sábado, 28 de fevereiro de 2026

Anteriores visitas ao Egito



Nas mais recentes viagens ao Egito têm sido feitas adaptações
nos percursos histórico-culturais por forma a muito beneficiar 
os viajantes em busca de novos conhecimentos que se poderão
fruir nos monumentos e nos museus visitados, sendo exemplo
a grande mastaba de Ti substituída em percursos recentes pela 
mais acessível mastaba de Mereruka (ambos foram vizires nas
duas últimas dinastias do Império Antigo), e o Museu Egípcio
do Cairo (na Praça Tahrir), substituído agora pelo espetacular
e faraónico Grande Museu Egípcio (na zona cairota de Guiza).

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Mesquitas do Cairo

 




A mesquita de Mohamed Ali data do século XIX, vendo-se o
elegante pátio com o inútil relógio francês do rei Luís Filipe,
que nunca chegou a funcionar, e em baixo a cúpula decorada
com os nomes dos quatro primeiros califas: Abu Bakr, Omar,
Othman e Ali, que regeram o mundo islâmico entre 632-661,
sendo este último nome o único califa legítimo para os xiitas.

Em viagens anteriores íamos, com regular frequência, visitar
a mesquita de Mohamed Ali, ali no alto da cidadela do Cairo,
mas ultimamente temos optado por visitar as mesquitas mais
antigas na zona do Cairo antigo, a do Sultão Hassan (erigida
no século XIV) e a de Rifai (séculos XIX-XX), vendo nesta
a tumba de Reza Pahlevi, o último xá da Pérsia (em baixo).

Rumo ao Grande Museu Egípcio





Na nossa recente viagem ao Egito, de onde regressámos no dia
20 de fevereiro voltando a Portugal ajoujados de conhecimento
e de cultura, foi obrigatória uma passagem pelo Grande Museu 
Egípcio, em demorada visita pelos seus cinco grandes espaços,
dedicados à sociedade, à realeza e às crenças, mais dois para os
objetos achados no túmulo do jovem faraó Tutankhamon, visita
que se complementa bem com a entrada num edifício vizinho e
feito especificamente para mostrar a grande barca real de Khufu
(IV dinastia), com mais de 40 metros de comprimento, podendo
ainda ser apreciado um conjunto de cabos náuticos e apetrechos.

O Grande Museu Egípcio, situado na região cairota de Guiza ao 
lado das famosas pirâmides da IV dinastia que lá se erguem, foi
oficialmente inaugurado no dia 4 de novembro de 2025 (depois 
da abertura parcial do edifício principal em outubro de 2024), e
agora está apto para receber milhares de visitantes diariamente,
tornando-se naturalmente a grande atração das viagens ao Egito
que recrudesceram, mostrando não apenas a qualidade estética e
histórica dos artefactos que exibe, com apropriadas legendas em
inglês e em árabe, mas também uma grandiosa e impressionante
arquitetura faraónica (concebida pelo ateliê de Heneghan Peng).

As imagens mostram o grande pátio fronteiro ao acesso principal
do Grande Museu Egípcio onde se ergue um elegante obelisco de
Ramsés II, colocado sobre uma poderosa estrutura que o sublima,
seguindo-se algumas fotos que recordam a fase das obras internas
do imponente edifício e a decoração da entrada principal aquando
da colocação das placas sugerindo o lápis-lazúli com os nomes de
alguns dos mais conhecidos reis do antigo Egito distinguindo-se,
da direita para a esquerda, formas onomásticas de Amen-hotep,
Akhenaton, Khufu, Menkauré, Tutmés, Tutankhamon, Ramsés,
Khafré, Amenemhat, Hatchepsut, Seneferu, Senuseret, e outros.

O Cairo visto do Semiramis



Em algumas das viagens ao Egito ficamos no Hotel Semiramis,
de onde se pode observar a grande Praça Tahrir, o coração vivo
da imensa e buliçosa cidade do Cairo, hoje com o estrépito dos 
seus trinta milhões de habitantes, aqui ficando duas imagens de
um grande impacto contrastante: a Praça Tahrir de dia e à noite,
tendo ao centro um obelisco do faraó Ramsés II vindo de Tânis,
com fotografias obtidas dos andares superiores do Semiramis.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

A recente festa da galabeia



Regressados de mais uma exitosa viagem ao Egito, fruindo um 
tempo agradável com o ameno Inverno egípcio, aqui se deixam
algumas fotos que recordam a tradicional festa da galabeia, um
momento jubiloso e animado que decorreu a bordo do navio de 
cruzeiro no rio Nilo, vendo-se uma família que levou os filhos,
os quais foram uma ternurenta companhia no percurso, e ainda
o guia egiptólogo que conduziu cientificamente a viagem, com
o Prof. José Varandas (da Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa) e as amigas Inês e Fátima nos seus «trajes típicos».

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Nova viagem, os mesmos guias



Uma vez mais, estamos quase a partir para o Egito, o que irá
acontecer no próximo dia 10 de fevereiro com um animado
grupo de trinta pessoas, atraído pelos monumentos e a bonita
paisagem nilótica, e também pelo espetacular Grande Museu
Egípcio, que se tornou agora a principal e emotiva atração do 
país do Nilo, expondo os seus notáveis e milenares objetos.

Os guias para mais esta viagem, feita durante o tempo ameno
do Inverno egípcio, são os três habituais desde há alguns anos
a percorrer o Egito: um egiptólogo que é professor jubilado da
Faculdade de Letras de Lisboa, a guia Teresa Neves de Novas
Fronteiras, e o guia Mustafa, que aqui se podem ver na última
festa de passagem do ano em jubiloso cruzeiro pelo rio Nilo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

O egiptólogo Auguste Mariette


No próximo dia 11 de fevereiro realiza-se uma conferência na
Sociedade de Geografia de Lisboa (auditório Adriano Moreira)
com a temática «Auguste Mariette, um pioneiro da arqueologia
egiptológica» pelo egiptólogo José das Candeias Sales, docente
da Universidade Aberta, onde é professor catedrático e também
investigador do Centro de Estudos Globais integrado no Grupo
de Investigação de «História Global: Temas e Abordagens».

A conferência integra-se no ciclo «Arqueólogos e arqueologia:
efemérides e evocações», organizado pela Secção de Arqueolo-
gia da Sociedade de Geografia de Lisboa, em colaboração com
a Secção de Estudos do Património, permitindo evocar a figura
exemplar e notável de um pioneiro da arqueologia egiptológica 
na segunda metade do século XIX a quem se deve a criação do
Serviço de Antiguidades do Egito e o Museu Egípcio de Bulak.

11 de fevereiro, pelas 15 horas, com entrada livre

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Parabéns ao Rotary


Assinalando a passagem do centenário do Rotary Clube de
Lisboa, que foi comemorado com diversos eventos festivos
de notável significado, muitas felicitações foram recebidas,
parabenizando a grande efeméride, sendo de destacar a que
chegou do RAGFP (Iberia Chapter) a forma abreviada para 
Rotarian Action Group For Peace, uma organização rotária
empenhada na busca da paz e do convívio entre os povos.

Concerto do centenário




O último evento integrado no programa das comemorações do
centenário do Rotary Clube de Lisboa teve lugar no Museu de
Marinha, no amplo Pavilhão das Galeotas, local ideal para um
concerto levado a efeito pela prestigiada Banda da Armada, de
forma a rematar em inesquecível apoteose a festiva celebração
dos 100 anos de trabalho solidário do Rotary Clube de Lisboa.

A primeira foto mostra os elementos da Banda da Armada, que
na ocasião foi dirigida pelo capitão-tenente José Veloso, sendo
no final vivamente felicitada pela assistência, mostrando outra
foto o presidente do Rotary Clube de Lisboa a abrir a sessão, e
em baixo o presidente eleito de Rotary International, Olayinka
Babalola, entre os engenheiros Pedro Correia e Rui Matoso.