Na sua quinta, ali algures para os lados de Vagos, o egiptólogo
Telo Canhão possui, além de aves de capoeira que antes vimos
em anterior notícia, algumas ovelhas (bem felpudas) e cabras,
mas o belo bode que antigamente tinha, evocando a divindade
Banebdjedet, cultuada em Tânis (no Delta), já lá não está.
Andando à vontade pelo quintal, mas sobretudo no aconchego
do interior da casa, ainda há um cão chamado Tico e uma gata
chamada Celeste, que aqui posam para a fotografia: o cão não
é certamente o canídeo de Anúbis e a gatinha não será Bastet,
mas nem por isso deixam de merecer as devidas atenções.
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