sexta-feira, 6 de julho de 2018

Mais «bonecos» no barco de cruzeiro



Complementando a anterior imagem que mostrava um dos divertidos
«bonecos» com que os empregados de quarto no barco de cruzeiro
procuram surpreender os viajantes quando estes regressam aos quartos
depois de um dia de visitas aos locais históricos, aqui se apresentam
mais dois testemunhos: em cima dois elegantes e amorosos «cisnes» 
feitos com as toalhas, e em baixo uma espécie ornitológica de difícil
identificação (um falcão, um milhafre, um abutre, um corvo marinho?),
enfim, uma forma de divertir os turistas... mas às vezes pregam sustos!

Mais caleches em Edfu



Depois das anteriores imagens dedicadas ao típico meio de transporte
que são as caleches, levando os viajantes desde o barco de cruzeiro
até ao belo templo de Hórus em Edfu, com regresso na mesma caleche,
aqui se mostram mais duas fotografias que recordam a viagem de 2010,
vendo-se em cima o estacionamento dos veículos no parque do templo
e na segunda um pequeno grupo de visitantes prestes a seguir viagem.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Na Núbia: Abu Simbel




Retomando a evocação da visita de estudo ao Egito, na Páscoa de 2018,
chegou a altura de recordar o décimo dia da viagem, o qual foi passado
em Abu Simbel, na Núbia (a poucos quilómetros da fronteira sudanesa),
para vermos os grandes templos rupestres de Ramsés II e de Nefertari,
que foram deslocados dos seus sítios originais devido à construção
 da barragem de Assuão e ao enchimento do lago Nasser dela resultante.

O dia começou com uma longa e ousada viagem de três horas em autocarro,
atravessando o imenso deserto, com breve paragem numa «área de serviço»,
e perto do destino dá para apreciar o esforço do governo egípcio em fazer
campos de cultivo levando a água desde o lago Nasser em grandes condutas
ou canais, na esperança de ganhar novas áreas ao deserto, criando espaços
verdejantes e permitindo a instalação de populações vivendo da agricultura.

Tal como nos anos anteriores, o dia terminou em beleza com um espetáculo
de «som e luz», o melhor de entre os vários que são oferecidos noutros sítios
históricos do Egito, avultando, sobretudo, o Egito do Império Novo, tempo
glorioso de expansão e cosmopolitismo, com especial relevo para o reinado
longo e faustoso de Ramsés II (c. 1279-1213 a. C.), após o que, enriquecidos
pelos conhecimentos ali obtidos, os viajantes recolheram ao excelente barco
de cruzeiro, o «Omar Khayam», que os esperava no cais de Abu Simbel.

Saiu mais um número de Nilus


Acabou de ser publicado em junho mais um número de Nilus, revista 
egiptológica editada pela Societat Catalana d'Egiptologia, com sede
em Barcelona, mantendo-se assim vivo o projeto iniciado há 26 anos,
sendo justo felicitar o seu diretor, o Professor Josep Pedró (catedrático
 jubilado da Universidade de Barcelona), e a secretária Maria Teresa
Mascort, bem como todos os membros do conselho de redação
 e os seus colaboradores, tanto os espanhóis como estrangeiros.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Faltam menos de dois meses




Faltam já menos de dois meses para mais uma visita de estudo ao Egito,
desta vez com menos dias e, por isso mesmo, com um preço mais acessível
para que os alunos possam também participar, em especial os que quiseram
ir na viagem da Páscoa, altura em que o preço e a sua duração (catorze dias)
foram fatores impeditivos - agora sim, convém aproveitar a oportunidade,
fazer as malas (basta uma...) e partir para a visita, entre 21 e 28 de agosto.

O «boneco» da primeira imagem reforça o convite, acenando e garantindo
que ainda há algumas vagas, augurando que o tempo vai estar magnífico
em finais de agosto, especialmente para quem gosta de se bronzear...
Trata-se de um dos curiosos «bonecos» que os empregados de quarto
dos barcos de cruzeiro no Nilo fazem com as toalhas e as almofadas,
surpreendendo e animando os viajantes quando entram nos quartos.

Tradição e progresso em Gurna



Na visita à zona de Lucsor Ocidental, os grupos da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa costumam entrar em alguns túmulos situados
no chamado «Vale dos Nobres» - que nem é um vale nem é de nobres,
mas que permite apreciar os túmulos de alguns funcionários e artesãos.

Depois das visitas ao Vale dos Reis e ao Vale das Rainhas, é deveras
enriquecedor comparar os túmulos reais com as «casas de eternidade» 
feitas para os funcionários da administração, complementando depois
com a entrada em túmulos de artesãos da necrópole em Deir el-Medina.

Um dos mais espetaculares túmulos é o do vizir Rekhmiré, do reinado
de Tutmés III (meados do século XV a. C.), e para isso basta seguirmos
a indicação e subir até ao TT 100 - não é fácil lá chegar, mas vale a pena
pela alta qualidade das pinturas murais deste notável primeiro-ministro
de uma das épocas mais prósperas e mais faustosas do antigo Egito.

O acesso é feito pela aldeia de Cheikh Abd el-Gurna, estando a maior
parte das velhas habitações já demolidas pelas autoridades arqueológicas
e governamentais, mas por entre as decrépitas casas sobreviventes podem
ver-se testemunhos da tradição (o burro egípcio zurrando faraonicamente) 
e do progresso (com o bólide «carocha» estacionado nas imediações).

Ainda as caleches de Edfu




Furando agilmente por entre o trânsito de Edfu, os exímios cocheiros
levam as caleches, puxadas por cavalos com aspeto pouco saudável, 
transportando os divertidos viajantes desde o barco até ao templo
de Hórus, aqui se recordando duas das caleches na viagem de 2008.

As caleches de Edfu




Quando o barco do cruzeiro atraca no cais da cidade de Edfu os viajantes 
têm à sua espera muitas caleches (ou charretes) para os levarem ao grande 
templo de Hórus, num percurso de ida e volta, percorrendo as estreitas ruas 
e as avenidas da localidade, sempre muito sujas e com aspeto empobrecido 
e descuidado, que alguns excursionistas consideram «típico» e «autêntico».

Na primeira imagem algumas caleches esperam pelos viajantes, não dando
o tradicional aspeto da confusão e da gritaria dos cocheiros e «gestores»
do tráfego que, aos berros, vão indicando as viaturas, com a recomendação
para que os viajantes, divididos em pequenos grupos de três ou quatro,
 fixem o número da charrete e, se possível, a cara tisnada do respetivo 
cocheiro - o problema é que eles são todos muito parecidos.

Na segunda imagem, obtida durante a viagem de 2017, o pequeno grupo
prepara-se para iniciar o percurso rumo ao magnífico templo de Edfu,
na caleche n.º 2, e na terceira imagem repete-se a cena mas em 2018,
tal como acontecerá na próxima viagem, prevista para finais de agosto.

Professor José Tengarrinha


Faleceu o Professor José Tengarrinha, catedrático jubilado da Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa, onde foi a grande figura marcante
da área de História Contemporânea, tendo-se destacado como cidadão,
democrata e notável investigador e divulgador de temas relacionados
com o século XIX em Portugal, com relevo para a história da imprensa.

Aqui o vemos sorridente e afável à direita na imagem, estando à esquerda
o Professor Marques de Almeida, também já falecido, numa foto tirada
num dos jantares que antigamente se faziam reunindo o corpo docente
do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa, e que
serviam também para rever e homenagear os antigos professores.

Esta evocação permite ainda recordar o grande interesse e o apreço
que o Professor José Tengarrinha sempre mostrou pelo antigo Egito,
indagando amiúde sobre a história e a cultura do país do Nilo, apesar
de investigar e lecionar numa área científica muito distante da história
pré-clássica - por isso, todos os anos dizia que haveria de ir ao Egito,
integrado nas visitas de estudo anuais promovidas pelo Instituto Oriental 
da Faculdade de Letras de Lisboa, mas esse desejo nunca se concretizou.


quinta-feira, 28 de junho de 2018

A egiptóloga Daniela Martins


Depois de ter feito a sua licenciatura em História na Faculdade de Letras 
da Universidade do Porto, a egiptóloga Daniela Martins concluiu o curso
de mestrado em História (área de História Antiga) na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa com a sua notável tese sobre Os Pilares do Céu.
Tutmés III e a Criação do Império Egípcio, em 2014, tendo desenvolvido 
depois a sua aturada investigação no âmbito da política administrativa 
de Tutmés III na Síria-Palestina resultante da decisiva vitória de Meguido.

Daniela Martins, que integrou a visita de estudo ao Egito levada a efeito,
nas férias pascais deste ano, pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, decidiu prosseguir os seus estudos egiptológicos
mais avançados em Liverpool, sob a orientação do Professor Steven Snape, 
um prestigiado nome da egiptologia que garantirá um excelente trabalho,
para que a comunidade egiptológica em Portugal se possa reforçar mais,
sendo agora curial desejar-lhe esperançosamente as maiores felicidades.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Que linda feluca, que lá vem, lá vem...



Um dos momentos mais gratificantes da curta passagem pela bela 
zona de Assuão, a antiga Siena greco-romana e a Suanit faraónica, 
é o passeio de feluca, que dura cerca de uma hora, entre a margem
oriental (onde acostam os grandes barcos de cruzeiro) e a margem
ocidental, para visitar a típica «aldeia núbia», um dos aglomerados 
locais que recebeu parte da população deslocada pela construção
da Barragem de Assuão em finais dos anos 60 do século passado.

Navegando de feluca, por entre as muitas ilhotas do Nilo em Assuão
(do antigo egípcio suanit, que significativamente quer dizer comércio),
podem ser apreciados alguns rochedos com inscrições hieroglíficas,
como aquela que se vê na segunda imagem, gravada no bloco granítico
onde se detetam os níveis de subida das águas ao longo dos milénios.

O texto hieroglífico apresenta a titulatura completa do rei Psametek II,
da XXVI dinastia saíta (Época Baixa), o qual teve um curto reinado 
de apenas seis anos (594-588 a. C.), o suficiente, porém, para enviar
uma expedição contra a Alta Núbia (Kuch) e deixar várias inscrições
como aquela que aqui se apresenta em duas colunas de texto vertical.

Quem se oferece para traduzir o texto hieroglífico?

Um passeio de feluca em Assuão




A tarde do nono dia da viagem ao Egito rematou com um ameno passeio
de feluca, barco tradicional do Nilo que se aprecia na primeira imagem,
navegando airosamente e à bolina por entre as ilhas e ilhotas em Assuão,
passando pela ilha de Elefantina (a sede da 1.ª província do Alto Egito
nos tempos faraónicos, onde existiu um templo ao deus local Khnum)
e rodeando a luxuriante ilha das Flores (ou ilha de Lord Kitchener).

Rumando para a margem ocidental, onde se encontra uma «aldeia núbia»
pronta a receber os viajantes para ali beber o chá e fazer umas tatuagens,
alguns mais ousados tomam banho nas águas frescas nilóticas (em abril!),
e podem fazer as suas compras de objetos «típicos», que de resto também
podem ser adquiridos aos marinheiros núbios durante a viagem na feluca,
como se recorda na segunda imagem - e como se vê bugigangas não faltam.

A egiptóloga Inês Torres


A egiptóloga Inês Torres foi uma brilhante aluna da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Arqueologia com uma
elevada classificação, e algumas das suas notas mais expressivas foram
obtidas em cadeiras onde o antigo Egito integrava o respetivo programa,
como foi o caso de Antiguidade Pré-clássica e Introdução à Egiptologia.

A Inês Torres participou também na visita de estudo organizada em 2009
pelo Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
com a particularidade de então se comemorar a viagem de Eça de Queirós
ao Egito e à Terra Santa em 1869, pelo que a grata evocação dos 140 anos
dessa jornada queirosiana levou o grupo até Israel, atravessando o Sinai,
e em Jerusalém teve lugar a festa da passagem do ano de 2009-2010.

Para esta jovem egiptóloga, que agora leciona na Universidade de Harvard,
onde fez o seu mestrado em Egiptologia, desejamos muito sinceramente
o maior sucesso pessoal, académico e científico, com um feliz e auspicioso 
regresso às atividades letivas depois de umas merecidas férias de Verão.

O Obelisco Inacabado




Depois da emocionante visita à ilha de Filae, para ver o grande templo
da deusa Ísis e o pavilhão de Augusto-Trajano, entre outros monumentos
mais modestos, seguimos para o local das antigas pedreiras faraónicas,
onde se encontra o impressionante Obelisco Inacabado, assim chamado
porque ficou por terminar devido à pedra ter rachado em vários pontos.

Apesar de ser dos sítios mais quentes do Egito (mesmo na primavera),
vale a pena estar na pedreira e perceber como eram os blocos extraídos
da rocha através de buracos previamente feitos e nos quais eram fixadas
cunhas de madeira para serem copiosamente regadas com água na certeza
de que a madeira inchava e fazia estalar a pedra para se obter os blocos.

No caso do Obelisco Inacabado, procedeu-se ao desbastamento da rocha
granítica usando pesados blocos de dolerito, com pancadas fortes dadas
pelos operários, como se percebe na segunda imagem a rodear o obelisco, 
vendo-se na terceira imagem o guia a exibir um desses blocos de dolerito
achado na zona da grande pedreira de Assuão, que é a origem do granito
que serviu para erigir os monumentos do antigo Egito, como o interior
das grandes pirâmides de Guiza... a oitocentos quilómetros para norte!

Eis, pois, uma visita que serve para mostrar um fracasso da arquitetura
 faraónica, contrastando com os notáveis sucessos obtidos no antigo Egito 
ao longo de três mil anos de história e de operosa atividade construtiva,
sobretudo em túmulos e templos - mas este grande obelisco de granito,
que hoje ali jaz na grande pedreira de Assuão, se tivesse sido acabado 
ficaria com mais de 40 metros de altura e um peso superior a mil toneladas.

Resta saber quem foi o grande faraó que o mandou executar... Há diversas
hipóteses, desde Tutmés III, em cujo reinado se fizeram vários obeliscos
(o maior dos quais está hoje em Roma, com 32 metros de altura), Seti I
e Ramsés II, um incansável construtor (com um obelisco seu em Paris),
mas poderia ter sido a rainha-faraó Hatchepsut - era mulher para isso!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Em Filae, com a deusa Ísis




Um dos locais do Egito que os viajantes mais apreciam é a ilha de Filae,
centro de culto da deusa Ísis e de outras divindades, tanto egípcias (como
Hórus, Osíris, Hathor ou Bés) como núbias, com destaque para o templo
de Ísis e para o airoso pavilhão de Augusto-Trajano, na terceira imagem.

Ali está a ilha de Filae!




O nono dia de viagem começou com a visita ao templo da deusa Ísis, 
em Filae, após uma curta mas agradável viagem num pequeno barco,
do qual se vai avistando a ilha de Agilkia, hoje conhecida como Filae,
porque a antiga está submersa depois da transferência dos templos,
uma operação necessária devido ao subir das águas como resultado
da construção da primeira barragem, nos princípios do século XX.

Antes do início do percurso houve tempo para uma breve explicação,
fruindo a sombra do pequeno pavilhão de Nectanebo I (Nakhtnebef), 
situado no extremo de uma esplanada com uma configuração irregular
que no essencial data dos reinados de Augusto e de Tibério, mas onde
também constam os nomes hieroglíficos de Calígula, Cláudio e Nero.

Passando pelo pequeno templo do deus núbio Arensnufis e, depois
do primeiro pilone, pela casa do nascimento (o mammisi), segue-se
para a sala hipostila após o segundo pilone e para o santuário isíaco, 
rodeado por vários compartimentos com diversas funcionalidades, 
mostrando todos os espaços do templo uma rica decoração parietal. 

terça-feira, 19 de junho de 2018

Em festa, rumo a Assuão




Na noite do oitavo dia, depois das visitas aos templos de Edfu e Kom Ombo, 
o nosso barco de cruzeiro continuou a sua viagem para sul, rumo a Assuão, 
e depois do opíparo jantar seguiu-se a tradicional festa em «trajes típicos», 
a exemplo dos anos anteriores, numa jornada bastante animada e colorida, 
com os viajantes a esmerarem-se na escolha dos trajes apropriados.

Rumo a Kom Ombo




No oitavo dia de viagem e após a visita ao templo de Edfu, o barco
continuou a navegar para sul, rumo a Kom Ombo, cujo templo duplo,
dedicado aos deuses Hórus e Sobek, mereceu uma prolongada visita, 
bem complementada com a visita ao adjacente Museu de Kom Ombo,
de agradável circuito museológico e com sugestivas peças expostas,
sendo impressionantes as múmias de crocodilo que lá se podem ver,
grandes sáurios nilóticos que evocam o animal sagrado de Sobek.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

O Egito em Atlas Histórico


A mais recente edição especial da National Geographic (maio de 2018)
apresenta um Atlas Histórico dedicado ao Mundo Antigo, onde o Egito
marca presença incontornável (pp. 6-33), antecedendo outras notáveis
civilizações e culturas da Antiguidade pré-clássica e clássica, incluindo
a Índia (civilização do Vale do Indo) e a China (fundação do Império).

O Egito faraónico, que na capa já marca presença com uma célebre joia
do túmulo de Tutankhamon, é evocado desde a distante fase da unificação
até ao aparecimento das grandes pirâmides do Império Antigo em Guiza, 
seguindo-se o Império Médio e o Império Novo, aqui com justo relevo
para os reinados de Tutmés III, Ramsés II e Ramsés III, antes do final
com a XXV dinastia núbia e a presença grega a partir do século IV a. C.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

No templo de Hórus, em Edfu




Um dos momentos altos da viagem ao Egito é a visita ao templo de Edfu,
centro de culto do deus Hórus que celebra a sua dramática vitória sobre 
o malvado e caviloso Set, que se transforma num pequeno hipopótamo
para escapar à perseguição das forças do bem - aqui bem representadas
pelo deus Hórus e pelo faraó reinante, que na segunda imagem se veem
com longos arpões a trespassar Set (e o guia aponta mesmo para lá).

Cumprindo a tradição, os participantes na empolgante jornada cultural
que é a visita ao magnífico templo hórico de Edfu tiram fotografias
junto da bela estátua de Hórus em forma de falcão - foi o que fizeram
os três guias, satisfeitos pelo sucesso da viagem ao Egito, que na altura
ainda ia no oitavo dia do programa, faltavam mais seis para o final.