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A estrela Sírius pertence à constelação de Canis Majoris e é a estrela mais brilhante do céu noturno. Na realidade, hoje sabe-se que é um sistema binário constituído por uma estrela principal (Sírius A) e por uma anã branca (Sírius B).
Os antigos egípcios deram grande importância a esta estrela que era visível quase todo o ano, menos um curto período de 70 dias em que permanecia abaixo do horizonte.
Como o seu reaparecimento anual antecedia as cheias anuais do Nilo, foi escolhido esse momento para se considerar o 1º dia do ano no calendário egípcio.
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Sim, não há dúvida que o cíclico fenómeno astral do aparecimento da estrela Sirius marcava o início do ano egípcio, coincidindo com a manifestação anual do começo da cheia no Nilo (meados de Julho).
ResponderEliminarRestaria entretanto acrescentar que alguns autores preferem a designação de Sothis que é a forma grega para a estrela Sirius (daí o ano sotíaco), estrela à qual os Egípcios davam o nome de Sopdit.