre Magno em 332 a.C..

Escrita hieroglífica a bordo






Durante o magnífico cruzeiro no rio Nilo, entre 6 e 8 de novembro,
a bordo do navio «Crown Prince», que se vê na primeira imagem, 
e com uma amena temperatura outonal, houve tempo para no convés
fazer os nomes dos membros do grupo de viajantes e seus familiares
em escrita hieroglífica, alguns dos quais em papiros artísticos (na
quinta imagem o nome de Ana Miguel, escrito previamente a traço 
fino, está a ser avivado a traço mais grosso para assim perdurar).