quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Ainda a biodiversidade




Aqui estão mais algumas imagens relativas à sessão que decorreu
no Colégio de Nossa Senhora da Bonança, sobre «Biodiversidade
no antigo Egito», que contou com grande assistência de um público 
jovem e deveras interessado numa temática de grande atualidade.

Biodiversidade no antigo Egito




Rematando a semana dedicada ao tema da biodiversidade, levada
a efeito no Colégio de Nossa Senhora da Bonança, situado em Gaia, 
teve lugar uma palestra no passado dia 22 de novembro intitulada
«Biodiversidade no Antigo Egito», cuja organização beneficiou 
do grande empenhamento da Professora Eva Baptista, que se vê
na segunda imagem em companhia do docente convidado.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Solidariedade maética




Na sede do Rotary Clube de Lisboa, o clube rotário mais antigo
de Portugal, decorreu uma palestra sobre um tema muito querido
e significativo para os rotários: a maet, noção de base do antigo
Egito, como expressão de solidariedade, afeto e entreajuda.

À sessão, que contou com a presença de membros do clube que 
em boa hora organizou o evento, assistiram também membros
convidados de outros clubes rotários, terminando o encontro
com um aprazível e lauto jantar num hotel das imediações.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

A marinha egípcia na Escola Naval








Por simpático convite dos Professores Francisco Contente Domingues
 e José Varandas, beneficiando do indispensável apoio dos comandantes 
Jorge Semedo de Matos (última foto) e António Costa Canas, o docente 
jubilado da Faculdade de Letras de Lisboa foi à Escola Naval no sábado 
dia 16 de novembro, para fazer uma palestra sobre a marinha do antigo
Egito, num longo percurso histórico e evolutivo desde as embarcações
do Império Antigo (contemporâneas da construção das pirâmides dessa
época), para navegação fluvial e marítima, aos navios da Época Baixa
e período ptolemaico, passando pelos do Império Novo (em especial
 os do reinado conjunto de Hatchepsut e Tutmés III, século XV a. C.).

O canal de Suez, ontem e hoje






Teve lugar na passada sexta-feira, dia 15 de novembro, na Sociedade
de Geografia de Lisboa, o congresso sobre «Eça de Queirós nos 150
anos do canal de Suez», evocando-se a situação económica, política, 
cultural e social do Egito na altura da visita do nosso famoso escritor,
que lá esteve para participar na inauguração do canal de Suez, evento
de projeção internacional que ocorreu em 17 de novembro de 1869.

Nessa festiva ocasião o Egito era governado por Ismail Pacha, neto
de Mohamed Ali, fundador de uma dinastia teoricamente subordinada
à Turquia mas na prática vivendo num regime de quase independência
com o apoio da França (a quem coube a construção do canal de Suez,
 sob a direção de Ferdinand de Lesseps) e da Inglaterra (que montou
a linha de caminho de ferro Alexandria-Cairo, depois estendida para
leste, rumo ao canal de Suez, e para sul até Assuão, ainda hoje usadas 
após as prementes e necessárias grandes obras de beneficiação).

terça-feira, 19 de novembro de 2019

A «última lição»




Respondendo ao simpático convite do Departamento de História
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o signatário,
docente jubilado desde o passado ano letivo, deu a sua «última
lição» no Anfiteatro III, tendo escolhido como tema «Coleções
egípcias em Portugal», perante uma audiência que incluía vários
professores, alunos e companheiros de viagem ao Egito e Irão.

O Egito e os impérios mesopotâmicos





Realizou-se no passado dia 13 de novembro na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa uma palestra sobre «O Egito e os Impérios
Mesopotâmicos» evocando o dramático choque entre o país do Nilo
 e os seus inimigos vindos das regiões mesopotâmicas e sua periferia.

Perante a força dos poderosos Assírios, o Egito não resistiu ao ataque
e foi conquistado, chegando o exército assírio à distante Tebas-Uaset
que saqueou, depois de ter tomado Mênfis (segunda imagem) e toda
a região do Delta, até à sua expulsão na XXVI dinastia, em 664 a. C.

Tendo conseguido resistir à pressão dos Neobabilónios (que tinham
tomado e arrasado Jerusalém em 587 a. C.), o Egito foi conquistado
pelo Império Persa e transformado numa província em 525 a.C. e só
foi libertado do domínio persa por Alexandre Magno em 332 a.C..

Escrita hieroglífica a bordo






Durante o magnífico cruzeiro no rio Nilo, entre 6 e 8 de novembro,
a bordo do navio «Crown Prince», que se vê na primeira imagem, 
e com uma amena temperatura outonal, houve tempo para no convés
fazer os nomes dos membros do grupo de viajantes e seus familiares
em escrita hieroglífica, alguns dos quais em papiros artísticos (na
quinta imagem o nome de Ana Miguel, escrito previamente a traço 
fino, está a ser avivado a traço mais grosso para assim perdurar).

Mais uma «festa egípcia» a bordo




Mantendo a antiga tradição, que se tem repetido em todas as viagens
ao Egito, decorreu a bordo do nosso bonito barco de cruzeiro no Nilo
uma animada «festa egípcia» onde alguns membros do grupo vestiram
«trajes regionais» de acordo com o espírito criativo dos participantes.

domingo, 17 de novembro de 2019

Mais uma viagem ao Egito




Pela quinta vez neste ano, a agência «Novas Fronteiras», contando
com o apoio científico e pedagógico do Instituto Oriental da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, concretizou uma viagem ao Egito,
que decorreu com feliz e memorável sucesso entre o dia 31 de outubro
 e 11 de novembro, com um pequeno grupo de dez pessoas, um grupo
de «tipo familiar» (para compensar a enormidade dos mais cinquenta
participantes do grupo que lá esteve na viagem da Páscoa deste ano).

As imagens mostram os entusiasmados viajantes posando em locais
de importância histórico-cultural e de visita obrigatória: a Cidadela 
do Cairo, onde está a mesquita de Mohamed Ali, o planalto de Guiza
com as célebres pirâmides da IV dinastia erigidas para Khufu, Khafré
e Menkauré, e em Abu Simbel, para visitar o grande templo rupestre
escavado na montanha para glória de Ramsés II, tendo mais ao lado 
um templo mais pequeno para a rainha Nefertari, a sua bela esposa.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Depois do Irão o Egito




Depois da inesquecível viagem de doze dias ao Irão, que terminou 
na bela cidade de Chiraz, como se vê na primeira foto com o grupo
de viajantes, junto da grande fortaleza de Karim Khan (construída
no século XVIII), segue-se agora o Egito, para mais doze felizes
dias de fruição cultural, entre 31 de outubro e 11 de novembro,
que nos levarão de norte a sul, desde Alexandria a Abu Simbel.

Entre a visita a monumentos do Egito islâmico (bem representados
na segunda imagem pela mesquita de Mohamed Ali, na Cidadela
do Cairo), e a visita a monumentos do Egito faraónico (entre eles
o imenso templo de Karnak, em Lucsor, que aqui se vê numa foto
 ao entardecer), haverá tempo para momentos de lazer e descanso,
um timbre das aliciantes viagens da agência «Novas Fronteiras». 

De partida para o Egito


Faltam poucas horas para a partida de mais um grupo de viajantes
para o Egito, de novo com organização da agência Novas Fronteiras
e o apoio científico e pedagógico do Instituto Oriental da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, sendo esta já a quinta viagem
deste ano de 2019 - e apenas há cinco dias estávamos nós no Irão.

A grande diferença é que desta vez o percurso será Lisboa-Istambul
e depois Istambul-Alexandria, porque o programa de doze dias terá
início na antiga cidade de Cleópatra e da dinastia ptolemaica, após
 o que seguiremos para o Cairo e daqui para o aliciante sul do Egito, 
onde haverá muito para ver, e sobretudo o cruzeiro no rio Nilo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

O Egito na Pérsia e no Irão






Realizou-se com grande sucesso a viagem ao Irão, levada a efeito
pela agência Novas Fronteias, com a guia Teresa Neves, contando
com o habitual apoio científico e pedagógico do Instituto Oriental 
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo também 
sido fundamental para o sucesso da viagem o solícito guia iraniano 
Said, sobretudo para as questões relacionadas com o Irão islâmico.

Como se vê pelos mapas inseridos, o Egito ficou incluído no imenso
Império Persa, criado pelos Aqueménidas, como uma das províncias
(satrapias) mais ricas, contribuindo para os trabalhos de construção 
dos enormes complexos palatinos em Susa, Pasárgada e Persépolis 
com homens e materiais, notando-se as influências da arte egípcia
em vários aspetos arquitetónicos e decorativos de Persépolis (onde
foi tirada a foto que acima se vê, com o grupo de felizes viajantes, 
sendo de notar as senhoras com os obrigatórios lenços na cabeça).

Do cosmopolitismo do Império Persa ficou uma sugestiva inscrição
do grande rei Dario I, no seu palácio de Susa, mas que também serve
para ilustrar a intensa atividade construtiva em Persépolis, atestando
adrede a participação dos diversos povos nas grandes obras levadas 
a cabo pelos soberanos Aqueménidas, com relevo para os egípcios:

«Para este palácio que ergui em Susa, os materiais foram trazidos
de longe. A madeira de cedro foi trazida de uma montanha chamada
Líbano; assírios transportaram-na para Babilónia, e da Babilónia
cários e jónios trouxeram-na para Susa; a madeira de teca foi trazida
da Índia; o ouro veio de Sardes e da Bactriana; as pedras preciosas,
o lápis-lazúli e a cornalina da Sogdiana; a prata e o ébano do Egito;
os materiais que decoram os muros, da Jónia; o marfim da Etiópia,
da Índia e da Aracósia; as colunas de pedra, da Cária; os pilares
de pedra, afeiçoados aqui, foram trazidos de um palácio no Elão.
Os homens que trabalharam a pedra eram jónios, lídios e egípcios;
os ourives eram medos e egípcios; os homens que trabalharam
a madeira eram lídios e egípcios; os homens que assentaram
os tijolos eram babilónios; e os decoradores de paredes eram
medos e egípcios. Em Susa realizou-se um esplêndido trabalho.
Possa Ahura Mazda proteger-me».

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Antes do Egito, o Irão




Mesmo antes da partida de mais um grupo para o Egito, que ocorrerá
no dia 31 de outubro (e que será a quinta viagem deste ano de 2019),
outro grupo partirá rumo ao Irão, para um rico e aliciante programa 
de dez dias, com organização da agência Novas Fronteiras e o apoio
científico e pedagógico do Instituto Oriental da Faculdade de Letras 
da Universidade de Lisboa, num percurso que irá de Teerão a Chiraz
e que decorrerá entre 18 e 27 de outubro. A partida é mesmo hoje!

Na imagem de cima podemos ver um aspeto do complexo palatino
de Persépolis, um importante centro político da Pérsia Aqueménida,
que visitaremos no dia 26 de outubro (o nono dia da nossa viagem),
juntamente com Pasárgada, e ainda o conjunto de túmulos rupestres
de vários soberanos persas em Naqch-e Rustam, perto de Chiraz,
completando a visita a locais históricos do Irão islâmico como
grandes mesquitas e palácios em Teerão, Isfahan, Yazd e Chiraz.