domingo, 4 de dezembro de 2016

O Egito no ensino da História




Realizou-se no passado dia 24 de novembro, no Anfiteatro III
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, um colóquio
dedicado à temática «O Ensino da História», promovido pelo
Centro de História e organizado pelo Professor Miguel Monteiro,
responsável pelo curso de mestrado em Didática da História.

Os temas foram apresentados por docentes e investigadores,
alguns dos quais são autores e revisores científicos de manuais
escolares, num percurso que foi desde a Pré-história à História
Contemporânea, passando pela História Antiga, História Medieval,
História Moderna e História da Expansão Portuguesa.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Boas Festas!



A todos os escribas ativos do blogue e aos nossos simpáticos 
leitores desejamos, em português e em antigo egípcio hieroglífico,
Boas Festas e um Bom Ano Novo!

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Cortesia do jornal O Público

https://www.publico.pt/2016/11/23/culturaipsilon/noticia/descoberta-cidade-com-sete-mil-anos-de-antiguidade-no-egipto-1752371

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Presidente Al-Sisi em Portugal



Durante dois dias esteve no nosso país o presidente do Egito,
marechal Al-Sisi, para um encontro com o presidente de Portugal,
Marcelo Rebelo de Sousa, tendo sido abordadas entre os dois líderes
questões de ordem política, social, económica, diplomática, cultural,
como a imprensa amplamente noticiou, nos jornais, rádio e televisão.

Ficou, entre outras, a notícia do convite dirigido ao nosso presidente
da República para que visitasse o Egito em 2017, convite que foi aceite, 
e que será concretizado numa data que a seu tempo será anunciada.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O sol do ocaso na Praia das Maçãs




Costuma ser muito bonito, e por vezes até deslumbrante, o pôr do sol 
na Praia das Maçãs, como se pode apreciar aqui na primeira imagem.
 Já os Romanos pensavam o mesmo, e iam invocar o sol no penhasco
que se ergue a sul, sobranceiro à típica e tranquila Praia das Maçãs
num sítio conhecido pela designação moderna de Alto da Vigia,
junto da foz da modesta e serpenteante ribeira de Colares.

Nesse local têm decorrido, nos últimos anos, profícuas escavações,
onde o Professor José Cardim Ribeiro, diretor do Museu de Odrinhas,
 e a sua esforçada equipa de arqueólogos e colaboradores, tem feito
interessantes descobertas de blocos de pedra com inscrições datadas 
dos séculos II e III da nossa era, vendo-se nas fotos as ondinhas 
 da Praia das Maçãs desvanecendo-se atrás dos arqueólogos.

Depois de no ano passado ter aparecido uma inscrição invocando
o Sol Invictus, eis que há poucos meses apareceu um novo texto
aludindo ao Sol Occiduo, isto é, o sol no ocaso, o pôr do sol...
Não é bem o deus Ré, pois esse, quando fenecia no seu ocaso,
passava a ser o deus Atum - mas na verdade o sol do Egito 
é afinal o sol de Roma... e o sol da Praia das Maçãs.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Chegou a Hapi n.º 4


Acabou de chegar a revista Hapi, n.º 4, e chegou muito bem, 
mantendo o seu seguro ritmo editorial de um número por ano,
acompanhando e registando em texto as sessões do curso anual
sobre «A Vida no Antigo Egipto» organizado e levado a efeito,
desde há quatro anos, pelo Centro de História da Faculdade
 de Letras da Universidade de Lisboa.

Graças ao empenhamento ativo do seu diretor, o egiptólogo
Telo Ferreira Canhão, que também tem gizado a programação
dos cursos, esta revista da Associação Cultural de Amizade
Portugal-Egipto apresenta neste número artigos variados,
indo desde o Egito faraónico ao Egito islâmico.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Guerra e paz no antigo Egito




Decorre no Auditório da Cantina Universitária, com sessenta alunos,
 o curso inserido no Programa de Formação Universitária para Seniores,
dedicado ao tema «Guerra e Paz», que foi elaborado pelos Professores
António Ventura e José Varandas, da Faculdade de Letras de Lisboa,
composto por 24 sessões, de outubro de 2016 a fevereiro de 2017.

Depois da «Guerra na Pré-história» e da «Guerra e paz na Assíria
e Babilónia», seguiu-se a sessão sobre «Guerra e paz no antigo Egito», 
tendo os alunos recebido diversos materiais de apoio para um melhor 
acompanhamento da matéria, a qual se estendeu desde a emergência
do Egito unificado (c. 3000 a. C.) até à dinastia ptolemaica. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O antigo Egito no Mediterrâneo




Teve lugar no passado dia 22 de outubro, no Solar Condes de Resende,
uma sessão dedicada a «Navios e navegações antigas no Mediterrâneo»,
integrada no curso sobre História Naval do Noroeste Português, que se
prolongará até final do corrente ano, numa organização patrocinada pela
Academia Eça de Queirós e a Confraria Queirosiana, cujo mesário-mor,
Professor Gonçalves Guimarães, se vê na terceira imagem com o orador.

Na sessão foi evocada a marinha egípcia que, desde o Império Antigo,
navegava para o Levante mediterrânico, com especial preferência pela
cidade de Biblos, buscando, sobretudo, a excelente madeira de cedro
de que o Egito carecia, entre outros produtos. Foi então sublinhado,
com apropriadas imagens e textos de apoio, que os navios egípcios 
inspiraram, em certa medida, os navios de outros países da zona.

Do barco egípcio mediterrânico derivaram, com as necessárias
adaptações, os navios da Fenícia e da Grécia, tendo esta produzido
belas trirremes, mais tarde copiadas, e aumentadas, pelos Romanos,
construtores de grandes navios que depois sulcaram o Mare Nostrum.
Foi possível no final concluir que, embora não tivessem mostrado
muito interesse pela navegação mediterrânica, os Egípcios criaram
excelentes navios - e o que não fariam se se tivessem interessado...   

sábado, 22 de outubro de 2016

A utopia do Além: uma fé inabalável


Realizou-se no passado dia 13 de outubro, pelas 18 h., no Anfiteatro IV
da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, uma sessão que teve
como título «A imagética utópica do Além no antigo Egito», integrada
no curso sobre Imagética na História: Fronteiras e Utopias, coordenado
pela Professora Maria Leonor García da Cruz e organizado pelo
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

A família imperial brasileira visita as pirâmides de Gizé em 1871


«Diário de Viagem de D. Pedro II, que também viajou na Europa nesse ano. Colecção do Museu Imperial, Petrópolis.» (in página de José Monterroso Teixeira no Facebook)

sábado, 8 de outubro de 2016

Aprendendo os hieróglifos


Decorre na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
o curso livre de Iniciação à Escrita Hieroglífica, que agora
vai na sua terceira sessão com mais de trinta alunos inscritos,
o que é um número bom e muito estimulante para estes tempos,
deixando antever uma boa aceitação para o próximo curso de
temática egiptológica sobre «A Vida no Antigo Egipto».

Todas as quartas-feiras, das 18 às 20 horas, o Anfiteatro IV
recebe os dedicados e esforçados candidatos à aprendizagem
das regras essenciais da escrita hieroglífica, procurando-se
mostrar a sua génese, desenvolvimento e organização básica,
com os alunos a desenharem belos patos, abutres, codornizes,
lebres, serpentes, mochos, homens... Enfim, vão-se divertindo!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O bode de Banebdjedet em Vagos




Completando a anterior postagem alusiva aos magníficos bodes 
que o egiptólogo Telo Ferreira Canhão tem na sua quinta de Vagos,
aqui estão mais imagens do exemplar que é conhecido pelo nome
de «senhor Mendes», evocando o bode sagrado que era venerado 
em Mendés, no Delta, como animal de Banebdjedet, deus famoso
 pelos seus apetites copuladores desvairados - daí o bode...

Aqui estão três imagens do «bode de Banebdjedet», bem tratado
com generoso desvelo e afeto pelo seu proprietário, vendo-se 
o esplêndido animal branco a pastar - de lado, de frente e de trás, 
comprovando que se trata mesmo de um bode, atestando porventura
a ambiência libidinosa e concupiscente que ele fruía em Mendés.

Pirâmides e escrita egípcia em Aveiro




Realizou-se, no dia 6 de outubro, no auditório do Departamento
 de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro, uma conferência
dedicada ao tema «Escrever no Antigo Egito: edições para esta vida
e para o outro mundo», a qual se integra no II Ciclo de Conferências
 que tem o sugestivo título «Do manuscrito ao livro impresso».

A sessão foi preparada para os alunos do curso de Línguas e Estudos
Editoriais (licenciatura) e do curso de Estudos Editoriais (mestrado),
pelo Professor António Andrade, docente da Universidade de Aveiro,
a qual tem boas instalações (parcialmente vistas na imagem ao meio),
dispondo ainda de um amplo e aprazível campus universitário.

A ida a Aveiro foi aproveitada para visitar a cidade e os seus canais,
com destaque para o chamado «canal das pirâmides», recomendado
com insistência por amigos naturais da região - mas afinal as tais
«pirâmides», erguidas no século XIX para assinalar os trabalhos
de reabertura e de consolidação do principal canal da cidade, 
não passam de dois modestos monumentos obeliscóides...

Como se pode ver numa fotografia antiga que aqui se reproduz,
os dois esguios monumentos do canal lembram mais obeliscos 
do que pirâmides, e de resto estão de acordo com um certo gosto
de timbre egipcizante que na altura estava na moda no nosso país.

Banebdjedet em Vagos, Aveiro



A ida à Universidade de Aveiro, para lá fazer uma conferência sobre
as edições de textos no antigo Egito, motivou uma animada conversa
com o egiptólogo Telo Ferreira Canhão, que é daquela bonita região, 
e que tem uma quinta em Vagos, com muitos animais - aliás, já foram
apresentados no blogue os gansos que ele lá tem, evocando o deus Geb.

Desta feita ficamos a saber que entre a variada fauna da sua quinta 
existem dois bodes que acabam por evocar uma divindade egípcia
cultuada em Mendés (em egípcio Djedet), situada no Delta do Nilo.
e cujo animal sagrado era o bode, como se vê acima num belo bronze
datado da Época Baixa que representa Banebdjedet - o ba do senhor
 de Djedet, que era casado com a deusa Hatmehit, uma deusa-peixe.

Na imagem de baixo está um magnífico bode branco de Mendés,
perdão, de Vagos, a quem o egiptólogo Telo Ferreira Canhão deu o 
apropriado nome de «senhor Mendes» - note-se, porém, que ele tem 
lá na quinta um outro bode que dá pelo nome mais helénico de Pã.

sábado, 24 de setembro de 2016

O Egito e a comunicação textual



Teve início na Faculdade de Belas-Artes o curso de mestrado sobre
Práticas Tipográficas e Editoriais Contemporâneas, coordenado
pelo Professor Jorge Reis, que inclui a nova unidade curricular 
de Comunicação Textual e Editorial (1.º semestre), e que conta
com a colaboração da Faculdade de Letras de Lisboa.

O programa do seminário propõe facultar aos alunos inscritos
o conhecimento das mais antigas práticas de comunicação textual,
onde se insere a escrita hieroglífica egípcia, vista e apreciada 
como escrita do sagrado e como expressão de harmonia maética,
entre outras escritas antigas que no seminário serão evocadas.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Novo curso de Escrita Hieroglífica


Começará em breve, no dia 28 de setembro, quarta-feira, às 18 horas,
um curso livre de Iniciação à Escrita Hieroglífica, organizado pelo
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
decorrendo agora as inscrições, mantendo-se o tradicional desconto 
para os estudantes e as instituições com protocolo.

O curso tem por objetivo proporcionar aos interessados as noções 
de base para uma compreensão do sistema de escrita hieroglífica
que foi utilizado no antigo Egito ao longo de mais de três mil anos,
estando estruturado em doze sessões, de setembro a dezembro.

Estão previstas duas sessões complementares para remate do curso
com visitas de estudo às coleções egípcias do Museu Nacional
de Arqueologia e do Museu Calouste Gulbenkian, onde poderão
ser apreciados vários objetos com inscrições hieroglíficas.

De novo no El Corte Inglés


Começou no passado dia 20 de setembro mais um curso sobre
 o antigo Egito no El Corte Inglés, que é o quarto curso do género,
e que prosseguirá ao longo dos próximos anos para contemplar
o interesse das mais de setecentas pessoas que se inscreveram.

Como a sala onde decorrem as sessões, nas terças-feiras à tarde,
só tem capacidade para oitenta lugares, este curso será repetido,
tendo os alunos a possibilidade de adquirir o livro já editado
pela Arranha-céus e El Corte Inglés contendo a matéria do curso
e intitulado O Egito Faraónico: Uma civilização com três mil anos.

A primeira sessão do curso foi dedicada à geografia do antigo Egito,
tendo os alunos recebido mapas de apoio para melhor entenderem
a matéria apresentada, sendo enfatizada a importância do rio Nilo,
os recursos materiais e os recursos vivos, e ainda a população,
desde as elites administrativas (pat) aos camponeses (rekhit).

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Colóquio na Gulbenkian


Decorreu com grande sucesso, nos dias 19 e 20 de setembro, 
na Fundação Calouste Gulbenkian, um colóquio internacional 
subordinado ao interpelante tema «Bab el-Gasus in Context: 
Egyptian funerary culture during the 21st Dynasty».

O evento foi uma excelente oportunidade para evocar o grande
túmulo coletivo encontrado em Bab el-Gasus (Deir el-Bahari),
Lucsor Ocidental, em 1891, contendo centenas de ataúdes
de membros do clero de Amon e de funcionários, com os seus
familiares, além de milhares de estatuetas funerárias chamadas
tradicionalmente chauabtis ou uchebtis, entre outros materiais.

O sucesso deve-se especialmente ao empenho do egiptólogo
Rogério Sousa, que para o efeito reuniu um pequeno grupo 
de colaboradores, os quais, com notável esmero e eficácia, 
contribuiram para a exitosa organização do encontro.

Surpresas em Tondela



Durante as agradáveis férias pelo Centro do País, jornadeando algures
pelo Caramulo e Tondela (para o ano há mais...), aparecem às vezes
surpresas curiosas mas também insólitas: um prédio novo em Tondela,
 chamado Luxor, cuja maqueta se vê em cima, e que exibe decoração
chamativa, de tipo egipcizante (que na imagem não se vê bem). 

E numa ampla avenida da simpática e airosa cidade de Tondela,
que é a variante nascente, destinada a facilitar o trânsito, a qual
pouco ou nenhum movimento de viaturas tem, encontra-se uma placa
invocando o antigo secretário de Estado Miguel Relvas (que depois
veio a ser ministro), que é lá apresentado com o título de «Dr.»,
motivando a perplexidade do veraneante: «Mas o que é isto?!!!»

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Mais de 200 000 visitantes!


Terminadas as férias e retomada a colaboração no nosso blogue,
foi uma agradável e surpreendente sensação verificar que o número  
 de visitantes do Faraó e Companhia tinha ultrapassado os 200 000,
mais precisamente 204 686 visitantes, como acima fica registado,
utilizando aqui os hieróglifos egípcios usados como números.

Vamos continuar!

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Procissão na Praia das Maçãs





No dia 28 de agosto, realizou-se na Praia das Maçãs a tradicional
procissão de Nossa Senhora da Praia, onde vários andores desfilaram
pela típica localidade, entrando depois pelo areal da praia até à água,
cumprindo um ato religioso que tem lugar no último domingo de agosto,
sendo o mais vistoso o que levava a imagem da padroeira da praia.

Já no antigo Egito se organizavam festivas procissões em certas datas
para homenagear diversas divindades, seguindo as imagens divinas 
em andores engalanados e transportados aos ombros dos sacerdotes,
como se vê na imagem do meio que reproduz um relevo com um andor
em forma de barca colocada sobre os varais (templo de Karnak). 

Na imagem de baixo está uma pintura moderna que visa reconstituir
a saída do andor em forma de barca sagrada para fora de um templo,
com o faraó e a rainha à frente da procissão, seguidos pelos sacerdotes
e pelas dançarinas que animavam a festa, perante o júbilo dos crentes.
Na verdade, já lá vão milhares de anos, mas...

Com o Egito em Azeitão




Nos últimos dias de férias houve ainda tempo para uns belos momentos
em Azeitão, onde o antigo Egito acabou por ser evocado em certa medida,
com o polo verde onde figura um pequeno olho de Hórus, udjat (adquirido
em Assuão na última viagem que lá fizemos na Páscoa), e na foto do meio, 
com a T-shirt evocando o mar Vermelho, a pensar no Heb-sed de Hurgada.

Na terceira foto, e na falta das tranquilas e cálidas águas do mar Vermelho
ou das beneficentes águas do rio Nilo, o veraneante flutua na bela piscina
que os generosos cunhados Albino e Glória têm na sua casa de Azeitão,
ponto de animada reunião familiar neste final de férias estivais de 2016. 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Com o Egito em Tondela



Aqui vão mais duas imagens das férias (apenas metade das férias,
porque elas continuam), onde o país do Nilo está presente na T-shirt
e no chapéu comprado em Lucsor numa das últimas visitas de estudo
ao Egito - que assim continua presente por cá, neste caso em Tondela.

Na imagem de cima, obtida à entrada do simpático Hotel S. José,
e em baixo, no início de um lauto pequeno-almoço, pode apreciar-se
o desenho impresso na T-shirt, reproduzindo uma das joias achadas
no túmulo de Tutankhamon, com o arranjo gráfico e artístico de um
dos nomes do jovem monarca em forma alada: Nebkheperuré.

A sugestiva imagem impressa na T-shirt do veraneante é a mesma 
que está na capa do Dicionário do Antigo Egipto, editado em 2001,
e que agora está completamente esgotado - mas está em preparação 
uma segunda edição, revista e aumentada, para sair em 2017.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

No Caramulo com o Egito e a Faculdade



A exemplo dos anos anteriores, as primeiras duas semanas de férias
foram passadas na região do Caramulo, jornadeando por Tondela,
Besteiros, Santa Comba Dão e afins, sob uma elevada temperatura,
mas felizmente sem fogos (pelo menos até à partida para o Norte),
na continuação de uma agradável (e bem merecida) vilegiatura.

E, tal como nos anos anteriores, o Egito esteve presente na T-shirt
onde está gravado o logotipo do IV Congresso Ibérico de Egiptologia, 
o qual se realizou com grande e notável sucesso em Lisboa em 2010,
como se vê na imagem em baixo, enquanto a Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa é lembrada, mesmo em tempo de férias, 
na T-shirt branca que o veraneante enverga, algures no Caramulo.

Objetos egípcios de toilette


Agora que as férias estivais estão já na sua fase final, recordemos 
que antes do Verão foi apresentada com êxito na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa uma tese de mestrado de Sara Rodrigues,
dedicada aos artefactos egípcios de toilette existentes em Portugal,
em acervos públicos e privados, mostrando a imagem alguns objetos
desta temática da atraente coleção egípcia do Museu da Farmácia.

O arguente foi o egiptólogo Telo Canhão, que integrava um júri 
presidido pelo emérito Professor Doutor José Augusto Ramos,
com Luís Araújo (orientador) e António Ramos dos Santos, 
e agora a útil bibliografia egiptológica de autores portugueses
poderá ser enriquecida com a edição desta tese. Seria bom!