Durante os momentos tristes do velório fúnebre do Professor
Doutor José Augusto Ramos, reunindo na Igreja da Sagrada
Família, no Calhariz de Benfica, a família, com amigos e os
colegas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
puderam os presentes lançar o seu testemunho num livro de
condolências deixado à entrada da sala mortuária de acordo
com a tradição destes momentos de respeito e de evocação.
Para recordar o querido Amigo de muitos anos de convívio
e de docência, deixei grafada nesse livro uma singela frase,
em escrita hieroglífica, que aqui em baixo se reproduz para
servir de homenagem póstuma à sua grata e viva memória,
com um remate típico de frases tumulares do antigo Egito,
e que na língua portuguesa se poderá traduzir como:
JOSÉ RAMOS, QUE VIVA ETERNAMENTE!
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